A ADUFPB volta a reunir a categoria para discutir as mudanças nas regras de alocação de vagas docentes na UFPB. Desta vez, o evento será realizado no campus II – Areia, na secretaria adjunta do sindicato, no dia 15 de outubro, a partir das 9h. A atividade terá como ministrante o professor Adailson Pereira de Sousa, do Departamento de Solos e Engenharia Rural e da Universidade Federal da Paraíba na Câmara Técnica de Agronomia do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura da Paraíba (Crea-PB).
Doutor em Agronomia e coordenador do Laboratório de Biotecnologia de Solo e Água, o professor Adailson é natural do município de Sapé e chefe do setor de Ciência do Solo na Estrutura Organizacional do Departamento de Solos e Engenharia Rural do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da UFPB.
De acordo com o tesoureiro da ADUFPB, professor Edson Franco, as vagas autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC) para contratação de docentes na UFPB são destinadas aos Departamentos, mas, recentemente, a Reitoria criou uma comissão para tratar da distribuição desses postos. “Na prática, segundo o que foi discutido nessa comissão, as vagas passariam a não pertencer mais aos Departamentos e iriam para a Reitoria”, explica Edson Franco.
A administração alega que, ao solicitar ao MEC a liberação de vagas para concursos na UFPB, está recebendo como resposta a informação de que existem vagas sobrando na universidade. Desta forma, a partir da comissão formada para reavaliar a distribuição dos postos de trabalho, foi criada uma minuta de documento para direcionar os concursos, obedecendo a requisitos e índices definidos pela comissão.
Entretanto, essa proposta tem desagradado os departamentos da UFPB, que temem perder vagas e querem uma discussão maior com todos os setores. Segundo Edson Franco, o sindicato busca solução para o impasse que se formou. “Esperamos ouvir os sindicalizados a respeito dessa questão, saber o que elas e eles têm a falar sobre essa distribuição, para que a gente possa marcar uma reunião com a Reitora e levar os pontos de insatisfação”, conclui o tesoureiro da ADUFPB.
Fonte: Ascom ADUFPB


