{"id":998,"date":"2010-04-07T09:40:45","date_gmt":"2010-04-07T13:40:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/federais-mineiras-criam-cursos-que-nem-sala-tem\/"},"modified":"2010-04-07T09:40:45","modified_gmt":"2010-04-07T13:40:45","slug":"federais-mineiras-criam-cursos-que-nem-sala-tem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/federais-mineiras-criam-cursos-que-nem-sala-tem\/","title":{"rendered":"Federais mineiras criam cursos que nem sala t\u00eam"},"content":{"rendered":"<p><em>D\u00e9ficit de estrutura em novos cursos decepciona alunos. Gradua\u00e7\u00f5es criadas por programa de expans\u00e3o enfrentam da prosaica falta de espa\u00e7o f\u00edsico at\u00e9 car\u00eancia de professores e aul\u00f5es coletivos<\/em><\/p>\n<p>Gl\u00f3ria Tupinamb\u00e1s &#8211; Estado de Minas<\/p>\n<p>Publica\u00e7\u00e3o: 28\/03\/2010 08:16 Atualiza\u00e7\u00e3o: 28\/03\/2010 09:54<\/p>\n<table style=\"width: 12px; height: 36px;\" border=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Estudantes que se aventuram em novos cursos de gradua\u00e7\u00e3o criados recentemente pelas universidades federais encontram um cen\u00e1rio preocupante em Minas: faltam salas de aula, professores, material de ensino, laborat\u00f3rios de pesquisa e, principalmente, respeito aos alunos. Nesse territ\u00f3rio dos &#8220;sem-sala&#8221; est\u00e1 Simone Cristina Avelar, de 28 anos, do novo curso de design de moda da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Toda entusiasmada com seu primeiro dia de atividades, ela imaginou que iria encontrar carteiras novinhas, laborat\u00f3rios com computadores de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o e espa\u00e7o suficiente para dar vaz\u00e3o \u00e0 criatividade. Mas, nos dois primeiros per\u00edodos, s\u00f3 se deparou com decep\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m da aus\u00eancia recorrente de professores, ela e toda a turma foram obrigados a passar incont\u00e1veis horas vagando pelos p\u00e1tios da Escola de Belas Artes por falta de espa\u00e7o para as aulas.<\/p>\n<p>O tempo passou e hoje, no terceiro per\u00edodo, a situa\u00e7\u00e3o se tornou ainda mais grave. Nos corredores da escola, materiais adquiridos para atender a demanda do curso acumulam poeira em caixotes lacrados. O motivo seria c\u00f4mico, se n\u00e3o fosse s\u00e9rio: falta espa\u00e7o f\u00edsico para acomodar alunos, manequins, computadores e mesas de desenho. Para abrigar a turma, a universidade cogita at\u00e9 transferir a tradicional biblioteca da Escola de Belas Artes para a Pra\u00e7a de Servi\u00e7os da institui\u00e7\u00e3o, no c\u00e2mpus Pampulha.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.uai.com.br\/htmls\/app\/noticia173\/2010\/03\/28\/noticia_minas,i=153339\/AULAS+COMECAM+E+OBRAS+NAO+ACABAM.shtml\">Aulas come\u00e7am e obras n\u00e3o acabam <\/a><a href=\"http:\/\/www.uai.com.br\/htmls\/app\/noticia173\/2010\/03\/28\/noticia_minas,i=153338\/ALUNOS+CONVIVEM+COM+POUCOS+LIVROS+E+MUITA+AGUA.shtml\">Alunos convivem com poucos livros e muita \u00e1gua <\/a><a href=\"http:\/\/www.uai.com.br\/htmls\/app\/noticia173\/2010\/03\/28\/noticia_minas,i=153340\/ESTUDANTES+CHEGAM+ANTES+DA+ESTRUTURA.shtml\">Estudantes chegam antes da estrutura <\/a><\/p>\n<p>H\u00e1 exemplos semelhantes em muitas gradua\u00e7\u00f5es in\u00e9ditas criadas pelo Programa de Apoio a Planos de Reestrutura\u00e7\u00e3o e Expans\u00e3o das Universidades Federais (Reuni), lan\u00e7ado pelo governo federal em 2007. Na UFMG, sobram reclama\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m nos novos cursos de cinema de anima\u00e7\u00e3o e artes <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">digitais<\/a>, arquivologia, antropologia e engenharia de sistemas.<\/p>\n<p>No interior do estado, a car\u00eancia de infraestrutura atinge da mesma forma alunos das universidades federais de Ouro Preto (Ufop), na Regi\u00e3o Central de Minas; de Juiz de Fora (UFJF), na Zona da Mata; e dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM). No c\u00e2mpus Mariana da Ufop, as aulas s\u00e3o ministradas num verdadeiro canteiro de obras e prateleiras vazias na biblioteca da institui\u00e7\u00e3o denunciam a falta de <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">livros<\/a> e material cient\u00edfico adequado para dar suporte aos novos cursos de comunica\u00e7\u00e3o social, servi\u00e7o social, economia e administra\u00e7\u00e3o, criados h\u00e1 um ano e meio no Instituto de Ci\u00eancias Sociais Aplicadas (ICSA). Atrasos na constru\u00e7\u00e3o de pr\u00e9dios e problemas na contrata\u00e7\u00e3o de professores levaram os <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">diretores<\/a> da ICSA a pedir \u00e0 reitoria a suspens\u00e3o do pr\u00f3ximo vestibular, previsto para julho.<\/p>\n<p><strong>Impasse <\/strong><\/p>\n<p>Assembleias, abaixo-assinados e reuni\u00f5es com a coordena\u00e7\u00e3o da Escola de Belas Artes da UFMG j\u00e1 viraram rotina na vida dos alunos. Segundo a coordenadora de movimento estudantil do Diret\u00f3rio Acad\u00eamico de Belas Artes, Raquel de Souza Prado, a burocracia \u00e9 o principal entrave para resolver o problema. &#8220;H\u00e1 um projeto de expans\u00e3o do pr\u00e9dio, mas ele n\u00e3o sai do papel. Professores j\u00e1 aprovados em concursos ainda n\u00e3o foram nomeados. Os novos cursos come\u00e7aram a funcionar em 2009 e a quest\u00e3o se agrava a cada semestre, com a entrada de mais alunos. No caso da moda, faltam ateli\u00eas e oficinas imprescind\u00edveis para o curso&#8221;, lamenta Raquel.<\/p>\n<p>A aluna Simone Cristina denuncia que a falta de salas e professores \u00e9 suprida com palestras e semin\u00e1rios. &#8220;A solu\u00e7\u00e3o improvisada pela dire\u00e7\u00e3o \u00e9 reunir alunos de diferentes per\u00edodos para palestras no audit\u00f3rio. Isso \u00e9 tapar o sol com a peneira. Al\u00e9m disso, por falta de computadores, estamos aprendendo a fazer \u00e0 m\u00e3o desenhos que deveriam ser <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">digitais<\/a>&#8220;, diz Simone.<\/p>\n<p>Nos novos cursos de engenharia, a concentra\u00e7\u00e3o de turmas diferentes no mesmo espa\u00e7o tamb\u00e9m j\u00e1 \u00e9 usual. \u201cSalas com 120 alunos j\u00e1 viraram regra nas aulas de c\u00e1lculo, por exemplo. Como a disciplina \u00e9 comum ao ciclo b\u00e1sico de v\u00e1rias gradua\u00e7\u00f5es, eles re\u00fanem as turmas. Didaticamente, isso \u00e9 muito ruim, pois o professor n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es de tirar d\u00favidas e dar a aten\u00e7\u00e3o devida aos estudantes\u201d, diz um integrante do DA de Engenharia, que preferiu n\u00e3o ser identificado.<\/p>\n<p>A pr\u00f3-reitora-adjunta de Gradua\u00e7\u00e3o da UFMG, Carmela Maria Polito Braga, admite problemas pontuais em alguns cursos, mas informa que s\u00e3o \u201cdificuldades transit\u00f3rias que j\u00e1 est\u00e3o sendo solucionadas\u201d. Segundo ela, a falta de professores se deve \u00e0 n\u00e3o aprova\u00e7\u00e3o de profissionais em concursos, mas, provisoriamente, outros docentes da institui\u00e7\u00e3o estariam encarregados das substitui\u00e7\u00f5es. E, no caso da car\u00eancia de espa\u00e7o f\u00edsico, ela espera que o problema seja resolvido com a inaugura\u00e7\u00e3o de tr\u00eas Centros de Atividades Did\u00e1ticas (CADs). O primeiro deles, voltado para cursos da \u00e1rea de ci\u00eancias biol\u00f3gicas e de sa\u00fade, deve ficar pronto at\u00e9 o fim do ano; o segundo, de ci\u00eancias humanas e sociais aplicadas, est\u00e1 na fase de funda\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio; e o terceiro, de engenharia, ci\u00eancias exatas e ci\u00eancias da terra, est\u00e1 em processo de licita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o h\u00e1 alunos sem aulas na UFMG e temos apenas casos pontuais de problemas. Nesses processos de cria\u00e7\u00e3o de cursos h\u00e1 uma transitoriedade. As obras est\u00e3o licitadas ou em andamento e os concursos <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">para professores<\/a> est\u00e3o sendo realizados, mas nesse intervalo pode haver descompasso na aplica\u00e7\u00e3o dos recursos&#8221;, afirma Carmela. Por meio do Reuni foram abertas 2 mil vagas na UFMG, que saltou de 4.674 cadeiras em 2007 para 6.670 este ano. Ao todo, 27 cursos foram criados e outros 22, expandidos. A universidade recebeu <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">investimentos<\/a> do governo federal de R$ 167 milh\u00f5es: R$ 72 milh\u00f5es para obras de infraestrutura e R$ 95 milh\u00f5es para custeio, implanta\u00e7\u00e3o e reestrutura\u00e7\u00e3o dos cursos. Nesse per\u00edodo, a UFMG contratou 540 professores e 593 funcion\u00e1rios t\u00e9cnico-administrativos.<\/p>\n<p><strong>Aulas come\u00e7am e obras n\u00e3o acabam<\/strong><\/p>\n<p>Ricardo Beghini &#8211; Estado de Minas<\/p>\n<p>Publica\u00e7\u00e3o: 28\/03\/2010 08:29 Atualiza\u00e7\u00e3o: 28\/03\/2010 10:03<\/p>\n<table style=\"width: 1px;\" border=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), os novos alunos do bacharelado em ci\u00eancias exatas, que possibilita acesso aos <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">cursos<\/a> de engenharias, criados com recursos do programa de expans\u00e3o Reuni, assim como os <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">estudantes<\/a> de <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">cursos<\/a> j\u00e1 existentes da mesma \u00e1rea, ter\u00e3o que esperar at\u00e9 a primeira quinzena de abril para o t\u00e9rmino das obras do novo pr\u00e9dio da unidade. At\u00e9 l\u00e1, v\u00e3o conviver com o vaiv\u00e9m de oper\u00e1rios, com o barulho dos equipamentos de constru\u00e7\u00e3o e com tapumes no lugar de paredes e corrim\u00e3os. As <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">aulas<\/a>, por enquanto, v\u00eam sendo ministradas em um novo edif\u00edcio do Instituto de Ci\u00eancias Exatas (ICE), que tamb\u00e9m n\u00e3o foi conclu\u00eddo.<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\"> <\/span><\/p>\n<p>&#8220;O novo bloco n\u00e3o tem banheiro nem bebedouro. Precisamos nos deslocar at\u00e9 o pr\u00e9dio vizinho&#8221;, reclama a caloura do curso noturno de engenharia el\u00e9trica Priscila Shandreppi, que aponta outro problema enfrentado por ela e pelos colegas. Segundo Priscila, nas espa\u00e7osas salas de aula do novo edif\u00edcio do ICE, projetadas para abrigar pelo menos 100 alunos, os estudantes acomodados do meio para tr\u00e1s n\u00e3o conseguem <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">enxergar<\/a> a parte de baixo do quadro. &#8220;O fato de ter mais vagas \u00e9 sempre bom, mas eles tinham que ter tratado disso melhor&#8221;, ressaltou.<\/p>\n<p>No primeiro dia de aula do semestre na UFJF, uma comiss\u00e3o do Diret\u00f3rio Central dos Estudantes (DCE) visitou o bloco inacabado do instituto para verificar as dificuldades. &#8220;A solu\u00e7\u00e3o para garantir a seguran\u00e7a \u00e9 transferir os estudantes para outras unidades at\u00e9 o pr\u00e9dio ficar pronto&#8221;, avalia o coordenador-geral do DCE, Lu\u00e3 Cupolillo.<\/p>\n<p>O pr\u00f3-reitor de Gradua\u00e7\u00e3o da Federal de Juiz de Fora, Eduardo Magrone, assinala, por sua vez, que os transtornos s\u00e3o transit\u00f3rios frente aos benef\u00edcios que o novo bloco de ensino proporcionar\u00e1: novas salas de aulas, 12 minianfiteatros, outros dois com capacidade para 300 lugares, laborat\u00f3rios de ensino de qu\u00edmica, f\u00edsica e ci\u00eancia da computa\u00e7\u00e3o. &#8220;A UFJF se empenha em minimizar eventuais transtornos ocasionados pelos trabalhos na obra no novo pr\u00e9dio de cinco andares em \u00e1rea de 6 mil metros quadrados&#8221;, disse. Segundo ele, a o atraso foi provocado pelo per\u00edodo chuvoso.<\/p>\n<p><strong>Estudantes chegam antes da estrutura<\/strong><\/p>\n<p>Luiz Ribeiro &#8211; Estado de Minas<\/p>\n<p>Publica\u00e7\u00e3o: 28\/03\/2010 08:31<\/p>\n<p>A Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), uma das institui\u00e7\u00f5es mais novas do sistema federal, criada em setembro de 2005, vem permitindo que muitos <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">jovens<\/a> das regi\u00f5es mais pobres de Minas possam realizar o sonho de cursar o <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">ensino<\/a> superior. Por\u00e9m, muitos enfrentam dificuldades diante da falta de estrutura.<\/p>\n<p>Sediada em Diamantina, a UFVJM encampou a antiga Faculdade de Odontologia (Fafeod) e conta tamb\u00e9m com um c\u00e2mpus em Te\u00f3filo Otoni. Pouco mais de quatro anos depois de criada, a institui\u00e7\u00e3o j\u00e1 tem cerca de 30 cursos e aproximadamente 5 mil alunos. Al\u00e9m do atendimento \u00e0s demandas regionais, o <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">crescimento<\/a> da universidade se deve \u00e0 sua inclus\u00e3o no programa de expans\u00e3o Reuni.<\/p>\n<p>&#8220;Foram abertas muitas vagas sem uma estrutura adequada para a expans\u00e3o&#8221;, afirma o presidente do Diret\u00f3rio Central dos Estudantes (DCE) da UFVJM, Heverton de Paula. Ele salienta que os cursos foram criados antes do t\u00e9rmino das obras para atend\u00ea-los, como a constru\u00e7\u00e3o de laborat\u00f3rios e outros pr\u00e9dios. &#8220;O curso de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica, por exemplo, est\u00e1 pr\u00f3ximo de formar a primeira turma sem a conclus\u00e3o do complexo esportivo da universidade&#8221;, observa Heverton.<\/p>\n<p>O l\u00edder estudantil diz que, com o Reuni, a UFVJM passou a enfrentar excesso de alunos nas aulas. &#8220;H\u00e1 salas com at\u00e9 120 estudantes&#8221;, disse, apontando a falta de titula\u00e7\u00e3o como outro problema. &#8220;Isso ocorre porque os professores fazem concurso para as universidades do interior. Mas, depois de concluir mestrado ou doutorado, preferem as institui\u00e7\u00f5es dos grandes centros&#8221;, afirma o presidente do DCE.<\/p>\n<p>O aluno \u00c9rico Ribeiro Hugo, do 8\u00ba per\u00edodo de ci\u00eancias biol\u00f3gicas, lamenta a falta do laborat\u00f3rio de biologia molecular. &#8220;Mas sou bem compreensivo em rela\u00e7\u00e3o a isso, pois a universidade \u00e9 nova e os laborat\u00f3rios ainda est\u00e3o em constru\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>O reitor da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Pedro \u00c2ngelo Almeida Abreu, nega que o Reuni tenha provocado impactos o ponto de prejudicar a qualidade do ensino da institui\u00e7\u00e3o. &#8220;O programa trouxe maior quantidade de recursos para o <a href=\"http:\/\/imgs.uai.com.br\/arquivos\/\">crescimento<\/a> da universidade. O que ocorre, na verdade, \u00e9 que h\u00e1 parte de uma elite que \u00e9 contra essa expans\u00e3o do ensino superior&#8221;, dispara.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 infraestrutura da institui\u00e7\u00e3o, ele defende a necessidade de cria\u00e7\u00e3o de cursos antes que seja providenciado suporte para o funcionamento. &#8220;No nosso pa\u00eds, ningu\u00e9m cria o espa\u00e7o antes das necessidades. Ent\u00e3o, foi criada a universidade, para depois ser montada a infraestrutura&#8221;, afirma o reitor, que culpa a burocracia pela demora na conclus\u00e3o das obras. &#8220;Infelizmente, enquanto se faz uma constru\u00e7\u00e3o em seis meses na iniciativa privada, na \u00e1rea p\u00fablica a mesma obra demora pelo menos 18 meses por causa do processo de licita\u00e7\u00e3o e de outras quest\u00f5es burocr\u00e1ticas. Por isso h\u00e1 um descompasso entre a implanta\u00e7\u00e3o dos cursos e o fim das obras.&#8221;<\/p>\n<p>Segundo o reitor, h\u00e1 no pa\u00eds uma cultura de que as salas de aula devem ter poucos alunos, enquanto em pa\u00edses do hemisf\u00e9rio Norte o contingente de estudantes \u00e9 maior, sem preju\u00edzo para o ensino. Para ele, o n\u00famero excessivo de alunos n\u00e3o vem atrapalhando as atividades da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><em>Fonte: Estado de Minas, 28\/03\/2010<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D\u00e9ficit de estrutura em novos cursos decepciona alunos. Gradua\u00e7\u00f5es criadas por programa de expans\u00e3o enfrentam da prosaica falta de espa\u00e7o f\u00edsico at\u00e9 car\u00eancia de professores e aul\u00f5es coletivos Gl\u00f3ria Tupinamb\u00e1s &#8211; Estado de Minas Publica\u00e7\u00e3o: 28\/03\/2010 08:16 Atualiza\u00e7\u00e3o: 28\/03\/2010 09:54 Estudantes que se aventuram em novos cursos de gradua\u00e7\u00e3o criados recentemente pelas universidades federais encontram&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[15],"tags":[119],"class_list":["post-998","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","tag-reuni","category-15","description-off"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/998","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=998"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/998\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=998"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=998"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=998"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}