A diretora de Divulgação e Comunicação da ADUFPB, Elisângela Inácio, está participando, em Brasília, de reunião do Grupo de Trabalho Políticas de Classe para as Questões Étnico-raciais, de Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS) do Andes – Sindicato Nacional. A atividade teve início no último sábado e se encerra nesta segunda-feira (24).
Durante o encontro, a professora Elisângela, que coordena o GTPCEGDS da ADUFPB, apresentou alguns informes sobre a atuação da seção sindical dentro das lutas étnico-racial e de gênero na UFPB. Ela destacou, entre outros pontos, a participação da entidade na comissão de construção do Plano Setorial de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação na universidade. Concluído em maio, o plano foi protocolado e enviado ao Consepe. Agora, a expectativa é de que o documento seja votado em 2026.
“A partir dessa comissão, e junto com a Comissão de Heteroidentificação da UFPB, a gente vem pressionando e dialogando com gestores da universidade para a construção de uma pró-reitoria de ações afirmativas na universidade. E já conseguimos a aprovação e criação do GT Promoção da Educação Étnico-racial, um GT institucional que contempla todos os cursos da universidade”, complementou a professora Elisângela Inácio.
Ela também falou sobre a participação da ADUFPB na organização da 2ª Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem-viver, que chega a Brasília nesta terça-feira (25). “Em 24 de julho, a ADUFPB, juntamente com a reitoria, realizou um encontro no foi instituído o Comitê da UFPB de construção da Marcha. Desde então, a gente vem articulando o ato, junto com o Movimentos de Mulheres Negras da Paraíba, o Fórum de Mulheres, a Abayoni [Coletiva de Mulheres Negras na Paraíba], o Ministério da Igualdade e as secretarias estadual e municipal”, relatou.






