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	<title>ADUFPB</title>
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	<description>Sindicato dos Professores da Universidade Federal da Paraíba</description>
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		<title>Campus de Bananeiras realiza encontro Agroindustrial</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 12:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Campus de Bananeiras realiza encontro Agroindustrial
De 1 a 3 de setembro será discutido o sistema agroalimentar com o objetivo de integrar os meios acadêmico e profissional
O Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial da Universidade Federal da Paraíba realiza no campus de Bananeiras, de 1º a 3 de setembro, a partir das 9 horas, o VII [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Campus de Bananeiras realiza encontro Agroindustrial</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">De 1 a 3 de setembro será discutido o sistema agroalimentar com o objetivo de integrar os meios acadêmico e profissional</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial da Universidade Federal da Paraíba realiza no campus de Bananeiras, de 1º a 3 de setembro, a partir das 9 horas, o VII Seminagro – Seminário da Agroindústria, com o tema Inovações Agroindustriais para o Crescimento Sustentável no Semi-Árido Brasileiro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O objetivo é promover a integração entre o meio acadêmico e empresarial; disseminar conhecimentos e discutir os problemas do sistema agroalimentar, enfocando as novas tecnologias de processos, tendências de mercado e modelos de gestão.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Realizado no Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias (CCHSA) o seminário é aberto a participação de profissionais, empresários, pesquisadores, professores e estudantes de cursos técnicos, de graduação e pós-graduação.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em paralelo ao VII Seminagro acontece a IV Jornada Nacional da Agroindústria, um espaço para divulgação de trabalhos científicos desenvolvidos por profissionais, pesquisadores e estudantes que atuam na agroindústria nacional.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Durante a programação serão apresentados trabalhos nas áreas de agroecologia, agropecuária, educação e extensão, gestão do agronegócio, ciência e tecnologia de alimentos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mais informações pela internet na página: http://seminagro.com.br.nrserver7.net/VII/default.php ou no Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial – Universidade Federal da Paraíba – Campus III, Bananeiras/PB – CEP: 58.220-000, telefone (83) 3367-1200, e-mail mariaufp@gmail.com</div>
<p>O Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial da Universidade Federal da Paraíba realiza no campus de Bananeiras, de 1º a 3 de setembro, a partir das 9 horas, o VII Seminagro – Seminário da Agroindústria, com o tema Inovações Agroindustriais para o Crescimento Sustentável no Semi-Árido Brasileiro.</p>
<p>O objetivo é promover a integração entre o meio acadêmico e empresarial; disseminar conhecimentos e discutir os problemas do sistema agroalimentar, enfocando as novas tecnologias de processos, tendências de mercado e modelos de gestão.</p>
<p>Realizado no Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias (CCHSA) o seminário é aberto a participação de profissionais, empresários, pesquisadores, professores e estudantes de cursos técnicos, de graduação e pós-graduação.</p>
<p>Em paralelo ao VII Seminagro acontece a IV Jornada Nacional da Agroindústria, um espaço para divulgação de trabalhos científicos desenvolvidos por profissionais, pesquisadores e estudantes que atuam na agroindústria nacional.</p>
<p>Durante a programação serão apresentados trabalhos nas áreas de agroecologia, agropecuária, educação e extensão, gestão do agronegócio, ciência e tecnologia de alimentos.</p>
<p>Mais informações pela internet na página: http://seminagro.com.br.nrserver7.net/VII/default.php ou no Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial – Universidade Federal da Paraíba – Campus III, Bananeiras/PB – CEP: 58.220-000, telefone (83) 3367-1200, e-mail mariaufp@gmail.com</p>
<div></div>
<div><em>Fonte: Agência UFPB</em></div>
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		<title>UFPB vira centro mundial da Educação Biocêntrica</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 12:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[UFPB vira centro mundial da Educação Biocêntrica
Universidade vai abrigar até o dia 7 de setembro I Congresso Internacional de Educação Biocêntrica e o XXI Encontro Nordestino de Biodança
Diretores de Escolas de Biodança de várias partes do mundo estarão reunidos no dia 03 de setembro no Centro de Educação da UFPB para avaliar o desenvolvimento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">UFPB vira centro mundial da Educação Biocêntrica</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Universidade vai abrigar até o dia 7 de setembro I Congresso Internacional de Educação Biocêntrica e o XXI Encontro Nordestino de Biodança</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Diretores de Escolas de Biodança de várias partes do mundo estarão reunidos no dia 03 de setembro no Centro de Educação da UFPB para avaliar o desenvolvimento de ações e consolidar parcerias.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A reunião se dará por ocasião do I Congresso Internacional de Educação Biocêntrica, realizado no período de 2 a 5 de setembro. A reunião contará com a presença de Raúl Terrén, presidente da International Biocentric Foundation, fundação que dirige metodologicamente as ações de Biodança no mundo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Já estão confirmadas as presenças de diretores de escolas de vários países da Europa, como  Itália, França, Espanha, Portugal e Suiça, além de diferentes países da América do Sul, como Colômbia, Argentina e Chile.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A reunião também tem como ponto de pauta as ações desenvolvidas pela UFPB no que se refere a Educação Biocêntrica. Os diretores querem conhecer com detalhes as atividades desenvolvidas pelo CE-UFPB no campo da Educação Biocêntrica. Essas ações servem de modelo para o desenvolvimento de ações educativas no mundo inteiro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O Centro de Educação mantém a Escola de Formação em Educação Biocêntrica, dirigida pela Doutora Elisa Gonsalves. Essa Escola ministra cursos, vivências de Educação Biocêntrica, além de ter um histórico de sucesso na implantação de projetos em escolas e instituições de saúde.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Além de pessoas do exterior, a reunião também terá a presença de diretores de vários estados do país, como Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Paraíba.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Encontro Nordestino</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Já pensou em sentir a vida através do contato humano, do movimento, da música? Pois assim é a Biodança, uma filosofia que vai ser amplamente discutida em João Pessoa, durante o XXI Encontro Nordestino de Biodança. O evento vai ser realizado, de 4 a 7 de setembro, no Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Estamos honrados por sediar, pela primeira vez na história da Biodança, um evento desse porte no interior de uma universidade”, comentou Elisa Gonsalves, diretora da Escola de Biodança Sistema Rolando Toro do Extremo Oriental das América e professora do Centro de Educação da UFPB.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Durante o evento vão ser realizadas conferências e vivências de biodança em pontos turísticos de João Pessoa, a exemplo da praia do Cabo Branco. A sessão solene de abertura vai ser no auditório da Reitoria e contará com a presença do reitor da UFPB, professor Rômulo Polari. O conferencista Raúl Terrén, presidente da International Biocentric Foundation, falará sobre “A Mística Biocêntrica”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Temas como “Biodança: a arte do cuidado”, “Vivência Plena da Vida: Um Caminho de Coração”, “Resgate da Masculinidade Profunda”, “Pedagogia da Corporeidade”, “As Faces do Amor”, e “Biodança e Autorregulação Endócrina” vão ser discutidos durante o encontro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O XXI Encontro Nordestino de Biodança  será realizado dentro do I Congresso Internacional de Educação Biocêntrica, que a UFPB sedia de 2 a 5 de setembro, e que vai reunir professores e pesquisadores de Portugal, França, Itália, Chile e Colômbia.</div>
<p>Diretores de Escolas de Biodança de várias partes do mundo estarão reunidos no dia 03 de setembro no Centro de Educação da UFPB para avaliar o desenvolvimento de ações e consolidar parcerias.</p>
<p>A reunião se dará por ocasião do I Congresso Internacional de Educação Biocêntrica, realizado no período de 2 a 5 de setembro. A reunião contará com a presença de Raúl Terrén, presidente da International Biocentric Foundation, fundação que dirige metodologicamente as ações de Biodança no mundo.</p>
<p>Já estão confirmadas as presenças de diretores de escolas de vários países da Europa, como  Itália, França, Espanha, Portugal e Suiça, além de diferentes países da América do Sul, como Colômbia, Argentina e Chile.</p>
<p>A reunião também tem como ponto de pauta as ações desenvolvidas pela UFPB no que se refere a Educação Biocêntrica. Os diretores querem conhecer com detalhes as atividades desenvolvidas pelo CE-UFPB no campo da Educação Biocêntrica. Essas ações servem de modelo para o desenvolvimento de ações educativas no mundo inteiro.</p>
<p>O Centro de Educação mantém a Escola de Formação em Educação Biocêntrica, dirigida pela Doutora Elisa Gonsalves. Essa Escola ministra cursos, vivências de Educação Biocêntrica, além de ter um histórico de sucesso na implantação de projetos em escolas e instituições de saúde.</p>
<p>Além de pessoas do exterior, a reunião também terá a presença de diretores de vários estados do país, como Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Paraíba.</p>
<p><strong>Encontro Nordestino </strong></p>
<p>Já pensou em sentir a vida através do contato humano, do movimento, da música? Pois assim é a Biodança, uma filosofia que vai ser amplamente discutida em João Pessoa, durante o XXI Encontro Nordestino de Biodança. O evento vai ser realizado, de 4 a 7 de setembro, no Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).</p>
<p>“Estamos honrados por sediar, pela primeira vez na história da Biodança, um evento desse porte no interior de uma universidade”, comentou Elisa Gonsalves, diretora da Escola de Biodança Sistema Rolando Toro do Extremo Oriental das América e professora do Centro de Educação da UFPB.</p>
<p>Durante o evento vão ser realizadas conferências e vivências de biodança em pontos turísticos de João Pessoa, a exemplo da praia do Cabo Branco. A sessão solene de abertura vai ser no auditório da Reitoria e contará com a presença do reitor da UFPB, professor Rômulo Polari. O conferencista Raúl Terrén, presidente da International Biocentric Foundation, falará sobre “A Mística Biocêntrica”.</p>
<p>Temas como “Biodança: a arte do cuidado”, “Vivência Plena da Vida: Um Caminho de Coração”, “Resgate da Masculinidade Profunda”, “Pedagogia da Corporeidade”, “As Faces do Amor”, e “Biodança e Autorregulação Endócrina” vão ser discutidos durante o encontro.</p>
<p>O XXI Encontro Nordestino de Biodança  será realizado dentro do I Congresso Internacional de Educação Biocêntrica, que a UFPB sedia de 2 a 5 de setembro, e que vai reunir professores e pesquisadores de Portugal, França, Itália, Chile e Colômbia.</p>
<p><em>Fonte: Agência UFPB</em></p>
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		<title>Agenda ADUFPB 2011 abre inscrições para colaboração com imagens e textos</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 16:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Agenda]]></category>

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		<description><![CDATA[A ADUFPB abriu inscrições para os docentes sindicalizados que queiram colaborar com a AGENDA 2011 enviando trabalhos autorais em fotografia, poesias e ilustrações. Para participar, os professores já podem entregar diretamente as imagens fotográficas (arquivos digitais ou impressão em papel fotográfico) em mídia digital (CD/DVD) na assessoria de imprensa ou na recepção da ADUFPB (Centro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2009/11/FOTO-DAS-CAPAS2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-688" title="Agendas" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2009/11/FOTO-DAS-CAPAS2-300x248.jpg" alt="Agendas" width="300" height="248" /></a>A ADUFPB abriu inscrições para os docentes sindicalizados que queiram colaborar com a AGENDA 2011 enviando trabalhos autorais em fotografia, poesias e ilustrações. Para participar, os professores já podem entregar diretamente as imagens fotográficas (arquivos digitais ou impressão em papel fotográfico) em mídia digital (CD/DVD) na assessoria de imprensa ou na recepção da ADUFPB (Centro de Vivência do Campus I). Será possível também enviar o material pela internet. Na próxima segunda-feira, o serviço estará disponível no site do Sindicato. Será necessário preencher uma ficha de inscrição com detalhes sobre o trabalho.</p>
<p>As fotografias, poemas e ilustrações publicadas na Agenda 2011 farão parte de uma mini-exposição que será realizada na sede sociocultural da ADUFPB (Cabo Branco) durante o lançamento da publicação. Os trabalhos também serão expostos em uma galeria virtual no site do Sindicato.</p>
<p>Para participar, a Comissão Editorial da Agenda da ADUFPB 2011 sugere aos colaboradores que todo material enviado para publicação na agenda siga algumas normas para a seleção:</p>
<p>- <strong>Imagens fotográficas digitais e impressas:</strong> Imagens coloridas ou em preto e branco, manipuladas ou não, e obtidas por meio de equipamento analógico (câmara de qualquer formato) ou digital, com resolução mínima de 300 dpi e em formato JPG. O tema é livre, e a imagem deve ter clareza, nitidez e estar em bom estado (não haverá manipulação digital/tratamento das imagens). Podem ser inscritas até três imagens, sendo que apenas uma ou até duas imagens serão publicadas, a critério da Comissão Editorial.</p>
<p>Para participar, é indispensável a identificação completa de autoria do trabalho na ficha de inscrição que será disponibilizada no site do sindicato (www.adufpb.org.br). A ADUFPB não se responsabiliza pelo uso de imagem de pessoas fotografadas (se houver), cabendo exclusivamente ao autor da fotografia obter as autorizações para uso de imagem das pessoas eventualmente retratadas, bem como responder pelas implicações legais em caso de questionamentos judiciais ou extrajudiciais.</p>
<p><strong>- Poemas</strong> – Devido ao reduzido espaço disponível na agenda para publicação de poemas, a Comissão Editorial sugere que os textos sejam curtos e breves.</p>
<p><strong>- Ilustrações</strong> &#8211; Coloridas ou em preto e branco, com técnica livre, respeitando a clareza do material apresentado, estar em bom estado e ter o formato máximo da área de uma folha A4 (21,5 x 39,7 cm). Para arquivos digitais, devem ter o mínino de 300 dpi de resolução.</p>
<p>Distribuída exclusivamente entre os docentes filiados à ADUFPB, a Agenda 2011 é um brinde produzido pelo sindicato para os professores da UFPB. A publicação tem um design gráfico personalizado e se tornou, ao longo dos anos, quase imprescindível para milhares de docentes que, no corre-corre diário, utilizam para diversos fins, desde anotações pedagógicas ou pessoais à leitura das dezenas de poemas, frases e imagens que estão impressas nas páginas como suporte para reflexão da vida e do mundo.</p>
<p>A Comissão Editorial da Agenda espera que, este ano, um número maior colaboradores participe desta agenda, visto que a edição de 2010 teve aceitação unânime de todos os professores filiados.</p>
<p><em>Fonte: Ascom ADUFPB</em></p>
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		<title>Companheiros das Américas realiza assembleia</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 15:46:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Companheiros das Américas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Comitê Paraíba-Connecticut da rede internacional de voluntários “Companheiros das Américas” convida todos os seus associados a participarem nesta terça-feira, dia 31 de agosto, da reunião de Assembleia Geral que será realizada no Auditório do Hotel Igatu (avenida Cabo Branco, 1948, em João Pessoa), a partir das 19h30.
A reunião apresentará informes sobre eventos e notícias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê Paraíba-Connecticut da rede internacional de voluntários “Companheiros das Américas” convida todos os seus associados a participarem nesta terça-feira, dia 31 de agosto, da reunião de Assembleia Geral que será realizada no Auditório do Hotel Igatu (avenida Cabo Branco, 1948, em João Pessoa), a partir das 19h30.</p>
<p>A reunião apresentará informes sobre eventos e notícias do Comitê local e do Central, em Washington. Haverá também a palestra e exposição “Marrocos – Um olhar do outro lado do Oceano”, do professor Carlos Cartaxo, do Departamento de Artes Cênicas.</p>
<p>O Comitê Paraíba-Connecticut lembra, ainda, que os associados devem enviar a ficha de recadastramento à sede da entidade (SIUSP – Secretaria de Integração Universidade Setor Produtivo da UFPB – Cidade Universitária, 3º andar da Reitoria) e realizar o pagamento da anuidade, no valor de R$ 50. Os associados podem procurar o tesoureiro, professor João Batista, ou o diretor Executivo, professor José Antonio da Silva.</p>
<p><em>Fonte: Ascom ADUFPB</em></p>
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		<title>CCHLA promove workshop sobre processo de composição literária</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 23:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CCHLA]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA), o Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) e a ADUFPB promovem na próxima semana o workshop “Viajando com Karen Tei Yamashita”, que visa discutir o processo de composição literária. O evento será realizado nos dias 30 de agosto e 1º de setembro, na sala 402 do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/yamashitaWEB.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1271" title="yamashitaWEB" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/yamashitaWEB.jpg" alt="yamashitaWEB" width="193" height="188" /></a>O Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA), o Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) e a ADUFPB promovem na próxima semana o workshop “Viajando com Karen Tei Yamashita”, que visa discutir o processo de composição literária. O evento será realizado nos dias 30 de agosto e 1º de setembro, na sala 402 do CCHLA (no campus I da UFPB, em João Pessoa), a partir das 14h30. Inscrições podem ser feitas no PPGL.</p>
<p>Karen Tei Yamashita veio ao Brasil em 1975, como bolsista da Fundação Thomas J. Watson. Efetuou pesquisas, por dois anos, sobre imigrantes japoneses no Brasil e permaneceu, aqui, por nove anos. Retornou à Califórnia e ganhou os prêmios: Janet Heidinger Kafka Prize e American Book Award from Columbus Foundation, por seu primeiro romance Through the Arc of the Rain Forest. Sua produção para teatro tem adquirido uma recepção bastante favorável no Oeste dos Estados Unidos.</p>
<p>Durante o workshop, ela discutirá a composição literária por meio da descrição e análise de procedimentos como as etapas que envolvem o processo de escrita da obra ficcional, a avaliação do processo de escrita, os modelos que influenciam a escrita ficcional e a reação aos textos sobre técnicas de escrita.</p>
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		<title>Boletim ADUFPB &#124; nº 86 &#124; Agosto de 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 17:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boletim ADUFPB]]></category>
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		<description><![CDATA[Boletim ADUFPB &#124; nº 86 &#124; Agosto de 2010

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			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://issuu.com/adufpb/docs/boletim-adufpb-n-86-agosto-de-2010?mode=embed&amp;amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fdark%2Flayout.xml&amp;amp;showFlipBtn=true" target="_blank">Boletim ADUFPB | nº 86 | Agosto de 2010</a></h3>
<p><a href="http://issuu.com/adufpb/docs/boletim-adufpb-n-86-agosto-de-2010?mode=embed&amp;amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fdark%2Flayout.xml&amp;amp;showFlipBtn=true" target="_blank"><img class="size-full wp-image-740 alignnone" title="capa-boletim-n84" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/capa-boletim-n86.gif" alt="capa-boletim-n85" width="113" height="160" /></a></p>
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		<title>POESIA: No Cosmo do Campus</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 14:54:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Poema do professor Antonio Gomes para a &#8220;multipoetisa&#8221; Celinha
NO COSMO DO
CAMPUS
Dedica Antonio Gomes
à multipoetisa Célia Lopes.
Quando
a poetisa
Célia,
lá no
sindicato
de todos nós professores,
nos
cumprimentou
(a mim e a meu filho Pablo)
mais que
educadamente
(generosamente, até),
com as duas mãos
espal-
dadas
no sentido
das nuvens dos
céus&#8230;,
EU ME
ALEMBREI,
PELA IMAGINAÇÃO,
DE SUA MÃE E
DE MINHA MÃE
DONA NINÁ
D’TAPEROÁ E
DE TODAS AS NOSSAS MÃES,
JUNTAS,
ORANDO,
PELO MUNDO AFORA
(TAL A COMPANHEIRA DO
POETA CAMARADA
JOÃO CABRAL [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poema do professor Antonio Gomes para a &#8220;multipoetisa&#8221; Celinha</p>
<p><strong>NO COSMO DO</strong></p>
<p><strong>CAMPUS</strong></p>
<p><em>Dedica Antonio Gomes</em></p>
<p><em>à multipoetisa Célia Lopes.</em></p>
<p>Quando</p>
<p>a poetisa</p>
<p>Célia,</p>
<p>lá no</p>
<p>sindicato</p>
<p>de todos nós professores,</p>
<p>nos</p>
<p>cumprimentou</p>
<p>(a mim e a meu filho Pablo)</p>
<p>mais que</p>
<p>educadamente</p>
<p>(generosamente, até),</p>
<p>com as duas mãos</p>
<p>espal-</p>
<p>dadas</p>
<p>no sentido</p>
<p>das nuvens dos</p>
<p>céus&#8230;,</p>
<p style="padding-left: 60px;">EU ME</p>
<p style="padding-left: 60px;">ALEMBREI,</p>
<p style="padding-left: 60px;">PELA IMAGINAÇÃO,</p>
<p style="padding-left: 60px;">DE SUA MÃE E</p>
<p style="padding-left: 60px;">DE MINHA MÃE</p>
<p style="padding-left: 60px;">DONA NINÁ</p>
<p style="padding-left: 60px;">D’TAPEROÁ E</p>
<p style="padding-left: 60px;">DE TODAS AS NOSSAS MÃES,</p>
<p style="padding-left: 60px;">JUNTAS,</p>
<p style="padding-left: 60px;">ORANDO,</p>
<p style="padding-left: 60px;">PELO MUNDO AFORA</p>
<p style="padding-left: 60px;">(TAL A COMPANHEIRA DO</p>
<p style="padding-left: 60px;">POETA CAMARADA</p>
<p style="padding-left: 60px;">JOÃO CABRAL DE MELO NETO),</p>
<p style="padding-left: 60px;">ORANDO</p>
<p style="padding-left: 60px;">PARA TODOS NÓS</p>
<p style="padding-left: 60px;">SERMOS</p>
<p style="padding-left: 60px;">FELIZES.</p>
<p align="right">UFPB, Campus 1,</p>
<p align="right">João Pessoa, 20.03.2010&#8243;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>ANDES-SN e governo voltam a discutir estruturação da carreira docente</title>
		<link>http://www.adufpb.org.br/andes-sn-e-governo-voltam-a-discutir-estruturacao-da-carreira-docente/</link>
		<comments>http://www.adufpb.org.br/andes-sn-e-governo-voltam-a-discutir-estruturacao-da-carreira-docente/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 13:15:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Andes]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira Docente]]></category>

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		<description><![CDATA[ANDES-SN e governo voltam a discutir estruturação da carreira docente
Representantes do ANDES-SN solicitaram ao secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MP, Duvanier Paiva, em audiência realizada nesta terça-feira (24/8), esclarecimentos sobre uma série de incongruências identificadas na minuta do projeto de lei – PL de estruturação da carreira docente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">ANDES-SN e governo voltam a discutir estruturação da carreira docente</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Representantes do ANDES-SN solicitaram ao secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MP, Duvanier Paiva, em audiência realizada nesta terça-feira (24/8), esclarecimentos sobre uma série de incongruências identificadas na minuta do projeto de lei – PL de estruturação da carreira docente apresentado pelo governo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Veja as fotos</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O 1º vice-presidente do ANDES-SN, Luiz Henrique Schuch, abriu a audiência informando o ministro o ritmo de discussão sobre o conteúdo do documento, em curso no âmbito do Sindicato Nacional. De acordo com ele, “as deliberações já tomadas nas assembléias docentes apontam severas críticas à minuta de PL, bem como aos fundamentos nela contidos”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ele destacou que, apesar disso, a base do movimento reconhece a importância do processo. “O fato de identificarmos divergências entre o que o governo apresenta e aqueles fundamentos compatíveis com a construção da universidade pública de qualidade só reforça a necessidade de nos empenharmos todos, movimento docente e governantes, na busca de uma negociação efetiva para construir e qualificar a carreira docente.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Questionamentos</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os representantes do ANDES-SN protocolaram, durante a reunião, documento com os questionamentos surgidos durante os debates com a base da categoria. O primeiro desses questionamentos é sobre a própria natureza do PL. A dúvida é se a proposta do governo visa estruturar a carreira em vigor desde 1987 ou criar uma nova carreira, já que uma e outra possibilidade trariam implicações distintas no enquadramento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O documento também questiona sobre a destinação das gratificações existentes hoje, sobre os fatores condicionantes para a progressão, sobre as relações entre a remuneração docente e as fundações privadas, sobre a dinâmica de transposição dos cargos e sobre a garantia da autonomia universitária, entre outros pontos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Confira o documento</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Pressupostos</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Na reunião, os representantes do ANDES-SN também apresentaram os pressupostos definidos pelos docentes para funcionar como balizadores do processo. De acordo com Schuch, a categoria não concorda com o distanciamento da carreira única para docentes do ensino superior e a da chamada carreira de Educação Básica, Técnica e Tecnológica – EBTT.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Reivindica também a estabilidade na carreira como elemento estimulador de toda uma vida profissional. “Não concordamos, por exemplo, com ataques à estrutura da carreira para corrigir disfunções salariais, como tem acontecido nos últimos anos. A experiência tem demonstrado que uma carreira bem estruturada facilita o sucesso de campanhas salariais e, ao contrário, a incidência de alterações aos sobressalto na carreira, mesmo que a favor de alguma vantagem salarial imediata, resulta em prejuízo para todos logo depois”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Propõe, ainda, que a carreira recupere a valorização do trabalho docente de forma equilibrada entre o tempo de serviço, a formação continuada, a priorização do regime de Dedicação Exclusiva e que a avaliação dos planos de trabalho acadêmicos seja procedida no âmbito da avaliação institucional, respeitada a autonomia universitária. “Hoje, há uma distorção muito grande neste equilíbrio e a minuta do governo rompe de vez com ele, de forma a inviabilizar, inclusive, o modelo de universidade que defendemos”, explicou o diretor do ANDES-SN.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ele destacou que os docentes avaliam como importante a manutenção explícita da autonomia universitária para gestão e administração da carreira, como previsto no Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos – PUCRCE criado em 1987. “Não aceitamos retroceder desse patamar”, concluiu.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Componente dramático</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para o dirigente sindical, um dos componentes mais dramáticos é a falta de garantia de que a transposição para a nova carreira não acarretará prejuízos nem para professores da ativa e nem para aposentados.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Precisamos tratar com carinho essa questão, até porque infelizmente já sofremos prejuízos anteriores e não encontramos respaldo no judiciário para manter direitos que foram omitidos na redação das novas normas. Não podemos permitir que, indiretamente, a reestruturação da carreira seja utilizada como uma minireforma da previdência direcionada especificamente para achatar a aposentadoria dos professores”.  Segundo Schuch, a minuta trabalha com dois movimentos: a quebra da paridade e o desmembramento salarial, o que torna o aspecto da transposição muito delicado.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por fim, o diretor sugeriu que a discussão sobre carreira não fosse confundida com a campanha salarial.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os pressupostos do governo</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em relação à autonomia universitária, o secretário de Recursos Humanos do MP afirmou que a intenção da minuta de PL é justamente preservá-la. “Estamos fazendo auditoria nas folhas de pagamento de todas as universidades justamente para garantir a melhoria da gestão”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em relação à carreira única, adiantou que não haverá acordo. “Nós entendemos que as carreiras de ensino superior e EBTT devem ser próximas e igualitárias do ponto de vista dos direitos. Mas são diferentes em relação a missão”, pontuou.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Sobre a avaliação de desempenho, o secretário insistiu que é preciso avaliar a qualidade do serviço público oferecido à população. “A universidade pode ter metas sim, e essas metas podem se relacionar com o tipo do trabalho universitário”. Frente à polêmica instaurada, e à contra-argumentação dos docentes de que a avaliação produtivista, baseada em metas quantitativas, poderá comprometer justamente a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão praticados nas universidades, ele se propôs a rediscutir o assunto sem deixar de afirmar que esta questão já está firmada para todas as carreiras na Lei 11.784, de 2008.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Duvanier considerou que o reenquadramento dos docentes, ativos e aposentados, na nova carreira será o ponto mais polêmico da discussão. “Não concordamos que o aposentado progrida na carreira, e reenquadramento e progressão caminham muito próximos. Vamos conversar, nada é impossível, mas este talvez seja nossa maior divergência”, argumentou.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Nova reunião</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ao final da audiência, os representantes do ANDES-SN entregaram ao secretário cópias da cartilha “Carreira em debate: valorização do professor ou retirada de direitos?”, lançada pelo Sindicato Nacional no último final de semana.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os docentes e o secretário combinaram uma nova reunião para dar prosseguimento às discussões sobre carreira, prevista para ocorrer na terceira semana de setembro, em data ainda não confirmada.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: ANDES-SN</div>
<p><a href="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/reunião-ANDES-MPOG24.08.2010.JPG"><img class="alignleft size-medium wp-image-1258" title="reunião ANDES MPOG24.08.2010" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/08/reunião-ANDES-MPOG24.08.2010-300x200.jpg" alt="reunião ANDES MPOG24.08.2010" width="300" height="200" /></a>Representantes do ANDES-SN solicitaram ao secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MP, Duvanier Paiva, em audiência realizada nesta terça-feira (24/8), esclarecimentos sobre uma série de incongruências identificadas na minuta do projeto de lei – PL de estruturação da carreira docente apresentado pelo governo.</p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com/andes.sindicato/ReuniaoMP248" target="_blank">Veja as fotos</a></p>
<p>O 1º vice-presidente do ANDES-SN, Luiz Henrique Schuch, abriu a audiência informando o ministro o ritmo de discussão sobre o conteúdo do documento, em curso no âmbito do Sindicato Nacional. De acordo com ele, “as deliberações já tomadas nas assembléias docentes apontam severas críticas à minuta de PL, bem como aos fundamentos nela contidos”.</p>
<p>Ele destacou que, apesar disso, a base do movimento reconhece a importância do processo. “O fato de identificarmos divergências entre o que o governo apresenta e aqueles fundamentos compatíveis com a construção da universidade pública de qualidade só reforça a necessidade de nos empenharmos todos, movimento docente e governantes, na busca de uma negociação efetiva para construir e qualificar a carreira docente.”</p>
<p><strong>Questionamentos</strong></p>
<p>Os representantes do ANDES-SN protocolaram, durante a reunião, documento com os questionamentos surgidos durante os debates com a base da categoria. O primeiro desses questionamentos é sobre a própria natureza do PL. A dúvida é se a proposta do governo visa estruturar a carreira em vigor desde 1987 ou criar uma nova carreira, já que uma e outra possibilidade trariam implicações distintas no enquadramento.</p>
<p>O documento também questiona sobre a destinação das gratificações existentes hoje, sobre os fatores condicionantes para a progressão, sobre as relações entre a remuneração docente e as fundações privadas, sobre a dinâmica de transposição dos cargos e sobre a garantia da autonomia universitária, entre outros pontos.</p>
<p><a href="http://www.andes.org.br/MPOG.doc" target="_blank">Confira o documento</a></p>
<p><strong>Pressupostos</strong></p>
<p>Na reunião, os representantes do ANDES-SN também apresentaram os pressupostos definidos pelos docentes para funcionar como balizadores do processo. De acordo com Schuch, a categoria não concorda com o distanciamento da carreira única para docentes do ensino superior e a da chamada carreira de Educação Básica, Técnica e Tecnológica – EBTT.</p>
<p>Reivindica também a estabilidade na carreira como elemento estimulador de toda uma vida profissional. “Não concordamos, por exemplo, com ataques à estrutura da carreira para corrigir disfunções salariais, como tem acontecido nos últimos anos. A experiência tem demonstrado que uma carreira bem estruturada facilita o sucesso de campanhas salariais e, ao contrário, a incidência de alterações aos sobressalto na carreira, mesmo que a favor de alguma vantagem salarial imediata, resulta em prejuízo para todos logo depois”.</p>
<p>Propõe, ainda, que a carreira recupere a valorização do trabalho docente de forma equilibrada entre o tempo de serviço, a formação continuada, a priorização do regime de Dedicação Exclusiva e que a avaliação dos planos de trabalho acadêmicos seja procedida no âmbito da avaliação institucional, respeitada a autonomia universitária. “Hoje, há uma distorção muito grande neste equilíbrio e a minuta do governo rompe de vez com ele, de forma a inviabilizar, inclusive, o modelo de universidade que defendemos”, explicou o diretor do ANDES-SN.</p>
<p>Ele destacou que os docentes avaliam como importante a manutenção explícita da autonomia universitária para gestão e administração da carreira, como previsto no Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos – PUCRCE criado em 1987. “Não aceitamos retroceder desse patamar”, concluiu.</p>
<p><strong>Componente dramático</strong></p>
<p>Para o dirigente sindical, um dos componentes mais dramáticos é a falta de garantia de que a transposição para a nova carreira não acarretará prejuízos nem para professores da ativa e nem para aposentados.</p>
<p>“Precisamos tratar com carinho essa questão, até porque infelizmente já sofremos prejuízos anteriores e não encontramos respaldo no judiciário para manter direitos que foram omitidos na redação das novas normas. Não podemos permitir que, indiretamente, a reestruturação da carreira seja utilizada como uma minireforma da previdência direcionada especificamente para achatar a aposentadoria dos professores”.  Segundo Schuch, a minuta trabalha com dois movimentos: a quebra da paridade e o desmembramento salarial, o que torna o aspecto da transposição muito delicado.</p>
<p>Por fim, o diretor sugeriu que a discussão sobre carreira não fosse confundida com a campanha salarial.</p>
<p><strong>Os pressupostos do governo</strong></p>
<p>Em relação à autonomia universitária, o secretário de Recursos Humanos do MP afirmou que a intenção da minuta de PL é justamente preservá-la. “Estamos fazendo auditoria nas folhas de pagamento de todas as universidades justamente para garantir a melhoria da gestão”.</p>
<p>Em relação à carreira única, adiantou que não haverá acordo. “Nós entendemos que as carreiras de ensino superior e EBTT devem ser próximas e igualitárias do ponto de vista dos direitos. Mas são diferentes em relação a missão”, pontuou.</p>
<p>Sobre a avaliação de desempenho, o secretário insistiu que é preciso avaliar a qualidade do serviço público oferecido à população. “A universidade pode ter metas sim, e essas metas podem se relacionar com o tipo do trabalho universitário”. Frente à polêmica instaurada, e à contra-argumentação dos docentes de que a avaliação produtivista, baseada em metas quantitativas, poderá comprometer justamente a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão praticados nas universidades, ele se propôs a rediscutir o assunto sem deixar de afirmar que esta questão já está firmada para todas as carreiras na Lei 11.784, de 2008.</p>
<p>Duvanier considerou que o reenquadramento dos docentes, ativos e aposentados, na nova carreira será o ponto mais polêmico da discussão. “Não concordamos que o aposentado progrida na carreira, e reenquadramento e progressão caminham muito próximos. Vamos conversar, nada é impossível, mas este talvez seja nossa maior divergência”, argumentou.</p>
<p><strong>Nova reunião</strong></p>
<p>Ao final da audiência, os representantes do ANDES-SN entregaram ao secretário cópias da cartilha “Carreira em debate: valorização do professor ou retirada de direitos?”, lançada pelo Sindicato Nacional no último final de semana.</p>
<p>Os docentes e o secretário combinaram uma nova reunião para dar prosseguimento às discussões sobre carreira, prevista para ocorrer na terceira semana de setembro, em data ainda não confirmada.</p>
<p><em>Fonte: ANDES-SN</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Educação, um terrível círculo vicioso</title>
		<link>http://www.adufpb.org.br/educacao-um-terrivel-circulo-vicioso/</link>
		<comments>http://www.adufpb.org.br/educacao-um-terrivel-circulo-vicioso/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 12:04:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Opinião: Educação, um terrível círculo vicioso
Otaviano Helene, José Marcelino de Rezende Pinto e Thiago Alves*
O problema da formação de pessoas no País é muito grave. Na creche e na pré-escola, atingimos um nível de atendimento correspondente apenas à metade do previsto no Plano Nacional de Educação (PNE), cujos dez anos de vigência se encerram em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Opinião: Educação, um terrível círculo vicioso</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Otaviano Helene, José Marcelino de Rezende Pinto e Thiago Alves*</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O problema da formação de pessoas no País é muito grave. Na creche e na pré-escola, atingimos um nível de atendimento correspondente apenas à metade do previsto no Plano Nacional de Educação (PNE), cujos dez anos de vigência se encerram em breve. No ensino fundamental, estamos atrasados mais de 20 anos em relação ao que nos propusemos na Constituição de 1988, que o definiu como obrigatório: atualmente, uma em cada três crianças deixa o sistema educacional sem completá-lo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ao final do ensino médio, a evasão já terá atingido cerca da metade das pessoas, situação muito pior do que nossa realidade econômica e demográfica exige e permite. Quanto ao ensino superior, não apenas não cumprimos o deliberado no PNE, como continuamos com taxas de atendimento próximas à metade da observada em muitos dos nossos vizinhos geográficos ou geopolíticos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Essa carência educacional se manifesta também, como não poderia deixar de ser, na formação de profissionais de nível superior. Vamos ver qual a nossa situação no caso de duas profissões para as quais há dados internacionais disponíveis. Segundo a Organização Mundial da Saúde, temos 17 médicos para cada 10 mil habitantes, número abaixo da média dos países sul-americanos (19) e perto da metade do que têm Uruguai (39), Argentina (32) e México (29). No caso da engenharia, profissão indicadora das possibilidades de crescimento futuro de um país, temos uma proporção de estudantes em relação à população total próxima da metade da de Índia, China, Argentina ou Chile. Além dos indicadores quantitativos estarem aquém do necessário, temos carências qualitativas graves e má distribuição geográfica dos cursos e dos profissionais.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Vamos ao caso de professores, cujos déficits são enormes: em algumas áreas de conhecimento a quantidade de novos licenciados formados a cada ano é insuficiente sequer para repor o quadro se este estivesse completo e se a eficiência no aproveitamento dos formados fosse de 100%, o que não ocorre em nenhuma profissão em nenhum lugar do mundo. Por que isso?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Como nas outras profissões, essa carência é causada pela pequena quantidade de formados no ensino médio e a pouca presença do setor público na oferta de cursos de graduação. Mas, no caso de professores, há outra causa mais marcante: a má perspectiva profissional, em especial quanto à remuneração.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os números falam por si. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2008, enquanto a renda mensal média na ocupação principal dos trabalhadores com nível superior completo era de aproximadamente R$ 3 mil, a renda média dos professores que têm formação superior e atuam nas redes estaduais ou municipais de educação básica (nas quais está a grande maioria dos estudantes e professores) variava na faixa de R$ 1 mil a R$ 1.600, dependendo do vínculo administrativo (municipal ou estadual) e do nível em que ensinam. Esses valores estão mais próximos da renda dos trabalhadores com ensino médio, cerca de R$ 1 mil mensais. Tal diferença salarial entre professores com formação superior e os demais trabalhadores também com mesmo nível educacional existe, com raríssimas exceções, em todos os municípios e Estados, inclusive no Estado de São Paulo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não é, portanto, surpreendente que cerca da terça parte dos professores do ensino básico não tenha o nível superior, ou que as taxas de evasão nos cursos de licenciatura sejam altíssimas, ou que perto da metade dos cerca de 2 milhões de potenciais professores com nível superior existentes no País não se dedique ao ensino. Não é também surpreendente o mau desempenho dos estudantes das redes públicas, com muitas &#8220;aulas vagas&#8221; e atendidos por professores sobrecarregados, nem o fato de que muitos dos que concluem o ensino médio estejam insuficientemente preparados e motivados para continuar seus estudos e prover o País com os profissionais de que tanto precisa. Surpreendente seria observarmos o contrário disso.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Como já apontado à exaustão, não há como corrigir nossos problemas educacionais sem um significativo aumento dos recursos públicos. Precisamos melhorar o desempenho dos estudantes e reduzir a evasão escolar, necessitamos de mais (e bons) profissionais em muitas áreas do conhecimento, os ambientes escolares precisam melhorar. Precisamos de mais professores e não podemos depender apenas de abnegados ou militantes, que sacrificam a vida pessoal em nome da educação escolar dos outros, não porque isso não seja bonito e louvável, mas porque não há abnegados em quantidade suficiente. Além disso, a qualidade de uma política pública, qualquer que seja, depende de pessoas bem preparadas e de recursos materiais, não de abnegados ou militantes.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Professores bem preparados e motivados &#8211; embora não suficientes -, essa é condição necessária para se construir um sistema educacional sólido e eficiente. Como corolário, a ausência disso é suficiente para tornar inviável o sistema educacional. Como é esta última a situação que vivemos, vemos fechar-se um círculo vicioso terrível: a falta de professores e a sobrecarga de trabalho são responsáveis pela educação infantil fraca e insuficiente, pela alta evasão e baixa qualidade no ensino básico, pelo pequeno número de jovens que concluem o ensino médio e, finalmente, pouca procura pelos cursos superiores fundamentais para a construção de um País soberano e que garanta a toda a população condições dignas de vida.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">* Respectivamente, professor no Instituto de Física da USP, ex-presidente do INEP e da Associação dos Docentes da USP; professor de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão Preto, ex-diretor de Tratamento e Disseminação de Informações Educacionais do INEP; doutorando em Administração pela FEA-USP e gestor governamental de Finanças e Controle de Goiás.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: Estado de S. Paulo</div>
<p><em>Otaviano Helene, José Marcelino de Rezende Pinto e Thiago Alves*</em></p>
<p>O problema da formação de pessoas no País é muito grave. Na creche e na pré-escola, atingimos um nível de atendimento correspondente apenas à metade do previsto no Plano Nacional de Educação (PNE), cujos dez anos de vigência se encerram em breve. No ensino fundamental, estamos atrasados mais de 20 anos em relação ao que nos propusemos na Constituição de 1988, que o definiu como obrigatório: atualmente, uma em cada três crianças deixa o sistema educacional sem completá-lo.</p>
<p>Ao final do ensino médio, a evasão já terá atingido cerca da metade das pessoas, situação muito pior do que nossa realidade econômica e demográfica exige e permite. Quanto ao ensino superior, não apenas não cumprimos o deliberado no PNE, como continuamos com taxas de atendimento próximas à metade da observada em muitos dos nossos vizinhos geográficos ou geopolíticos.</p>
<p>Essa carência educacional se manifesta também, como não poderia deixar de ser, na formação de profissionais de nível superior. Vamos ver qual a nossa situação no caso de duas profissões para as quais há dados internacionais disponíveis. Segundo a Organização Mundial da Saúde, temos 17 médicos para cada 10 mil habitantes, número abaixo da média dos países sul-americanos (19) e perto da metade do que têm Uruguai (39), Argentina (32) e México (29). No caso da engenharia, profissão indicadora das possibilidades de crescimento futuro de um país, temos uma proporção de estudantes em relação à população total próxima da metade da de Índia, China, Argentina ou Chile. Além dos indicadores quantitativos estarem aquém do necessário, temos carências qualitativas graves e má distribuição geográfica dos cursos e dos profissionais.</p>
<p>Vamos ao caso de professores, cujos déficits são enormes: em algumas áreas de conhecimento a quantidade de novos licenciados formados a cada ano é insuficiente sequer para repor o quadro se este estivesse completo e se a eficiência no aproveitamento dos formados fosse de 100%, o que não ocorre em nenhuma profissão em nenhum lugar do mundo. Por que isso?</p>
<p>Como nas outras profissões, essa carência é causada pela pequena quantidade de formados no ensino médio e a pouca presença do setor público na oferta de cursos de graduação. Mas, no caso de professores, há outra causa mais marcante: a má perspectiva profissional, em especial quanto à remuneração.</p>
<p>Os números falam por si. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2008, enquanto a renda mensal média na ocupação principal dos trabalhadores com nível superior completo era de aproximadamente R$ 3 mil, a renda média dos professores que têm formação superior e atuam nas redes estaduais ou municipais de educação básica (nas quais está a grande maioria dos estudantes e professores) variava na faixa de R$ 1 mil a R$ 1.600, dependendo do vínculo administrativo (municipal ou estadual) e do nível em que ensinam. Esses valores estão mais próximos da renda dos trabalhadores com ensino médio, cerca de R$ 1 mil mensais. Tal diferença salarial entre professores com formação superior e os demais trabalhadores também com mesmo nível educacional existe, com raríssimas exceções, em todos os municípios e Estados, inclusive no Estado de São Paulo.</p>
<p>Não é, portanto, surpreendente que cerca da terça parte dos professores do ensino básico não tenha o nível superior, ou que as taxas de evasão nos cursos de licenciatura sejam altíssimas, ou que perto da metade dos cerca de 2 milhões de potenciais professores com nível superior existentes no País não se dedique ao ensino. Não é também surpreendente o mau desempenho dos estudantes das redes públicas, com muitas &#8220;aulas vagas&#8221; e atendidos por professores sobrecarregados, nem o fato de que muitos dos que concluem o ensino médio estejam insuficientemente preparados e motivados para continuar seus estudos e prover o País com os profissionais de que tanto precisa. Surpreendente seria observarmos o contrário disso.</p>
<p>Como já apontado à exaustão, não há como corrigir nossos problemas educacionais sem um significativo aumento dos recursos públicos. Precisamos melhorar o desempenho dos estudantes e reduzir a evasão escolar, necessitamos de mais (e bons) profissionais em muitas áreas do conhecimento, os ambientes escolares precisam melhorar. Precisamos de mais professores e não podemos depender apenas de abnegados ou militantes, que sacrificam a vida pessoal em nome da educação escolar dos outros, não porque isso não seja bonito e louvável, mas porque não há abnegados em quantidade suficiente. Além disso, a qualidade de uma política pública, qualquer que seja, depende de pessoas bem preparadas e de recursos materiais, não de abnegados ou militantes.</p>
<p>Professores bem preparados e motivados &#8211; embora não suficientes -, essa é condição necessária para se construir um sistema educacional sólido e eficiente. Como corolário, a ausência disso é suficiente para tornar inviável o sistema educacional. Como é esta última a situação que vivemos, vemos fechar-se um círculo vicioso terrível: a falta de professores e a sobrecarga de trabalho são responsáveis pela educação infantil fraca e insuficiente, pela alta evasão e baixa qualidade no ensino básico, pelo pequeno número de jovens que concluem o ensino médio e, finalmente, pouca procura pelos cursos superiores fundamentais para a construção de um País soberano e que garanta a toda a população condições dignas de vida.</p>
<p><em>* Respectivamente, professor no Instituto de Física da USP, ex-presidente do INEP e da Associação dos Docentes da USP; professor de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão Preto, ex-diretor de Tratamento e Disseminação de Informações Educacionais do INEP; doutorando em Administração pela FEA-USP e gestor governamental de Finanças e Controle de Goiás. </em></p>
<p><em>Fonte: Estado de S. Paulo</em></p>
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		<title>XV Encontro Nacional de Aposentadoria discutirá pauta de lutas dos docentes</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 12:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
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		<category><![CDATA[aposentados]]></category>

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		<description><![CDATA[XV Encontro Nacional de Aposentadoria discutirá pauta de lutas dos docentes
Por Najla Passos
ANDES-SN
As reformas da Previdência e as alterações na carreira ocorridas nos últimos anos deixaram para os docentes das instituições de ensino superior um difícil legado de vulnerabilidade econômica para o período da aposentadoria. Os docentes que se aposentam nas universidades federais passaram a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">XV Encontro Nacional de Aposentadoria discutirá pauta de lutas dos docentes</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Najla Passos</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">ANDES-SN</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">As reformas da Previdência e as alterações na carreira ocorridas nos últimos anos deixaram para os docentes das instituições de ensino superior um difícil legado de vulnerabilidade econômica para o período da aposentadoria. Os docentes que se aposentam nas universidades federais passaram a pagar contribuição previdenciária e ainda sofrem com a quebra de paridade e isonomia. Em algumas estaduais, com é o caso das paulistas, perderam o direito à aposentadoria integral.  Já os docentes que atuam nas instituições privadas enfrentam o famigerado Fator Previdenciário, que estrangula os benefícios e os obriga a trabalhar por mais tempo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para discutir essas e outras facetas do vivenciar da aposentadoria, o ANDES-SN promove, de 27 a 29/8, em Curitiba (PR), seu XV Encontro Nacional de Assuntos de Aposentadoria. De acordo com a encarregada de Assuntos de Aposentadoria do Sindicato Nacional, Bartira Grandi, o evento, que apresenta o tema “Vida, Saúde e Trabalho: aposentividade”, tem como objetivo também contribuir para a discussão sobre a necessidade de formulação de uma política de lutas voltada especificamente para o seguimento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Desafios enfrentados</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">De acordo com ela, o docente do ensino superior enfrenta hoje pelo menos dois grandes desafios ao se aposentar. “O primeiro é o de encarar a sinterrupção das atividades docentes, atividades estas desenvolvidas durante décadas, e nas quais o docente se envolveu de forma profunda, muitas vezes deixando de lado atividades relacionadas à vida particular.  É quando o docente pára e repensa suas atividades, suas prioridades, e a possibilidade do enfrentamento de novos desafios”, afirma.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O outro desafio, ainda conforme Bartira, é “o de se encontrar economicamente vulnerável, e buscar formas de resolver essa vulnerabilidade”. No que diz respeito aos professores das instituições federais de ensino superior, por exemplo, eles vêem seu poder aquisitivo decair fortemente com poucos anos de aposentadoria. Isso ocorre porque as mudanças salariais dos docentes das IFES têm se dado, nos últimos anos, unicamente através de alterações na carreira, não contemplando reenquadramentos dos professores aposentados, o que quebrou a paridade com os docentes da ativa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Perdas sucessivas</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">É o caso do professor aposentado do Departamento de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, Paulo Fulco. Ele requereu a aposentadoria em 2003. Seis meses depois já enfrentava o primeiro obstáculo: a Reforma da Previdência impôs cobrança de contribuição previdenciária para quem já estava aposentado. “Eu contribui durante 35 anos e, depois de aposentado, quando deveria usufruir do meu direito ao benefício, tive que voltar a pagar contribuição. É um absurdo”, afirma Fulco. Em valores atualizados, a contribuição imposta a ele reduziu em cerca de R$ 600 os seus vencimentos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em 2006, novas perdas, em função de mudanças na carreira docente. Paulo Fulco havia se aposentado como professor Adjunto Doutor, o topo da carreira à época, já que o único cargo acima, o de professor Titular, só poderia ser acessado caso ele prestasse novo concurso. Entretanto, o governo instituiu uma nova classe na carreira: a de professor Associado. “Eu saí do pico da carreira para ficar três níveis abaixo dos meus colegas da ativa. Com isso, deixei de receber o que hoje significa R$ 2,5 mil”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Novas ameaças</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O 2º tesoureiro do ANDES-SN, Almir Menezes, avalia que a injustiça cometida contra o colega Paulo Fulco poderá se agravar ainda mais, caso o novo projeto de carreira do governo, apresentado no mês passado (Ver matéria), seja de fato implementado. “Como o governo pretende instituir a classe de Professor Sênior, Fulco passará a estar no último nível do terceiro terço da carreira. É uma queda brusca para quem se aposentou no pico”, compara.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O secretário de Recursos Humanos do Minsitério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MP, Duvanier Paiva, chegou a dizer, em reunião com representantes do ANDES-SN, que “é preciso afastar essa idéia de que o docente que se aposentou continua na carreira”. “Tendo conhecimento desse pensamento do governo, traduzido de forma muito clara nas palavras do secretário, é importantíssimo que os professores se mobilizem para a defesa dos direitos de todos os docentes, quer sejam aposentados, quer não”, avalia Bartira.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para Bartira, a garantia de uma transposição justa e paritária para uma provável nova carreira só será possível com a categoria mobilizada e engajada na luta, com a união de todos os servidores públicos federais em defesa dos seus direitos.  “O ataque empreendido pelo governo é contra todos os servidores aposentados, e não somente contra os docentes. Por isso, a defesa dos direitos dos docentes aposentados com certeza não é a defesa dos direitos somente dos professores, mas também de todos os trabalhadores, e essa luta deve ser travada, no âmbito do serviço público, junto à CNESF e às organizações representativas de servidores públicos estaduais e municipais”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Outras pautas</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A saúde do docente também será discutida durante o XV encontro. “O Sindicato, preocupado com o adoecimento do professor de maneira bastante acentuada, tem desenvolvido ações no sentido de aprofundar o debate sobre o tema, e, a partir desses debates, buscar definir e implementar ações na luta por condições de trabalho e de aposentadoria que se contraponham a esse adoecimento”, esclarece a encarregada de Assuntos de Aposentadoria.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">De acordo com ela, exemplos de ações do Sindicato na direção de esclarecer e aprofundar esse debate são a edição do nº 45 da Revista Universidade &amp; Sociedade (de janeiro de 2010), que teve como tema “Reforma da Educação e Trabalho Docente”, e os dois Encontros Nacionais sobre Saúde do Trabalhador Docente, realizados em agosto de 2009 e maio de 2010.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Bartira acrescenta, ainda, que o movimento docente já deliberou a realização de um levantamento nacional sobre o perfil do docente aposentado das instituições de ensino superior. “Com base nesse levantamento, outras ações específicas para o atendimento às demandas deste segmento da categoria poderão ser melhor definidas”. Ela alerta, entretanto, que todos os itens do Plano de Lutas do Sindicato voltados para o atendimento às demandas do professor aposentado são entendidos como especificidades momentâneas. “O nosso entendimento é que a categoria docente é una, não cabendo diferenciação entre ativos e aposentados”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Confira aqui a programação do evento</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: ANDES-SN</div>
<p><em>Por Najla Passos</em></p>
<p>As reformas da Previdência e as alterações na carreira ocorridas nos últimos anos deixaram para os docentes das instituições de ensino superior um difícil legado de vulnerabilidade econômica para o período da aposentadoria. Os docentes que se aposentam nas universidades federais passaram a pagar contribuição previdenciária e ainda sofrem com a quebra de paridade e isonomia. Em algumas estaduais, com é o caso das paulistas, perderam o direito à aposentadoria integral.  Já os docentes que atuam nas instituições privadas enfrentam o famigerado Fator Previdenciário, que estrangula os benefícios e os obriga a trabalhar por mais tempo.</p>
<p>Para discutir essas e outras facetas do vivenciar da aposentadoria, o ANDES-SN promove, de 27 a 29/8, em Curitiba (PR), seu XV Encontro Nacional de Assuntos de Aposentadoria. De acordo com a encarregada de Assuntos de Aposentadoria do Sindicato Nacional, Bartira Grandi, o evento, que apresenta o tema “Vida, Saúde e Trabalho: aposentividade”, tem como objetivo também contribuir para a discussão sobre a necessidade de formulação de uma política de lutas voltada especificamente para o seguimento.</p>
<p><strong>Desafios enfrentados</strong></p>
<p>De acordo com ela, o docente do ensino superior enfrenta hoje pelo menos dois grandes desafios ao se aposentar. “O primeiro é o de encarar a sinterrupção das atividades docentes, atividades estas desenvolvidas durante décadas, e nas quais o docente se envolveu de forma profunda, muitas vezes deixando de lado atividades relacionadas à vida particular.  É quando o docente pára e repensa suas atividades, suas prioridades, e a possibilidade do enfrentamento de novos desafios”, afirma.</p>
<p>O outro desafio, ainda conforme Bartira, é “o de se encontrar economicamente vulnerável, e buscar formas de resolver essa vulnerabilidade”. No que diz respeito aos professores das instituições federais de ensino superior, por exemplo, eles vêem seu poder aquisitivo decair fortemente com poucos anos de aposentadoria. Isso ocorre porque as mudanças salariais dos docentes das IFES têm se dado, nos últimos anos, unicamente através de alterações na carreira, não contemplando reenquadramentos dos professores aposentados, o que quebrou a paridade com os docentes da ativa.</p>
<p><strong>Perdas sucessivas</strong></p>
<p>É o caso do professor aposentado do Departamento de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, Paulo Fulco. Ele requereu a aposentadoria em 2003. Seis meses depois já enfrentava o primeiro obstáculo: a Reforma da Previdência impôs cobrança de contribuição previdenciária para quem já estava aposentado. “Eu contribui durante 35 anos e, depois de aposentado, quando deveria usufruir do meu direito ao benefício, tive que voltar a pagar contribuição. É um absurdo”, afirma Fulco. Em valores atualizados, a contribuição imposta a ele reduziu em cerca de R$ 600 os seus vencimentos.</p>
<p>Em 2006, novas perdas, em função de mudanças na carreira docente. Paulo Fulco havia se aposentado como professor Adjunto Doutor, o topo da carreira à época, já que o único cargo acima, o de professor Titular, só poderia ser acessado caso ele prestasse novo concurso. Entretanto, o governo instituiu uma nova classe na carreira: a de professor Associado. “Eu saí do pico da carreira para ficar três níveis abaixo dos meus colegas da ativa. Com isso, deixei de receber o que hoje significa R$ 2,5 mil”.</p>
<p><strong>Novas ameaças</strong></p>
<p>O 2º tesoureiro do ANDES-SN, Almir Menezes, avalia que a injustiça cometida contra o colega Paulo Fulco poderá se agravar ainda mais, caso o novo projeto de carreira do governo, apresentado no mês passado (Ver matéria), seja de fato implementado. “Como o governo pretende instituir a classe de Professor Sênior, Fulco passará a estar no último nível do terceiro terço da carreira. É uma queda brusca para quem se aposentou no pico”, compara.</p>
<p>O secretário de Recursos Humanos do Minsitério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MP, Duvanier Paiva, chegou a dizer, em reunião com representantes do ANDES-SN, que “é preciso afastar essa idéia de que o docente que se aposentou continua na carreira”. “Tendo conhecimento desse pensamento do governo, traduzido de forma muito clara nas palavras do secretário, é importantíssimo que os professores se mobilizem para a defesa dos direitos de todos os docentes, quer sejam aposentados, quer não”, avalia Bartira.</p>
<p>Para Bartira, a garantia de uma transposição justa e paritária para uma provável nova carreira só será possível com a categoria mobilizada e engajada na luta, com a união de todos os servidores públicos federais em defesa dos seus direitos.  “O ataque empreendido pelo governo é contra todos os servidores aposentados, e não somente contra os docentes. Por isso, a defesa dos direitos dos docentes aposentados com certeza não é a defesa dos direitos somente dos professores, mas também de todos os trabalhadores, e essa luta deve ser travada, no âmbito do serviço público, junto à CNESF e às organizações representativas de servidores públicos estaduais e municipais”.</p>
<p><strong>Outras pautas</strong></p>
<p>A saúde do docente também será discutida durante o XV encontro. “O Sindicato, preocupado com o adoecimento do professor de maneira bastante acentuada, tem desenvolvido ações no sentido de aprofundar o debate sobre o tema, e, a partir desses debates, buscar definir e implementar ações na luta por condições de trabalho e de aposentadoria que se contraponham a esse adoecimento”, esclarece a encarregada de Assuntos de Aposentadoria.</p>
<p>De acordo com ela, exemplos de ações do Sindicato na direção de esclarecer e aprofundar esse debate são a edição do nº 45 da Revista Universidade &amp; Sociedade (de janeiro de 2010), que teve como tema “Reforma da Educação e Trabalho Docente”, e os dois Encontros Nacionais sobre Saúde do Trabalhador Docente, realizados em agosto de 2009 e maio de 2010.</p>
<p>Bartira acrescenta, ainda, que o movimento docente já deliberou a realização de um levantamento nacional sobre o perfil do docente aposentado das instituições de ensino superior. “Com base nesse levantamento, outras ações específicas para o atendimento às demandas deste segmento da categoria poderão ser melhor definidas”. Ela alerta, entretanto, que todos os itens do Plano de Lutas do Sindicato voltados para o atendimento às demandas do professor aposentado são entendidos como especificidades momentâneas. “O nosso entendimento é que a categoria docente é una, não cabendo diferenciação entre ativos e aposentados”.</p>
<p>Confira <a href="http://www.andes.org.br/imprensa/ultimas/contatoview.asp?key=6708" target="_blank">aqui </a>a programação do evento</p>
<p><em>Fonte: ANDES-SN</em></p>
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