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	<description>Sindicato dos Professores da Universidade Federal da Paraíba</description>
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		<title>Escolhas e deficits</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 13:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
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		<description><![CDATA[KENNETH MAXWELL
AS UNIVERSIDADES dos Estados Unidos vêm enfrentando as consequências da perda de receita de seus fundos de investimento e dos crescentes deficits em seus orçamentos. As grandes instituições privadas foram todas fortemente prejudicadas pela recessão econômica.
A mais rica e famosas entre elas, Harvard, por exemplo, viu o valor de seu fundo de investimento cair [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>KENNETH MAXWELL</p>
<p>AS UNIVERSIDADES dos Estados Unidos vêm enfrentando as consequências da perda de receita de seus fundos de investimento e dos crescentes deficits em seus orçamentos. As grandes instituições privadas foram todas fortemente prejudicadas pela recessão econômica.</p>
<p>A mais rica e famosas entre elas, Harvard, por exemplo, viu o valor de seu fundo de investimento cair de US$ 36,6 bilhões em junho de 2008 para US$ 25,7 bilhões um ano mais tarde -declínio de 29,8%. O fundo de Yale caiu de US$ 22,9 bilhões em junho de 2008 para US$ 16,3 bilhões em 2009, declínio de 28,6%.</p>
<p>Ambas as universidades foram forçadas a adiar projetos de construção e a tomar medidas de economia, com demissões de funcionários, admissão de menor número de alunos de pós-graduação e corte de programas. Na Universidade Cornell, 432 funcionários aproveitaram um plano de aposentadoria antecipada. Em Princeton, 43 postos de trabalho foram eliminados e 145 funcionários aceitaram apos entadoria antecipada. As doações caíram (45,7%, em média), e a dívida de longo prazo cresceu.</p>
<p>Nesta semana, tornou-se evidente que as instituições públicas de ensino superior estão enfrentando dilemas ainda mais difíceis.</p>
<p>Estima-se que os Estados norte-americanos estarão diante de um deficit orçamentário agregado de US$ 180 bilhões no próximo ano fiscal, que se inicia em 1º de julho de 2010. E, já que por lei a maioria dos Estados não pode operar em deficit, eles precisam elevar impostos, reduzir serviços, demitir trabalhadores e cortar salários e benefícios. E nada disso é indolor.</p>
<p>Mas Washington pode não ter a resposta ao problema. Os membros do Congresso, em ano de eleições, cada vez mais contenciosas, relutam muito em elevar os gastos federais. Um projeto de lei que promoveria a criação de empregos e forneceria assistência ampliada às escolas foi aprovado pela Câmara dos Deputados, mas está bloqueado no Senado, diante da opos ição dos republicanos e dos democratas moderados.</p>
<p>Os Estados também estão diante da perspectiva do fim das verbas de estímulo econômico. E tudo isso se soma ao desemprego ainda elevado e a um crescimento econômico anêmico.</p>
<p>Pelo menos os EUA podem se reconfortar com o fato de que a situação da educação no Reino Unido é muito pior. Os cortes das verbas governamentais para a educação, estimados em 5% nacionalmente, devem resultar em milhares de empregos perdidos.</p>
<p>Peter Mandelson, o ministro responsável por isso no governo britânico, declarou que as universidades &#8220;terão de arcar com um quinhão não mais que justo do aperto de cintos&#8221;.</p>
<p><em>Fonte: Folha de S. Paulo, 18/03/10</em></p>
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		<title>Tabela de Remuneração dos Docentes do Magistério Superior (Lei 11.784/08)</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 18:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clique aqui para visualizar a Tabela de Remuneração dos Docentes do Magistério Superior (Lei 11.784/08).
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Clique aqui para visualizar a <a href="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/03/tabela-salarial.pdf" target="_blank">Tabela de Remuneração dos Docentes do Magistério Superior (Lei 11.784/08)</a>.</p>
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		<title>GT de Assuntos de Aposentadoria anuncia mesa-redonda</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 15:33:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[O Grupo de Trabalhos de Assuntos de Aposentadoria da ADUFPB vai realizar uma mesa-redonda para debater o Estatuto do Idoso. Desse evento sairão os integrantes de um novo debate com a presença de membro do ANDES-SN. A mesa-redonda ainda não tem data para realização, mas as informações serão divulgadas a todos os filiados assim que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo de Trabalhos de Assuntos de Aposentadoria da ADUFPB vai realizar uma mesa-redonda para debater o Estatuto do Idoso. Desse evento sairão os integrantes de um novo debate com a presença de membro do ANDES-SN. A mesa-redonda ainda não tem data para realização, mas as informações serão divulgadas a todos os filiados assim que estiverem definidas.</p>
<p>O evento ficou acertado durante a reunião do GT de Assuntos de Aposentadoria, que aconteceu no dia 10 de março, com a participação de 11 professores e coordenação da diretora de Assuntos de Aposentadoria da ADUFPB, Liney Benevides. Na ocasião, a professora Terezinha Diniz, secretária geral do Sindicato, expôs os informes do ANDES e da ADUFPB.</p>
<p>Ela realizou também uma explanação sobre as determinações do 29º Congresso do ANDES-SN especialmente no que se refere aos assuntos relacionados aos aposentados e sobre o fórum aberto em João Pessoa com todas as entidades sindicais, com foco na derrubada do projeto que trata da taxação dos aposentados. Além disso, foi debatida a retomada do Estudo do Estatuto do Idoso e realizado o levantamento dos interesses e necessidades dos aposentados.</p>
<p>A ADUFPB convida todos os professores ativos e aposentados para participar da mesa-redonda e informa que está voltada, de forma muito especial, para a classe dos aposentados, retomando os trabalhos do GT de Assuntos de Aposentadoria. Para tanto, comunica a todos que os assuntos tratados no GT serão colocados na página da ADUFPB para o conhecimento de todos.</p>
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		<title>Estudo sobre eleições na PB será lançado dia 25</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 14:31:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
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		<description><![CDATA[O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) sediará no dia 25 de março o lançamento do estudo &#8220;Conflitos e convergências nas eleições paraibanas de 1982, 2002 e 2006&#8243;, de autoria do professor e historiador José Octávio de Arruda Mello. A cerimônia contará com exposição do presidente da ADUFPB, Jaldes Reis de Meneses.
José Octávio de Arruda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-943" title="josé-octávio-de-arruda-de-melo" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/03/josé-octávio-de-arruda-de-melo.jpg" alt="josé-octávio-de-arruda-de-melo" width="220" height="165" />O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) sediará no dia 25 de março o lançamento do estudo &#8220;Conflitos e convergências nas eleições paraibanas de 1982, 2002 e 2006&#8243;, de autoria do professor e historiador José Octávio de Arruda Mello. A cerimônia contará com exposição do presidente da ADUFPB, Jaldes Reis de Meneses.</p>
<p>José Octávio de Arruda Mello é membro da Academia Paraibana de Letras (APL), ministra aulas nos cursos de mestrado e doutorado da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e é membro do Conselho Consultivo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).</p>
<p>O lançamento será realizado às 16h no auditório do TRE-PB (avenida Princesa Isabel, esquina com a Pedro I, em João Pessoa) e contará com a apresentação expositiva dos cientistas políticos: juíza federal e diretora da Escola Judiciária Eleitoral (EJE), Niliane Meira Lima, Renato César Carneiro, Jaldes Reis de Menezes e Marcus Odilon R. Coutinho.</p>
<p>O estudo tem o apoio da EJE, do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP), da Comissão Editorial do Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ), do Sebo Cultural e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Paraíba.</p>
<p><em>Fonte: Ascom/TRE-PB</em></p>
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		<title>Debate no CCHLA marca abertura do ano letivo</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 13:06:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
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		<category><![CDATA[CCHLA]]></category>
		<category><![CDATA[debates]]></category>

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		<description><![CDATA[
Para abrir o ano letivo 2010, o Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) da UFPB realiza nesta quarta-feira (17) um debate sobre “Humanidade e Tecnologias no Século XXI”. Por causa das reformas no auditório do CCHLA, o evento acontecerá no auditório do Centro de Educação (CE), a partir das 19h.
O debate contará com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-941" title="cchla" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/03/cchla.jpg" alt="cchla" width="214" height="179" /></p>
<p>Para abrir o ano letivo 2010, o Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) da UFPB realiza nesta quarta-feira (17) um debate sobre “Humanidade e Tecnologias no Século XXI”. Por causa das reformas no auditório do CCHLA, o evento acontecerá no auditório do Centro de Educação (CE), a partir das 19h.</p>
<p>O debate contará com a presença dos professores doutores Rafael Capurro, da Hochschule der Medien de Stuttgart e diretor do Internacional Center for Informarion Ethics (ICIE), e Laymert Garcia dos Santos, do Departamento de Sociologia da Unicamp e diretor da Fundação Bienal de São Paulo.</p>
<p>Como moderadora do debate, estará a professora doutora Tereza Dümaier, do Departamento de Filosofia da UFPB. Veja mais detalhes na programação abaixo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>CONFIRA:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Abertura do ano letivo 2010</strong></p>
<p><strong>Tema:</strong> Humanidades e Tecnologia no Século XXI</p>
<p><strong>Quando:</strong> quarta-feira, 17 de março, às 19h</p>
<p><strong>Onde:</strong> auditório do Centro de Educação</p>
<p><strong>Debatedores:</strong></p>
<p>Prof. Dr. Rafael Capurro</p>
<p style="padding-left: 30px;">Professor Emérito da Hochschule der Medien (Stuttgart)</p>
<p style="padding-left: 30px;">Diretor do Internacional Center for Informarion Ethics (ICIE)</p>
<p style="padding-left: 30px;">Distinguished Researcher in Information Ethics, University of Wisconsin-Milwaukee, USA</p>
<p>Prof. Dr. Laymert Garcia dos Santos</p>
<p style="padding-left: 30px;">Professor Titular do Departamento de Sociologia da Unicamp</p>
<p style="padding-left: 30px;">Diretor da Fundação Bienal de São Paulo</p>
<p style="padding-left: 30px;">Conselheiro do Conselho Nacional de Política Cultural do Ministério da Cultura</p>
<p><strong>Moderadora:</strong></p>
<p>Profª Drª Ana Tereza Dümaier</p>
<p style="padding-left: 30px;">Departamento de Filosofia da UFPB</p>
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		<item>
		<title>Mesa-redonda lembra conquistas e desafios do movimento feminista</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 15:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[A história, as conquistas e os desafios do movimento feminista foram tema de debate na última quinta-feira (11), no Centro de Educação do Campus I, durante mesa-redonda organizada pela ADUFPB dentro das comemorações ao Dia Internacional da Mulher. O evento contou com a participação das professoras Gloria Rabay, Liane Schneder, Maria Eulina de Carvalho, Maria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-936" title="FOTO 03" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/03/FOTO-03-300x188.jpg" alt="FOTO 03" width="300" height="188" />A história, as conquistas e os desafios do movimento feminista foram tema de debate na última quinta-feira (11), no Centro de Educação do Campus I, durante mesa-redonda organizada pela ADUFPB dentro das comemorações ao Dia Internacional da Mulher. O evento contou com a participação das professoras Gloria Rabay, Liane Schneder, Maria Eulina de Carvalho, Maria Lucia Lopes e Sandra Raquel.</p>
<p>Tratando sobre o tema da participação das mulheres no cenário político paraibano, a professora Gloria Rabay lembrou que, apesar de o Brasil ter sido um dos primeiros países a permitir o voto feminino, em 1932, ele revela hoje “números vergonhosos”, se comparado ao restante da América Latina, em relação à participação das mulheres no mundo político. “Não chega nem a 20% das bancadas”, afirmou.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-937" title="FOTO 045" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/03/FOTO-045-300x200.jpg" alt="FOTO 045" width="300" height="200" />De acordo com ela, o maior número de mulheres a integrarem a Assembleia Legislativa da Paraíba até hoje foi de apenas sete parlamentares. Atualmente, há quatro mulheres na Casa. Na Câmara Municipal de João Pessoa, o número também é pequeno: na atual legislatura, são quatro. Por outro lado, há municípios do interior onde só mulheres ocupam a casa legislativa. “Mas geralmente são cidades muito pequenas”, afirma.</p>
<p>Já a professora Sandra Raquel lembrou como o movimento feminista começou a abrir espaço na década de 90, na Paraíba, para o drama da violência contra a mulher. Com o acompanhamento do tratamento dado pela imprensa a casos de assassinatos, as militantes levaram a opinião pública a refletir sobre o fato de que a violência deve ser entendida como assunto de interesse público e não como caso privado.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-938" title="FOTO 09" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/03/FOTO-09-300x200.jpg" alt="FOTO 09" width="300" height="200" />“Quando o movimento feminista passa a colocar o assunto na mídia, começa o questionamento da violência na sociedade e no discurso jornalístico”, declarou. Ela lembra que a participação do tema na pauta de discussão da sociedade não vai estar ancorada apenas no interesse jornalístico dos casos, mas na provocação do movimento feminista dentro das Câmaras, da Assembléia e nas demais áreas do debate público.</p>
<p>A organização dos eventos comemorativos ao Dia da Mulher da ADUFPB está a cargo da professora Mariza de Oliveira Pinheiro, diretora de Política Social do Sindicato. Durante a mesa-redonda da última quinta-feira, as participantes também assistiram a uma apresentação teatral de Marianna Chaves &#8211; que interpretou trecho da obra “Apareceu a Margarida”, de Roberto Athayde. O evento contou ainda com um varal poético com e da exposição de arte intitulada “Negras”, da professora Liana Chaves (DAV/CCHLA/UFPB).</p>
<p><em>Fonte: Ascom ADUFPB</em></p>
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		<item>
		<title>ADUFPB realiza café da manhã no Dia das Mulheres</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 15:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[A ADUFPB realizou na manhã desta segunda-feira (8) um café da manhã especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. O evento foi prestigiado por professores e professoras, que lembraram a importância da data, reforçando a luta histórica das mulheres contra a violência e o preconceito. Confira abaixo algumas fotos do café da manhã e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ADUFPB realizou na manhã desta segunda-feira (8) um café da manhã especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. O evento foi prestigiado por professores e professoras, que lembraram a importância da data, reforçando a luta histórica das mulheres contra a violência e o preconceito. Confira abaixo algumas fotos do café da manhã e veja o álbum completo clicando <a href="http://www.flickr.com/photos/galeria-adufpb/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Ainda dentro das comemorações do 8 de Março, a ADUFPB realiza na próxima quinta-feira a mesa-redonda “O Passado e o Presente do Feminismo”. O evento acontece no auditório 212 do Centro de Ensino do Campus I da UFPB, em João Pessoa.  A abertura será feita com uma apresentação teatral de Marianna Chaves, que interpretará trecho da obra “Apareceu a Margarida”, de Roberto Athayde.</p>
<p>Em seguida, terá início o debate, com a presença das expositoras Gloria Rabay, Liane Schneder, Maria Eulina de Carvalho, Maria Lucia Lopes e Sandra Raquel. Os participantes do evento poderão também apreciar a exposição de arte intitulada “Negras”, da professora Liana Chaves (DAV/CCHLA/UFPB).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/galeria-adufpb/4417329636/"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2789/4417329636_4858245672.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/galeria-adufpb/4417328390/in/photostream/"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2707/4417328390_1c2e5168fc.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/galeria-adufpb/4416559539/in/photostream/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4046/4416559539_12785e0683.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/galeria-adufpb/4417304914/in/photostream/"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2711/4417304914_49fed9f98f.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/galeria-adufpb/4417291670/in/photostream/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4016/4417291670_2dceee4397.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mulheres: cem anos de luta contra a opressão e a exploração</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 14:24:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[8 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Socorro Aguiar
1ª vice-presidente da Regional Norte II do ANDES-SN e uma das coordenadoras do GT Gênero, Raça e Classe do Sindicato Nacional

O centenário do 8 de março
Neste 8 de março, comemoramos 100 anos do Dia Internacional da Mulher. Porém, um século depois, seja no seu local de trabalho ou em seus lares, as mulheres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Socorro Aguiar<br />
1ª vice-presidente da Regional Norte II do ANDES-SN e uma das coordenadoras do GT Gênero, Raça e Classe do Sindicato Nacional<br />
</em><br />
<strong>O centenário do 8 de março</strong><br />
Neste 8 de março, comemoramos 100 anos do Dia Internacional da Mulher. Porém, um século depois, seja no seu local de trabalho ou em seus lares, as mulheres continuam a ser submetidas ao machismo, à opressão e à exploração. Conquistaram seu espaço no mercado de trabalho, porém, há muito a ser conquistado. A luta contra a violência, a precarização do trabalho e os salários pagos que, em muitos casos, são menores do que os pagos aos homens, ainda são os principais desafios impostos as mulheres brasileiras.</p>
<p>A própria origem do Dia Internacional da Mulher nos fala sobre essa realidade. No dia 8 de março de1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade de Nova York, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como redução da jornada de trabalho para dez horas (trabalhavam 16 horas por dia), salários iguais aos dos homens (elas recebiam um terço do salário de um homem para executar a mesma tarefa) e tratamento digno no ambiente de trabalho.</p>
<p>A manifestação foi violentamente reprimida. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Pelo menos 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano. Somente em 1910, durante uma conferência na Dinamarca, decidiu-se que o 8 de março passaria a ser o dia “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem às mulheres que morreram naquela fábrica em 1857. Em 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU.</p>
<p>O ANDES-SN considera o 8 de Março um dia de lutas e mobilizações pela emancipação da mulher trabalhadora, contra toda forma de opressão e exploração!</p>
<p><strong>Uma realidade que ainda precisa ser mudada</strong><br />
Em diversas questões pode-se verificar que, sob  o capitalismo, a vida da mulher ainda é marcada pelo sofrimento, desigualdades e pobreza.</p>
<p>A violência perpetrada à mulher, na maioria das vezes de dentro de seu próprio lar, é uma realidade dolorosa. Dois exemplos recentes exemplificam essa situação. No dia 20 de janeiro Maria Islaine de Morais, 31 anos, foi assassinada pelo ex-marido, Fábio W. da Silva, 30 anos. O crime ocorreu em BH, diante das câmeras instaladas no salão de beleza de sua propriedade e na presença de mais três mulheres, após ameaças constantes à Maria Islaine e uma bomba jogada na porta do salão há quatro meses. Em Belém (PA), também em janeiro, uma jovem foi violentamente espancada, tendo sua face deformada, e recebeu um tiro na medula espinhal que a deixou paraplégica pelo simples fato de ter reagido ao assédio sexual de um policial, em uma festa na periferia da cidade.</p>
<p>A ausência de direitos básicos é outra questão que mostra as dificuldades pelas quais ainda passa a mulher trabalhadora. A licença maternidade é uma delas. A garantia da licença maternidade de no mínimo seis meses deve ser assegurada a todas as trabalhadoras, sem nenhum benefício à patronal, garantida pelo estado e estendida aos pais, que devem fazer parte da educação dos filhos.</p>
<p>Hoje, mais de 69% das mulheres que trabalham estão localizadas nas pequenas e médias empresas e/ou em empregos precarizados e não têm o direito à licença maternidade. No mercado formal grande parte delas tem somente quatro meses de licença maternidade, ainda que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, o tempo mínimo necessário é de seis meses.</p>
<p>O governo Lula sancionou no dia 10 de setembro de 2008 a extensão da licença maternidade de quatro  para seis meses, propondo que essa isenção seja facultada às empresas. Isto é, sujeita à negociação entre os patrões e as trabalhadoras, bem como garante a isenção fiscal no imposto de renda.</p>
<p>A previsão é de que o governo deixará de arrecadar de R$ 500 milhões a R$ 800 milhões ao ano com essas isenções. Vale ressaltar que as trabalhadoras do mercado informal, bem como as empregadas domésticas, não terão esse direito.</p>
<p>É preciso unificar todas as mulheres trabalhadoras e suas organizações e fazer valer esse direito que tanta luta tem custado e exigir de Lula e dos governos estaduais e municipais, bem como das empresas a imediata aplicação da licença maternidade de seis meses obrigatória.</p>
<p>O direito a creches é praticamente inexistente para a mulher trabalhadora brasileira. O Brasil tem 84, 5% de crianças fora das creches. Na região norte, esse índice é de espantosos 91,6%. Isso significa que as mulheres que não têm com quem deixar seus filhos. Mesmo que encontrem emprego, simplesmente não podem trabalhar.</p>
<p>A luta pelo emprego e sua manutenção, bem como o direito de ganhar salário igual ao do homem por uma mesma tarefa, também fazem parte do cotidiano da mulher. Matérias veiculadas em programas de TV mostram que, em 2010, a mulher já perdeu 5% do seu posto de trabalho e a mulher jovem sem qualificação, ao lado da mulher negra, são aquelas que mais sofrem com o desemprego e a pobreza.</p>
<p>A verdadeira situação da mulher trabalhadora e pobre é dada pelas cifras. As próprias instituições imperialistas (ONU, OIT, UNICEF, Banco Mundial) mostram como vivem as mulheres pobres e trabalhadoras pelo mundo afora.</p>
<p>As mulheres somam 70% dos 1,3 bilhões de pobres absolutos do mundo. Isto é assim mesmo que, segundo dados da ONU, o trabalho da mulher tenha um papel de primeira ordem já que entre o 50% e 80% da produção e comercialização de alimentos está em suas mãos.</p>
<p>No nível do trabalho, estima-se que o trabalho não remunerado da mulher no lar representa um terço da produção econômica mundial (ONU). Das mulheres em idade de trabalhar (fora do lar), apenas o fazem 54% contra 80% dos homens (OIT). As mulheres desempenham a maior parte dos trabalhos mal pagos e menos protegidos (OIT). As mulheres ganham entre 20% e 30% menos que os homens (OIT).</p>
<p>Em se tratando da educação, 2/3 dos 876 milhões de analfabetos do mundo são mulheres. Ao completar os 18 anos, as garotas têm em média 4,4 anos menos de educação que os homens da mesma idade. Dos 121 milhões de crianças não escolarizados no mundo, 65 milhões são meninas. (ONU, Unicef).</p>
<p>Já quanto à saúde, a cada ano morrem no mundo mais de meio milhão de mulheres em função de problemas acarretados pela gravidez e pelo parto, o que está diretamente relacionado ao nível  pobreza. Nos países coloniais e semicoloniais (agora conhecidos como países em vias de desenvolvimento), a taxa de mortalidade materna é de um a cada 48 partos. Em países europeus, como a Espanha, morrem 3,9 mulheres a cada 100 mil. Na Espanha 98% das mulheres recebem assistência durante a gravidez e o parto. Nos países coloniais e semicoloniais, 35% das mulheres não recebem atenção pré-natal; quase 50% dá à luz sem assistência especializada. As últimas estatísticas indicam que há mais mulheres que homens infectadas pelo vírus da AIDS.</p>
<p>Esse é o panorama da vida da mulher sob o capitalismo atual. Acreditamos que só a organização e a luta podem mudar esse triste quadro.</p>
<p>Um 8 de Março de Raça, Classe e Internacionalismo: Toda solidariedade às Mulheres do Haiti!<br />
No Brasil 55% das trabalhadoras informais são negras. Do conjunto de mulheres trabalhadoras negras, 57% são domésticas, sendo que 54,5% trabalham sem carteira assinada. Isso é dupla discriminação contra a mulher e mostra o sofisticado racismo no mercado de trabalho. Essa realidade é vivida com muito mais profundidade pelas mulheres negras do Haiti.  São elas as que ganham os salários mais miseráveis do mundo e que não têm direito algum.</p>
<p>O Movimento Mulheres em Luta da CONLUTAS, no Dia Internacional da Mulher, divulga a campanha classista de solidariedade ao Haiti, denunciando a ocupação militar naquele país. Panfletos serão distribuídos nacionalmente com alertas sobre a exploração sofrida pelas mulheres haitianas, que são violentadas e humilhadas pelas tropas de ocupação. Sem contar às mortes que seguem por conta da fome e do caos social após o terrível terremoto que devastou aquele país, deixando mais de um milhão de desabrigados.<br />
<em>Fonte: ANDES-SN</em></p>
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		<title>Banco de avaliadores recebe inscrições de pesquisadores</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 13:51:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Inep]]></category>
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		<description><![CDATA[No período de 8 a 15 de março, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) receberá inscrições de docentes e pesquisadores de instituições públicas de todo o Brasil interessados em compor o banco de colaboradores das avaliações do instituto. A primeira convocação de 2010 selecionará especificamente três perfis: elaboradores, revisores e corretores de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No período de 8 a 15 de março, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) receberá inscrições de docentes e pesquisadores de instituições públicas de todo o Brasil interessados em compor o banco de colaboradores das avaliações do instituto. A primeira convocação de 2010 selecionará especificamente três perfis: elaboradores, revisores e corretores de itens.</p>
<p>Entre os requisitos básicos, os interessados deverão ter diploma de graduação em licenciatura ou bacharelado, ter vínculo com instituições públicas de ensino ou pesquisa e não ser do quadro de servidores efetivos ou comissionados dos órgãos e entidades do MEC. O cadastramento do colaborador é o primeiro passo para a construção do banco de itens do Inep.</p>
<p>As inscrições deverão ser feitas pelo site http://bni.inep.gov.br. Depois do cadastramento, os colaboradores serão analisados com base nos requisitos complementares de cada área, especificados no Edital de credenciamento.</p>
<p>Os candidatos com as melhores pontuações serão convocados para as capacitações e para o 1º Evento de Elaboração de Itens (EEI) de 2010. Está prevista a seleção de 25 revisores de língua portuguesa e 500 elaboradores e revisores técnicos de itens. A lista com a convocação para o treinamento dos colaboradores sairá no dia 18 de março. Eles terão até o dia 22 do mês corrente para confirmar presença. Várias capacitações serão realizadas em todas as regiões do país, de 10 de abril a 31 de julho.</p>
<p>A remuneração dos itens elaborados e revisados será feita com base no auxílio da avaliação educacional: o elaborador receberá R$ 100,00 por item aceito, após aprovação dos revisores técnicos do Inep; o revisor técnico, R$ 50,00 por item revisado; e o revisor de língua portuguesa, R$ 20,00.</p>
<p>O banco de colaboradores será aberto para novos cadastramentos sempre que necessário, mediante divulgação de chamada pública na página eletrônica do Inep e publicação de edital de cadastramento e credenciamento, devendo o candidato a colaborador passar por todas as etapas e cumprir com os requisitos exigidos.</p>
<p>Mais informações poderão ser obtidas pelo telefone 0800 61 6161.</p>
<p><em>Assessoria de Imprensa do Inep</em></p>
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		<title>Centros Acadêmicos da UFPB realizam &#8220;trote legal&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:46:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os Centros Acadêmicos do campus I da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, acolheram a idéia da Prefeitura da UFPB e vão realizar um “trote legal”, totalmente inverso aos trotes de outras universidades, que se caracterizam pela brutalidade aplicada contra os feras (novos alunos).
Na próxima terça-feira (9), os novos alunos do campus I da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Centros Acadêmicos do campus I da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, acolheram a idéia da Prefeitura da UFPB e vão realizar um “trote legal”, totalmente inverso aos trotes de outras universidades, que se caracterizam pela brutalidade aplicada contra os feras (novos alunos).</p>
<p>Na próxima terça-feira (9), os novos alunos do campus I da UFPB, classificados no último vestibular, serão recepcionados de maneira diferente do convencional: serão vestidos de fardamento de garis e munidos das ferramentas necessárias para fazerem a coleta seletiva de lixo do campus.</p>
<p>De acordo com as informações do engenheiro Antônio Borba Guimarães, coordenador de Infraestrutura da Prefeitura da UFPB e membro da Comissão de Implantação da Coleta Seletiva, o “fera” que coletar a maior quantidade de lixo seletivo será contemplado com um prêmio simbólico.</p>
<p>O fardamento e o carro apropriado para a coleta do lixo seletivo estão sendo solicitados pelos Centros Acadêmicos à Empresa Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).</p>
<p><em>Fonte: Agência de Notícias UFPB</em></p>
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