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	<description>Sindicato dos Professores da Universidade Federal da Paraíba</description>
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		<title>Mesa-redonda lembra conquistas e desafios do movimento feminista</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 15:16:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A história, as conquistas e os desafios do movimento feminista foram tema de debate na última quinta-feira (11), no Centro de Educação do Campus I, durante mesa-redonda organizada pela ADUFPB dentro das comemorações ao Dia Internacional da Mulher. O evento contou com a participação das professoras Gloria Rabay, Liane Schneder, Maria Eulina de Carvalho, Maria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-936" title="FOTO 03" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/03/FOTO-03-300x188.jpg" alt="FOTO 03" width="300" height="188" />A história, as conquistas e os desafios do movimento feminista foram tema de debate na última quinta-feira (11), no Centro de Educação do Campus I, durante mesa-redonda organizada pela ADUFPB dentro das comemorações ao Dia Internacional da Mulher. O evento contou com a participação das professoras Gloria Rabay, Liane Schneder, Maria Eulina de Carvalho, Maria Lucia Lopes e Sandra Raquel.</p>
<p>Tratando sobre o tema da participação das mulheres no cenário político paraibano, a professora Gloria Rabay lembrou que, apesar de o Brasil ter sido um dos primeiros países a permitir o voto feminino, em 1932, ele revela hoje “números vergonhosos”, se comparado ao restante da América Latina, em relação à participação das mulheres no mundo político. “Não chega nem a 20% das bancadas”, afirmou.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-937" title="FOTO 045" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/03/FOTO-045-300x200.jpg" alt="FOTO 045" width="300" height="200" />De acordo com ela, o maior número de mulheres a integrarem a Assembleia Legislativa da Paraíba até hoje foi de apenas sete parlamentares. Atualmente, há quatro mulheres na Casa. Na Câmara Municipal de João Pessoa, o número também é pequeno: na atual legislatura, são quatro. Por outro lado, há municípios do interior onde só mulheres ocupam a casa legislativa. “Mas geralmente são cidades muito pequenas”, afirma.</p>
<p>Já a professora Sandra Raquel lembrou como o movimento feminista começou a abrir espaço na década de 90, na Paraíba, para o drama da violência contra a mulher. Com o acompanhamento do tratamento dado pela imprensa a casos de assassinatos, as militantes levaram a opinião pública a refletir sobre o fato de que a violência deve ser entendida como assunto de interesse público e não como caso privado.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-938" title="FOTO 09" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/03/FOTO-09-300x200.jpg" alt="FOTO 09" width="300" height="200" />“Quando o movimento feminista passa a colocar o assunto na mídia, começa o questionamento da violência na sociedade e no discurso jornalístico”, declarou. Ela lembra que a participação do tema na pauta de discussão da sociedade não vai estar ancorada apenas no interesse jornalístico dos casos, mas na provocação do movimento feminista dentro das Câmaras, da Assembléia e nas demais áreas do debate público.</p>
<p>A organização dos eventos comemorativos ao Dia da Mulher da ADUFPB está a cargo da professora Mariza de Oliveira Pinheiro, diretora de Política Social do Sindicato. Durante a mesa-redonda da última quinta-feira, as participantes também assistiram a uma apresentação teatral de Marianna Chaves &#8211; que interpretou trecho da obra “Apareceu a Margarida”, de Roberto Athayde. O evento contou ainda com um varal poético com e da exposição de arte intitulada “Negras”, da professora Liana Chaves (DAV/CCHLA/UFPB).</p>
<p><em>Fonte: Ascom ADUFPB</em></p>
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		<title>ADUFPB realiza café da manhã no Dia das Mulheres</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 15:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ADUFPB realizou na manhã desta segunda-feira (8) um café da manhã especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. O evento foi prestigiado por professores e professoras, que lembraram a importância da data, reforçando a luta histórica das mulheres contra a violência e o preconceito. Confira abaixo algumas fotos do café da manhã e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ADUFPB realizou na manhã desta segunda-feira (8) um café da manhã especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. O evento foi prestigiado por professores e professoras, que lembraram a importância da data, reforçando a luta histórica das mulheres contra a violência e o preconceito. Confira abaixo algumas fotos do café da manhã e veja o álbum completo clicando <a href="http://www.flickr.com/photos/galeria-adufpb/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Ainda dentro das comemorações do 8 de Março, a ADUFPB realiza na próxima quinta-feira a mesa-redonda “O Passado e o Presente do Feminismo”. O evento acontece no auditório 212 do Centro de Ensino do Campus I da UFPB, em João Pessoa.  A abertura será feita com uma apresentação teatral de Marianna Chaves, que interpretará trecho da obra “Apareceu a Margarida”, de Roberto Athayde.</p>
<p>Em seguida, terá início o debate, com a presença das expositoras Gloria Rabay, Liane Schneder, Maria Eulina de Carvalho, Maria Lucia Lopes e Sandra Raquel. Os participantes do evento poderão também apreciar a exposição de arte intitulada “Negras”, da professora Liana Chaves (DAV/CCHLA/UFPB).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/galeria-adufpb/4417329636/"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2789/4417329636_4858245672.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/galeria-adufpb/4417328390/in/photostream/"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2707/4417328390_1c2e5168fc.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/galeria-adufpb/4416559539/in/photostream/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4046/4416559539_12785e0683.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/galeria-adufpb/4417304914/in/photostream/"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2711/4417304914_49fed9f98f.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/galeria-adufpb/4417291670/in/photostream/"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4016/4417291670_2dceee4397.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
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		<title>Mulheres: cem anos de luta contra a opressão e a exploração</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 14:24:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[8 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Socorro Aguiar
1ª vice-presidente da Regional Norte II do ANDES-SN e uma das coordenadoras do GT Gênero, Raça e Classe do Sindicato Nacional

O centenário do 8 de março
Neste 8 de março, comemoramos 100 anos do Dia Internacional da Mulher. Porém, um século depois, seja no seu local de trabalho ou em seus lares, as mulheres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Socorro Aguiar<br />
1ª vice-presidente da Regional Norte II do ANDES-SN e uma das coordenadoras do GT Gênero, Raça e Classe do Sindicato Nacional<br />
</em><br />
<strong>O centenário do 8 de março</strong><br />
Neste 8 de março, comemoramos 100 anos do Dia Internacional da Mulher. Porém, um século depois, seja no seu local de trabalho ou em seus lares, as mulheres continuam a ser submetidas ao machismo, à opressão e à exploração. Conquistaram seu espaço no mercado de trabalho, porém, há muito a ser conquistado. A luta contra a violência, a precarização do trabalho e os salários pagos que, em muitos casos, são menores do que os pagos aos homens, ainda são os principais desafios impostos as mulheres brasileiras.</p>
<p>A própria origem do Dia Internacional da Mulher nos fala sobre essa realidade. No dia 8 de março de1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade de Nova York, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como redução da jornada de trabalho para dez horas (trabalhavam 16 horas por dia), salários iguais aos dos homens (elas recebiam um terço do salário de um homem para executar a mesma tarefa) e tratamento digno no ambiente de trabalho.</p>
<p>A manifestação foi violentamente reprimida. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Pelo menos 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano. Somente em 1910, durante uma conferência na Dinamarca, decidiu-se que o 8 de março passaria a ser o dia “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem às mulheres que morreram naquela fábrica em 1857. Em 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU.</p>
<p>O ANDES-SN considera o 8 de Março um dia de lutas e mobilizações pela emancipação da mulher trabalhadora, contra toda forma de opressão e exploração!</p>
<p><strong>Uma realidade que ainda precisa ser mudada</strong><br />
Em diversas questões pode-se verificar que, sob  o capitalismo, a vida da mulher ainda é marcada pelo sofrimento, desigualdades e pobreza.</p>
<p>A violência perpetrada à mulher, na maioria das vezes de dentro de seu próprio lar, é uma realidade dolorosa. Dois exemplos recentes exemplificam essa situação. No dia 20 de janeiro Maria Islaine de Morais, 31 anos, foi assassinada pelo ex-marido, Fábio W. da Silva, 30 anos. O crime ocorreu em BH, diante das câmeras instaladas no salão de beleza de sua propriedade e na presença de mais três mulheres, após ameaças constantes à Maria Islaine e uma bomba jogada na porta do salão há quatro meses. Em Belém (PA), também em janeiro, uma jovem foi violentamente espancada, tendo sua face deformada, e recebeu um tiro na medula espinhal que a deixou paraplégica pelo simples fato de ter reagido ao assédio sexual de um policial, em uma festa na periferia da cidade.</p>
<p>A ausência de direitos básicos é outra questão que mostra as dificuldades pelas quais ainda passa a mulher trabalhadora. A licença maternidade é uma delas. A garantia da licença maternidade de no mínimo seis meses deve ser assegurada a todas as trabalhadoras, sem nenhum benefício à patronal, garantida pelo estado e estendida aos pais, que devem fazer parte da educação dos filhos.</p>
<p>Hoje, mais de 69% das mulheres que trabalham estão localizadas nas pequenas e médias empresas e/ou em empregos precarizados e não têm o direito à licença maternidade. No mercado formal grande parte delas tem somente quatro meses de licença maternidade, ainda que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, o tempo mínimo necessário é de seis meses.</p>
<p>O governo Lula sancionou no dia 10 de setembro de 2008 a extensão da licença maternidade de quatro  para seis meses, propondo que essa isenção seja facultada às empresas. Isto é, sujeita à negociação entre os patrões e as trabalhadoras, bem como garante a isenção fiscal no imposto de renda.</p>
<p>A previsão é de que o governo deixará de arrecadar de R$ 500 milhões a R$ 800 milhões ao ano com essas isenções. Vale ressaltar que as trabalhadoras do mercado informal, bem como as empregadas domésticas, não terão esse direito.</p>
<p>É preciso unificar todas as mulheres trabalhadoras e suas organizações e fazer valer esse direito que tanta luta tem custado e exigir de Lula e dos governos estaduais e municipais, bem como das empresas a imediata aplicação da licença maternidade de seis meses obrigatória.</p>
<p>O direito a creches é praticamente inexistente para a mulher trabalhadora brasileira. O Brasil tem 84, 5% de crianças fora das creches. Na região norte, esse índice é de espantosos 91,6%. Isso significa que as mulheres que não têm com quem deixar seus filhos. Mesmo que encontrem emprego, simplesmente não podem trabalhar.</p>
<p>A luta pelo emprego e sua manutenção, bem como o direito de ganhar salário igual ao do homem por uma mesma tarefa, também fazem parte do cotidiano da mulher. Matérias veiculadas em programas de TV mostram que, em 2010, a mulher já perdeu 5% do seu posto de trabalho e a mulher jovem sem qualificação, ao lado da mulher negra, são aquelas que mais sofrem com o desemprego e a pobreza.</p>
<p>A verdadeira situação da mulher trabalhadora e pobre é dada pelas cifras. As próprias instituições imperialistas (ONU, OIT, UNICEF, Banco Mundial) mostram como vivem as mulheres pobres e trabalhadoras pelo mundo afora.</p>
<p>As mulheres somam 70% dos 1,3 bilhões de pobres absolutos do mundo. Isto é assim mesmo que, segundo dados da ONU, o trabalho da mulher tenha um papel de primeira ordem já que entre o 50% e 80% da produção e comercialização de alimentos está em suas mãos.</p>
<p>No nível do trabalho, estima-se que o trabalho não remunerado da mulher no lar representa um terço da produção econômica mundial (ONU). Das mulheres em idade de trabalhar (fora do lar), apenas o fazem 54% contra 80% dos homens (OIT). As mulheres desempenham a maior parte dos trabalhos mal pagos e menos protegidos (OIT). As mulheres ganham entre 20% e 30% menos que os homens (OIT).</p>
<p>Em se tratando da educação, 2/3 dos 876 milhões de analfabetos do mundo são mulheres. Ao completar os 18 anos, as garotas têm em média 4,4 anos menos de educação que os homens da mesma idade. Dos 121 milhões de crianças não escolarizados no mundo, 65 milhões são meninas. (ONU, Unicef).</p>
<p>Já quanto à saúde, a cada ano morrem no mundo mais de meio milhão de mulheres em função de problemas acarretados pela gravidez e pelo parto, o que está diretamente relacionado ao nível  pobreza. Nos países coloniais e semicoloniais (agora conhecidos como países em vias de desenvolvimento), a taxa de mortalidade materna é de um a cada 48 partos. Em países europeus, como a Espanha, morrem 3,9 mulheres a cada 100 mil. Na Espanha 98% das mulheres recebem assistência durante a gravidez e o parto. Nos países coloniais e semicoloniais, 35% das mulheres não recebem atenção pré-natal; quase 50% dá à luz sem assistência especializada. As últimas estatísticas indicam que há mais mulheres que homens infectadas pelo vírus da AIDS.</p>
<p>Esse é o panorama da vida da mulher sob o capitalismo atual. Acreditamos que só a organização e a luta podem mudar esse triste quadro.</p>
<p>Um 8 de Março de Raça, Classe e Internacionalismo: Toda solidariedade às Mulheres do Haiti!<br />
No Brasil 55% das trabalhadoras informais são negras. Do conjunto de mulheres trabalhadoras negras, 57% são domésticas, sendo que 54,5% trabalham sem carteira assinada. Isso é dupla discriminação contra a mulher e mostra o sofisticado racismo no mercado de trabalho. Essa realidade é vivida com muito mais profundidade pelas mulheres negras do Haiti.  São elas as que ganham os salários mais miseráveis do mundo e que não têm direito algum.</p>
<p>O Movimento Mulheres em Luta da CONLUTAS, no Dia Internacional da Mulher, divulga a campanha classista de solidariedade ao Haiti, denunciando a ocupação militar naquele país. Panfletos serão distribuídos nacionalmente com alertas sobre a exploração sofrida pelas mulheres haitianas, que são violentadas e humilhadas pelas tropas de ocupação. Sem contar às mortes que seguem por conta da fome e do caos social após o terrível terremoto que devastou aquele país, deixando mais de um milhão de desabrigados.<br />
<em>Fonte: ANDES-SN</em></p>
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		<title>Banco de avaliadores recebe inscrições de pesquisadores</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 13:51:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No período de 8 a 15 de março, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) receberá inscrições de docentes e pesquisadores de instituições públicas de todo o Brasil interessados em compor o banco de colaboradores das avaliações do instituto. A primeira convocação de 2010 selecionará especificamente três perfis: elaboradores, revisores e corretores de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No período de 8 a 15 de março, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) receberá inscrições de docentes e pesquisadores de instituições públicas de todo o Brasil interessados em compor o banco de colaboradores das avaliações do instituto. A primeira convocação de 2010 selecionará especificamente três perfis: elaboradores, revisores e corretores de itens.</p>
<p>Entre os requisitos básicos, os interessados deverão ter diploma de graduação em licenciatura ou bacharelado, ter vínculo com instituições públicas de ensino ou pesquisa e não ser do quadro de servidores efetivos ou comissionados dos órgãos e entidades do MEC. O cadastramento do colaborador é o primeiro passo para a construção do banco de itens do Inep.</p>
<p>As inscrições deverão ser feitas pelo site http://bni.inep.gov.br. Depois do cadastramento, os colaboradores serão analisados com base nos requisitos complementares de cada área, especificados no Edital de credenciamento.</p>
<p>Os candidatos com as melhores pontuações serão convocados para as capacitações e para o 1º Evento de Elaboração de Itens (EEI) de 2010. Está prevista a seleção de 25 revisores de língua portuguesa e 500 elaboradores e revisores técnicos de itens. A lista com a convocação para o treinamento dos colaboradores sairá no dia 18 de março. Eles terão até o dia 22 do mês corrente para confirmar presença. Várias capacitações serão realizadas em todas as regiões do país, de 10 de abril a 31 de julho.</p>
<p>A remuneração dos itens elaborados e revisados será feita com base no auxílio da avaliação educacional: o elaborador receberá R$ 100,00 por item aceito, após aprovação dos revisores técnicos do Inep; o revisor técnico, R$ 50,00 por item revisado; e o revisor de língua portuguesa, R$ 20,00.</p>
<p>O banco de colaboradores será aberto para novos cadastramentos sempre que necessário, mediante divulgação de chamada pública na página eletrônica do Inep e publicação de edital de cadastramento e credenciamento, devendo o candidato a colaborador passar por todas as etapas e cumprir com os requisitos exigidos.</p>
<p>Mais informações poderão ser obtidas pelo telefone 0800 61 6161.</p>
<p><em>Assessoria de Imprensa do Inep</em></p>
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		<title>Centros Acadêmicos da UFPB realizam &#8220;trote legal&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:46:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os Centros Acadêmicos do campus I da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, acolheram a idéia da Prefeitura da UFPB e vão realizar um “trote legal”, totalmente inverso aos trotes de outras universidades, que se caracterizam pela brutalidade aplicada contra os feras (novos alunos).
Na próxima terça-feira (9), os novos alunos do campus I da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Centros Acadêmicos do campus I da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, acolheram a idéia da Prefeitura da UFPB e vão realizar um “trote legal”, totalmente inverso aos trotes de outras universidades, que se caracterizam pela brutalidade aplicada contra os feras (novos alunos).</p>
<p>Na próxima terça-feira (9), os novos alunos do campus I da UFPB, classificados no último vestibular, serão recepcionados de maneira diferente do convencional: serão vestidos de fardamento de garis e munidos das ferramentas necessárias para fazerem a coleta seletiva de lixo do campus.</p>
<p>De acordo com as informações do engenheiro Antônio Borba Guimarães, coordenador de Infraestrutura da Prefeitura da UFPB e membro da Comissão de Implantação da Coleta Seletiva, o “fera” que coletar a maior quantidade de lixo seletivo será contemplado com um prêmio simbólico.</p>
<p>O fardamento e o carro apropriado para a coleta do lixo seletivo estão sendo solicitados pelos Centros Acadêmicos à Empresa Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).</p>
<p><em>Fonte: Agência de Notícias UFPB</em></p>
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		<title>Pós-Graduação em Arteterapia em Saúde Mental abre inscrições</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
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		<category><![CDATA[pós-graduação]]></category>

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		<description><![CDATA[O Complexo Comunicação, Turismo e Artes, do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) da Universidade Federal da Paraíba, divulgou edital para a abertura do processo seletivo para o Curso de Especialização em Arteterapia em Saúde Mental (Ceasm).
O curso, em nível de Pós-Graduação Lato Sensu, foi aprovado em 31 de março de 2009 pelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Complexo Comunicação, Turismo e Artes, do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) da Universidade Federal da Paraíba, divulgou edital para a abertura do processo seletivo para o Curso de Especialização em Arteterapia em Saúde Mental (Ceasm).</p>
<p>O curso, em nível de Pós-Graduação Lato Sensu, foi aprovado em 31 de março de 2009 pelos órgãos deliberativos da UFPB e é destinado ao ingresso de graduados em Artes Visuais, Educação Artística, Teatro, Música, Educação Musical, Psicologia e/ou áreas afins (Licenciatura e/ou Bacharelado), que tenham interesse em estudos relacionados à Arteterapia.</p>
<p>O candidato deve ter diploma de curso superior, expedido por instituição de ensino superior, reconhecido pelos órgãos competentes.</p>
<p>As inscrições serão feitas na secretaria do Ceasm, na sede do Complexo de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), no Campus de João Pessoa, no período de 22 a 31 de março, das 14h30m às 17h, de segunda a sexta-feira.</p>
<p>O candidato que estiver cursando o último semestre do curso de graduação poderá apresentar uma declaração de formando, com a exigência de ter concluído o curso no ato de sua matrícula e ser portador do diploma ou certificado do mesmo.</p>
<p>A homologação das inscrições será fixada no quadro de avisos da Secretaria do Ceasm, no dia 5 de abril. O aluno poderá entrar com recurso no prazo de 5 (cinco) dias úteis, contados a partir da data de divulgação da homologação das inscrições. A seleção será conduzida no período de 22 de março a 19 de abril, por uma comissão indicada pelo Colegiado do Curso.</p>
<p><strong>Vagas</strong></p>
<p>Para a presente seleção, serão disponibilizadas 20 (vinte) vagas para alunos regulares, com ingresso previsto para maio deste ano. No caso de ausência ou rendimento insatisfatório de candidatos, estas vagas poderão não ser preenchidas. O preenchimento das vagas se dará segundo a classificação dos candidatos após a conclusão do processo seletivo.</p>
<p>Os candidatos classificados na seleção deverão efetuar as matrículas na Secretaria do Ceasm, de 19 a 30 de abril, após a divulgação do resultado da seleção.</p>
<p>O curso será ministrado em 15 meses, terá carga horária total de 690 horas, equivalentes a 33 créditos teórico-práticos, com 15 horas/aulas semanais, as quais serão ministradas nas sextas–feiras e sábados semanalmente.</p>
<p><strong>Resultado</strong></p>
<p>O resultado será divulgado no dia 19 de abril, às 14h, no quadro de avisos da Coordenação do Ceasm/UFPB ou na página do curso (www.arteterapiaufpb.blogspot.com).</p>
<p>Informações na Secretaria do Departamento de Artes Visuais da UFPB e na Secretaria do Curso de Especialização em Arteterapia em Saúde Mental da UFPB, pelo telefone (83)3216.7002 ou pelo e-mail arteterapiaufpb@gmail.com.</p>
<p><em>Fonte: Agência de Notícias UFPB</em></p>
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		<title>Deputados definem comando da Comissão que apreciará PLP-549</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 14:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Andes]]></category>
		<category><![CDATA[funcionalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Najla Passos
ANDES-SN
Foi definido na última terça-feira (3/3) o comando da Comissão da Câmara dos Deputados que apreciará de imediato o Projeto de Lei Complementar – PLP nº 549/09, que propõe limitar os gastos com servidores públicos federais até 2019.
O projeto, considerado uma grande ameaça a categoria, já foi aprovado no Senado, em 16/12 e, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Najla Passos<br />
ANDES-SN</em></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-926" title="camara_dos_deputados" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/03/camara_dos_deputados-300x198.jpg" alt="camara_dos_deputados" width="300" height="198" />Foi definido na última terça-feira (3/3) o comando da Comissão da Câmara dos Deputados que apreciará de imediato o Projeto de Lei Complementar – PLP nº 549/09, que propõe limitar os gastos com servidores públicos federais até 2019.</p>
<p>O projeto, considerado uma grande ameaça a categoria, já foi aprovado no Senado, em 16/12 e, por isso, poderá ter sua votação acelerada na outra casa do parlamento.</p>
<p>A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público – CTASP terá o deputado Alex Canziani (PTB/PR) como presidente, a deputada Gorete Pereira (PR/CE) como 1ª vice, o deputado Vicentinho (PT/SP) como segundo vice, e o deputado Sabino Castelo Branco como terceiro vice.</p>
<p>Os nomes resultaram de um acordo de lideranças e foram aprovados por unanimidade, em votação secreta. Todos os discursos proferidos a seguir enfatizaram a disposição de colaborar para que a Comissão possa ser produtiva mesmo num “ano curto”, marcado pelas eleições.</p>
<p>O Comando Nacional de Mobilização – CNM do ANDES-SN acompanhou a reunião da Comissão e distribuiu cópias da Carta aos Parlamentares, intitulada “Projeto de Lei 549/2010: crime contra a população e congelamento par a o funcionalismo”.</p>
<p>De acordo com o professor Luiz Henrique Schuch, membro do CNM, a reunião da Coordenação Nacional das Entidades dos Servidores Federais – CNESF, realizada ontem (2/3), reafirmou a prioridade da luta contra o projeto por meio de ações de sensibilização e convencimento dos parlamentares.</p>
<p>Ele esclarece que, além do contato com as lideranças da Câmara dos Deputados e do Senado, já iniciados durante a semana passada, a CNESF também recomendou que as entidades de base priorizem a ação junto aos parlamentares dos seus estados.</p>
<p>“A luta contra o PLP-549/2010 é importantíssima porque, se aprovado, impedirá qualquer reajuste salarial, já que os limites orçamentários propostos para os próximos anos são inferiores ao crescimento vegetativo da folha de pagamentos”, reforçou Schuch.</p>
<p>Após ser analisado pela CTASP, o PLP-549/2010 seguirá para apreciação da Comissão de Finanças e Tributação e, na sequência, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.</p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><a href="http://www.andes.org.br/CTASP.rtf">CONFIRA AQUI A COMPOSIÇÃO DA CTASP</a></span></span></p>
<p><em><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Fonte: </span></span><em>ANDES-SN</em></em></p>
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		<title>Diretoria do ANDES-SN divulga relatório final do 29º Congresso do Sindicato</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 14:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A diretoria do ANDES-SN divulgou no dia 3 de março o relatório final do 29º Congresso da entidade, realizado em Belém (PA), de 26/2 a 1/3.
No relatório, é possível conferir todas as resoluções tomadas pela maior instância deliberativa do ANDES-SN, por meio da consulta às atas das plenárias e textos de resolução consolidados.
Também é possível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-892" title="29congressoAndes" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/02/29congressoAndes-300x200.jpg" alt="29congressoAndes" width="300" height="200" />A diretoria do ANDES-SN divulgou no dia 3 de março o relatório final do 29º Congresso da entidade, realizado em Belém (PA), de 26/2 a 1/3.</p>
<p>No relatório, é possível conferir todas as resoluções tomadas pela maior instância deliberativa do ANDES-SN, por meio da consulta às atas das plenárias e textos de resolução consolidados.</p>
<p>Também é possível rever os textos originais que foram disponibilizados no Caderno de Textos, no Anexo ao Caderno e, ainda, os que foram apresentados para discussão durante a Plenária de Instalação, entre outros documentos.</p>
<p>O relatório consolidado já foi encaminhado às Seções Sindicais e está disponível na página eletrônica do Sindicato.</p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><a href="http://www.andes.org.br/secretaria/Uploads/Circ031-10.zip">Clique aqui para acessá-lo</a></span></span></span></p>
<p><em>Fonte: ANDES-SN</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>8 de março: ADUFPB debate o passado e o presente do feminismo</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 13:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8 de Março]]></category>
		<category><![CDATA[Dia da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março (próxima segunda-feira), a ADUFPB promove semana que vem um evento com debates e apresentações artísticas. Trata-se da mesa-redonda “O Passado e o Presente do Feminismo”, que será realizado no dia 11 (quinta-feira), no auditório 212 do Centro de Ensino do Campus I da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-931" title="CARTAZ DIA DA MULHER - 2010" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2010/03/CARTAZ-DIA-DA-MULHER-20101-300x256.jpg" alt="CARTAZ DIA DA MULHER - 2010" width="300" height="256" />Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março (próxima segunda-feira), a ADUFPB promove semana que vem um evento com debates e apresentações artísticas. Trata-se da mesa-redonda “O Passado e o Presente do Feminismo”, que será realizado no dia 11 (quinta-feira), no auditório 212 do Centro de Ensino do Campus I da UFPB, em João Pessoa.</p>
<p>As atividades começarão às 9h, com uma apresentação teatral de Marianna Chaves, que interpretará trecho da obra “Apareceu a Margarida”, de Roberto Athayde. Em seguida, terá início o debate, com a presença das expositoras Gloria Rabay, Liane Schneder, Maria Eulina de Carvalho, Maria Lucia Lopes e Sandra Raquel. Os participantes do evento poderão também apreciar a exposição de arte intitulada “Negras”, da professora Liana Chaves (DAV/CCHLA/UFPB).</p>
<p><strong>Café da manhã</strong></p>
<p>A organização dos eventos comemorativos ao Dia da Mulher está a cargo da professora Mariza de Oliveira Pinheiro, diretora de Política Social da ADUFPB. De acordo com ela, o 8 de Março é uma oportunidade para enfatizar a importante presença feminina na História. “Sobretudo, a comemoração desde dia significa perpetuar para as gerações futuras a contribuição feminina no desenvolvimento civilizador da humanidade”, declara.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">ANOTE</span></strong><strong></strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>MESA-REDONDA: O passado e o presente do feminismo</strong><br />
<strong>LOCAL:</strong> Auditório 212 do Centro de Educação<br />
<strong>HORA:</strong> 9hs<br />
<strong>EXPOSITORAS:</strong></p>
<p style="padding-left: 60px;">Glória Rabay<br />
Liane Schneder<br />
Maria Eulina de Carvalho<br />
Maria Lúcia Lopes<br />
Sandra Raquel<strong></strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>COORDENAÇÃO:</strong> Mariza de Oliveira Pinheiro &#8211; diretora de Política Social da ADUFPB</p>
<p><em>Fonte: Ascom ADUFPB</em></p>
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		<title>Ociosidade sobe 99% nas universidades em cinco anos</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 21:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reuni]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor(es): Luciano Máximo , de São Paulo e Santo André
Valor Econômico &#8211; 01/03/2010

O Brasil vive momento paradoxal e emblemático na educação superior. Sonho de muitos jovens, o acesso à universidade, pública ou privada, é um dos mais expressivos da história. Entre 2003 e 2008, o número de estudantes cresceu 30%, superando a faixa dos 5 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Autor(es): Luciano Máximo , de São Paulo e Santo André<br />
Valor Econômico &#8211; 01/03/2010<br />
</em></p>
<p>O Brasil vive momento paradoxal e emblemático na educação superior. Sonho de muitos jovens, o acesso à universidade, pública ou privada, é um dos mais expressivos da história. Entre 2003 e 2008, o número de estudantes cresceu 30%, superando a faixa dos 5 milhões, e as vagas aumentaram 50%, oferta que representa quase 3 milhões de novos lugares nos bancos universitários a cada novo ano.</p>
<p>Dentro da oferta total de vagas, no âmbito federal está em curso um ambicioso projeto de reestruturação e expansão do ensino superior, com um misto de inaugurações e ampliações que resultaram em 13 novas instituições, intensa interiorização de campi universitários, criação de mais cursos, contratações de dezenas de milhares de professores e funcionários e uma consequente elevação na taxa de matrículas.</p>
<p>Em meio às boas notícias, porém, o crescimento sustentado da educação superior brasileira esbarra nos gargalos do ensino médio, que não forma jovens suficientes para preencher a oferta em alta do terceiro grau. De acordo com os dados mais atuais dos censos escolares do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mais de 1,7 milhão de jovens concluíram o ensino médio em 2007. Ao saírem da escola, 2,9 milhões de vagas estavam sendo oferecidas no ensino superior para ingresso no início de 2008.</p>
<p>O retrospecto de conclusão do ensino médio &#8211; praticamente estagnado em relação ao forte ritmo de aumento de oportunidades no próximo nível &#8211; acaba sendo, assim, um dos principais fatores para a causa de um efeito perverso na expansão do ensino universitário: a explosão de vagas sem preenchimento.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.valoronline.com.br/imagens/impresso/ed_0002454/imagens/arte01bra-universi-a5.gif" alt="" width="330" height="536" /></p>
<p>De 2003 a 2008, o ensino superior amargou alta de 99% das vagas ociosas, chegando a 1,479 milhão. As universidades federais são responsáveis por uma ínfima parte dessa ociosidade, mas ela cresceu 500% &#8211; as vagas não preenchidas subiram de 893 em 2003 para 5.364 há dois anos. O grosso da evolução está no setor privado, com 1,442 milhão de vagas ociosas registradas em 2008 &#8211; crescimento de 98% em seis anos. Nas universidades e faculdades estaduais a curva é menos acentuada: as oportunidades desperdiçadas passaram de 3.085 para 4.372, elevação de 41% no período. &#8220;Para conclusões mais apropriadas, é necessário análise detalhada dos dados sobre a oferta por curso, turno, modalidade de ensino. Além disso, é possível realizar comparação profícua entre esses dados e informações sobre o mercado de trabalho, provenientes de outras pesquisas realizadas pelo IBGE e pelo Ministério do Trabalho&#8221;, justifica resumo técnico do Inep.</p>
<p>O desequilíbrio oferta-demanda também pode ser explicado por problemas de infraestrutura nas novas federais, desistência de matrículas, horários conflitantes, baixa procura por determinados cursos e, sobretudo, excesso proposital de vagas ofertadas por instituições de ensino superior particulares. &#8220;As privadas estão mais ajustadas à dinâmica da oferta e da demanda. Tirando as PUCs [Pontifícia Universidade Católica] e algumas tradicionais, as faculdades privadas já se registram no Ministério da Educação com capacidade maior e acertam as vagas conforme o movimento da tesouraria&#8221;, opina João Monlevade, consultor legislativo do Senado e doutor em políticas educacionais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>O ministro da Educação, Fernando Haddad, acrescenta que a postura de muitas privadas &#8220;é uma espécie de ilusão estatística&#8221;. Segundo ele, nos editais de oferta as instituições particulares superestimam a demanda para não sofrer constrangimento no momento da matrícula e para demonstrar alta capacidade de potencial de atendimento perante o MEC. &#8220;Elas recebem autorização para ofertar 200 vagas para um determinado curso que todo ano tem 100 matrículas. É uma virtualidade que não ajuda a explicar a expansão, um dado que sequer é publicado em outros países, uma excentricidade brasileira&#8221;, complementa Haddad.</p>
<p>A justificativa, entretanto, não é plausível para as universidades públicas, que apresentam uma média superior a oito candidatos disputando uma única vaga. Para atender a essa demanda, a partir de 2005, o Ministério da Educação intensificou políticas governamentais de expansão da rede federal, que resultaram no aumento superior a 30% nas vagas ofertadas. Estas políticas, contudo, também repercutiram na aceleração, em ritmo mais forte, das vagas ociosas.</p>
<p>Inaugurada em setembro de 2006 e ainda em construção, a Universidade Federal do ABC (UFABC), localizada em Santo André, enfrentou um índice de evasão de 42% no primeiro ano de funcionamento por causa de problemas de infraestrutura. &#8220;A primeira turma foi muito castigada. Sempre soubemos que no início a universidade teria que avançar com gargalos, como conciliar obras com atividade acadêmica&#8221;, explica Helio Waldman, reitor da UFABC. Atualmente, a evasão é menor, na casa dos 12%, e a universidade foi a mais procurada no vestibular deste ano, com mais de 19 mil inscrições para 1,7 mil vagas disponíveis. A universidade foi uma das que adotou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como único instrumento de seleção dos estudantes para o ingresso em 2010.</p>
<p>Fernando Haddad reconhece as dificuldades que o governo está enfrentando. &#8220;Só com expansão universitária administramos hoje obras em 104 cidades e bilhões em recursos. Apesar das dificuldades orçamentárias e operacionais, apostamos na interiorização das universidades e da educação profissional, um processo complexo que pode ajudar a trazer muitos benefícios no médio e longo prazos&#8221;, prevê o ministro.</p>
<p>A secretária de ensino superior do MEC, Maria Paula Dallari Bucci, minimiza o aumento das vagas ociosas nas universidades federais. &#8220;Representam apenas 0,36% da ociosidade geral&#8221;, argumenta. Como parte do plano de ampliação do acesso ao terceiro grau no país, ela explica que existe um alinhamento entre ensino médio e superior, como forma de equacionar problemas de acesso às universidades e de qualidade da educação básica. &#8220;A primeira política importante é permitir a formação universitária e continuada dos professores da rede pública. As outras são o Enem [Exame Nacional do Ensino Médio] e o SiSU [Sistema de Seleção Unificada], definidos para permitir que se fale a mesma língua entre ensino médio e superior, além do ProUni&#8221;, diz Maria Paula.</p>
<p>Na UFABC, essa conexão será traduzida em nova oferta de vagas para a educação básica, com a criação de uma escola de ensino médio a ser administrada pela própria universidade. Dentro de um programa de bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), alunos de licenciatura participam atualmente de atividades pedagógicas em colégios do ABC, com o objetivo de ajudar na formação de professores e atrair alunos para a universidade. &#8220;Até 2014, isso pode resultar na abertura de um colégio de aplicação de nível médio dentro da universidade, o que irá possibilitar a abertura de estágios para nossos estudantes, focando pesquisa sobre o ensino básico de ciências, e oferecer vagas gratuitas a alunos da rede pública em uma escola de nível médio qualificada em pleno ambiente universitário&#8221;, destaca Waldman, reitor da UFABC.</p>
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