A Lei 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha, é reconhecida como um importante marco na luta pelo direito à vida das mulheres brasileiras e em 7 de agosto completou 19 anos.
Nos dias presente ainda são inúmeros os desafios existentes para o amplo cumprimento das medidas preventivas às vitimas e das aplicabilidades punitivas aos agressores. Esbarramos em índices alarmantes de casos de violência contra as mulheres praticada no país.
Os dados apresentados pelo Anuário Brasileiro da Segurança Pública, demonstram que no ano de 2024, foram registrados 1492 feminicídios. Desses, 80% foram cometidos por companheiros ou ex-companheiros e 70,5% cometido contra mulheres entre 18 e 44 anos. O número total de agressões contra mulheres em 2024 ultrapassou os 257 mil casos.
Reconhecemos o papel político e social da Universidade Pública no enfrentamento à violência de gênero, e nessa luta, a ADUFPB lançou em novembro de 2024, a Campanha Nenhuma a Menos – na luta pelo combate ao feminicídio e a todas as formas de violência contra a mulher.
A violência contra a mulher é cotidiana, silenciosa e persistente. Entre os impactos, cresce o processo de adoecimento/ sofrimento mental grave entre servidoras, docentes e discentes e afeta, inclusive, as relações sociais e de trabalho e a permanência das mulheres nas universidades.
Reafirmamos o nosso compromisso com a defesa pela vida das mulheres e a promoção de ambientes de trabalho livres de violência.
Respeitem às Mulheres!
Diga Não à Violência!
Denuncie!
Serviço:
Em caso de violência contra mulheres, ligue 180.
Em situação de perigo imediato, ligue 190.


