“Defesa do ANDES-SN como instrumento dos docentes na construção da universidade pública e das condições de trabalho, a partir da intensificação do trabalho de base na categoria, fortalecendo e ampliando a unidade com o movimento classista e autônomo”. Está será a centralidade da luta do Movimento Docente para o próximo período, conforme deliberação da assembleia do 30º Congresso, que acontece em Uberlândia (MG).

A plenária que definiu o tópico, realizada na manhã desta quarta-feira (16/2), gerou debates acalorados entre os representantes dos grupos mistos, que iniciaram as discussões na noite anterior, após a plenária que discutiu Movimento Docente e conjuntura.

Movimento docente e conjuntura
Na plenária Movimento Docnete e Conjuntura, o cerne das discussões foi a necessidade do ANDES-SN ampliar seu trabalho de base e de se aproximar do movimento classista e combativo. Um total de 30 docentes, das mais diversas instituições de ensino superior, se inscreveram para participar das discussões acerca do atual momento político. No início dos trabalhos, os três textos acerca do tema, previamente inscritos no Caderno do evento, foram defendidos por seus autores.

O texto “Análise da Conjuntura”, de autoria da diretoria do Sindicato Nacional, foi apresentado pela presidente do ANDES-SN, Marina Barbosa Pinto. Já o texto “Conjuntura”, de autoria dos professores Cláudia Durans, Welbson Madeira, Catarina Malcher, Rosenvercke Santos, Vilemar Gomes e Jonas Ribeiro, foi apresentado por Cláudia Durans, sindicalizada da Seção Sindical da Universidade Federal do Maranhão – Apruma Seção Sindical. Por fim, o Texto 46 “ Conjuntura, Movimento e Trabalho Docente”, da delegação da Seção Sindical da Universidade Federal Fluminense – Aduff Seção Sindical foi apresentado pelo professor Juarez Torres Duayer.

Números do Congresso:

Seções Sindicais: 61

Delegados: 292
Observadores: 41
Convidados: 2
Diretores do ANDES-SN: 34

Total: 430

Fonte: ANDES-SN