{"id":5157,"date":"2013-05-29T10:41:19","date_gmt":"2013-05-29T14:41:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/?p=5157"},"modified":"2013-05-29T10:41:19","modified_gmt":"2013-05-29T14:41:19","slug":"2012-maior-numero-de-greves-nos-ultimos-16-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/2012-maior-numero-de-greves-nos-ultimos-16-anos\/","title":{"rendered":"2012: maior n\u00famero de greves nos \u00faltimos 16 anos"},"content":{"rendered":"<p>De acordo com o Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese), 2012 teve o maior n\u00famero de greves dos \u00faltimos 16 anos. Foram registradas 873 ocorr\u00eancias, n\u00famero que n\u00e3o era alcan\u00e7ado desde 1996, quando a pesquisa identificou 1.228 paralisa\u00e7\u00f5es. Em rela\u00e7\u00e3o a 2011, o aumento foi de 58%.<\/p>\n<p>\u00c9 importante salientar que fazem parte desta contabilidade as greves dos setores p\u00fablico e privado. Sendo que, no total, os empregados do setor privado fizeram mais greves, e obtiveram bons resultados. Nesse segmento, 85% dos movimentos conseguiram ser atendidos. Ainda no setor privado, quase 30% das greves terminaram com o compromisso de que as negocia\u00e7\u00f5es prosseguissem ap\u00f3s a volta ao trabalho. Em todos os setores as principais reivindica\u00e7\u00f5es est\u00e3o atreladas ao reajuste de sal\u00e1rio e pagamento do piso, melhorias nas condi\u00e7\u00f5es de trabalho e nos planos de carreira.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio do que se poderia pensar, o aumento do n\u00famero de greves, neste momento, n\u00e3o est\u00e1 relacionado \u00e0 piora do mercado de trabalho, mas justamente ao oposto disso. Com o desemprego em baixa, os assalariados se sentem mais seguros para se manifestar. Do outro lado, os empregadores t\u00eam mais dificuldade de substituir seus funcion\u00e1rios.<\/p>\n<p>\u201cGente que antes n\u00e3o fazia greve porque tinha sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a com o emprego, agora est\u00e1 fazendo. Se os sal\u00e1rios atrasam, os trabalhadores param mesmo\u201d, exemplifica Rodrigo Linhares, representante do Dieese.<\/p>\n<p><strong>No setor p\u00fablico, destaque para as IFE<\/strong><\/p>\n<p>Para os docentes das Institui\u00e7\u00f5es Federais de Ensino do Brasil e outras categorias de servidores federais, 2012 foi um ano de intensa mobiliza\u00e7\u00e3o. No caso espec\u00edfico do ANDES-SN e de suas Se\u00e7\u00f5es Sindicais, a paralisa\u00e7\u00e3o iniciada em 17 de maio durou quatro meses, sendo considerada umas das mais j\u00e1 protagonizada pelos docentes organizados no ANDES-SN.<\/p>\n<p>Em virtude da insatisfa\u00e7\u00e3o frente ao plano de carreira, bem como em fun\u00e7\u00e3o das prec\u00e1rias condi\u00e7\u00f5es de trabalho, os professores exigiam negocia\u00e7\u00f5es com o governo que, pressionado, reconheceu a greve, cedeu ao di\u00e1logo, mas ao final, enviou um projeto ao Congresso Nacional sem levar em conta o que reivindicava o movimento paredista.<\/p>\n<p><em>* Com edi\u00e7\u00e3o do ANDES-SN<\/em><\/p>\n<p><em>Fonte: Sedufsm \u0096 Se\u00e7\u00e3o Sindical<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com o Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese), 2012 teve o maior n\u00famero de greves dos \u00faltimos 16 anos. 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