{"id":939,"date":"2010-03-12T11:16:44","date_gmt":"2010-03-12T15:16:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/mesa-redonda-lembra-conquistas-e-desafios-do-movimento-feminista\/"},"modified":"2010-03-12T11:16:44","modified_gmt":"2010-03-12T15:16:44","slug":"mesa-redonda-lembra-conquistas-e-desafios-do-movimento-feminista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/mesa-redonda-lembra-conquistas-e-desafios-do-movimento-feminista\/","title":{"rendered":"Mesa-redonda lembra conquistas e desafios do movimento feminista"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-936\" title=\"FOTO 03\" src=\"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/03\/FOTO-03-300x188.jpg\" alt=\"FOTO 03\" width=\"300\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/03\/FOTO-03-300x188.jpg 300w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/03\/FOTO-03.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>A hist\u00f3ria, as conquistas e os desafios do movimento feminista foram tema de debate na \u00faltima quinta-feira (11), no Centro de Educa\u00e7\u00e3o do Campus I, durante mesa-redonda organizada pela ADUFPB dentro das comemora\u00e7\u00f5es ao Dia Internacional da Mulher. O evento contou com a participa\u00e7\u00e3o das professoras Gloria Rabay, Liane Schneder, Maria Eulina de Carvalho, Maria Lucia Lopes e Sandra Raquel.<\/p>\n<p>Tratando sobre o tema da participa\u00e7\u00e3o das mulheres no cen\u00e1rio pol\u00edtico paraibano, a professora Gloria Rabay lembrou que, apesar de o Brasil ter sido um dos primeiros pa\u00edses a permitir o voto feminino, em 1932, ele revela hoje \u201cn\u00fameros vergonhosos\u201d, se comparado ao restante da Am\u00e9rica Latina, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 participa\u00e7\u00e3o das mulheres no mundo pol\u00edtico. \u201cN\u00e3o chega nem a 20% das bancadas\u201d, afirmou.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-937\" title=\"FOTO 045\" src=\"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/03\/FOTO-045-300x200.jpg\" alt=\"FOTO 045\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/03\/FOTO-045-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/03\/FOTO-045.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>De acordo com ela, o maior n\u00famero de mulheres a integrarem a Assembleia Legislativa da Para\u00edba at\u00e9 hoje foi de apenas sete parlamentares. Atualmente, h\u00e1 quatro mulheres na Casa. Na C\u00e2mara Municipal de Jo\u00e3o Pessoa, o n\u00famero tamb\u00e9m \u00e9 pequeno: na atual legislatura, s\u00e3o quatro. Por outro lado, h\u00e1 munic\u00edpios do interior onde s\u00f3 mulheres ocupam a casa legislativa. \u201cMas geralmente s\u00e3o cidades muito pequenas\u201d, afirma.<\/p>\n<p>J\u00e1 a professora Sandra Raquel lembrou como o movimento feminista come\u00e7ou a abrir espa\u00e7o na d\u00e9cada de 90, na Para\u00edba, para o drama da viol\u00eancia contra a mulher. Com o acompanhamento do tratamento dado pela imprensa a casos de assassinatos, as militantes levaram a opini\u00e3o p\u00fablica a refletir sobre o fato de que a viol\u00eancia deve ser entendida como assunto de interesse p\u00fablico e n\u00e3o como caso privado.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-938\" title=\"FOTO 09\" src=\"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/03\/FOTO-09-300x200.jpg\" alt=\"FOTO 09\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/03\/FOTO-09-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2010\/03\/FOTO-09.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>\u201cQuando o movimento feminista passa a colocar o assunto na m\u00eddia, come\u00e7a o questionamento da viol\u00eancia na sociedade e no discurso jornal\u00edstico\u201d, declarou. Ela lembra que a participa\u00e7\u00e3o do tema na pauta de discuss\u00e3o da sociedade n\u00e3o vai estar ancorada apenas no interesse jornal\u00edstico dos casos, mas na provoca\u00e7\u00e3o do movimento feminista dentro das C\u00e2maras, da Assembl\u00e9ia e nas demais \u00e1reas do debate p\u00fablico.<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o dos eventos comemorativos ao Dia da Mulher da ADUFPB est\u00e1 a cargo da professora Mariza de Oliveira Pinheiro, diretora de Pol\u00edtica Social do Sindicato. Durante a mesa-redonda da \u00faltima quinta-feira, as participantes tamb\u00e9m assistiram a uma apresenta\u00e7\u00e3o teatral de Marianna Chaves &#8211; que interpretou trecho da obra \u201cApareceu a Margarida\u201d, de Roberto Athayde. O evento contou ainda com um varal po\u00e9tico com e da exposi\u00e7\u00e3o de arte intitulada \u201cNegras\u201d, da professora Liana Chaves (DAV\/CCHLA\/UFPB).<\/p>\n<p><em>Fonte: Ascom ADUFPB<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria, as conquistas e os desafios do movimento feminista foram tema de debate na \u00faltima quinta-feira (11), no Centro de Educa\u00e7\u00e3o do Campus I, durante mesa-redonda organizada pela ADUFPB dentro das comemora\u00e7\u00f5es ao Dia Internacional da Mulher. 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