
Uma semana após se tornar patrimônio cultural da Paraíba, a Jurema Sagrada ocupa a academia com cantos e saberes tradicionais. Nesta quarta-feira, 23, às 18h, na Sala Radegundis Feitosa, o grupo Na Mata Tem Morador, do terreiro Ilê Axé Ojú Ofá Dana Dana, apresentará o recital “Cantos ritualísticos da Jurema Sagrada”, com contextualização histórica das músicas e diálogo sobre poética corporal e vocal com pesquisadores.
A ADUFPB apoia a iniciativa e convida toda a comunidade da UFPB para assistir o evento. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo SiGAA.
A Jurema Sagrada passou a ser reconhecida como patrimônio imaterial por Lei Estadual com propositura encaminhada pela Deputada Estadual Cida Ramos (PT/PB) e aprovada pelo Governo da Paraíba.
A Jurema Sagrada é uma tradição religiosa que reúne elementos culturais e espirituais indígenas, africanos e europeus.
Segundo o professor da UFPB, Stênio Soares, “o recital é um ato político, pois une salvaguarda cultural e quebra de preconceitos”. Mãe Renilda, líder religiosa e integrante do grupo, destaca que “na Jurema, tudo é cantado: desde as oferendas até as celebrações. Levar isso para a universidade também é um ato de resistência”.
📍 QUANDO E ONDE?
🗓 23 de julho (quarta-feira)
⏰ 18h
🎵 Sala Radegundis Feitosa (UFPB)
🎟 Inscrições gratuitas: SIGAA-Eventos
🎶 O QUE É O RECITAL?
– O grupo Na Mata Tem Morador, do terreiro Ilê Axé Ojú Ofá Dana Dana, apresenta:
– Cantos ritualísticos da Jurema Sagrada
– Contextualização histórica das músicas
– Diálogo sobre poética corporal e vocal com pesquisadores
📚 POR QUE ESSE MOMENTO É HISTÓRICO?
– Lei sancionada em 16/07 declara a Jurema como patrimônio imaterial da PB
– Disciplina pioneira no curso de Ciências das Religiões da UFPB
– Ação educativa que combate estigmas e preserva tradições afro-indígenas
🤔 VOCÊ SABIA QUE A JUREMA É UMA ÁRVORE SAGRADA?
👉 Qual sua relação com tradições religiosas ou culturais?
Realização:
Projeto “Museu como Encruzilhada” + Secretaria da Mulher e Diversidade Humana/PB)
Apoio: ADUFPB – Sindicato dos docentes da UFPB.


