{"id":25710,"date":"2021-09-18T09:38:35","date_gmt":"2021-09-18T12:38:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/?p=25710"},"modified":"2021-09-29T17:28:39","modified_gmt":"2021-09-29T20:28:39","slug":"com-apoio-da-adufpb-campanha-da-coletiva-pachamama-pretende-distribuir-500-cestas-durante-seis-meses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/com-apoio-da-adufpb-campanha-da-coletiva-pachamama-pretende-distribuir-500-cestas-durante-seis-meses\/","title":{"rendered":"Com apoio da ADUFPB, campanha pretende distribuir 500 cestas durante seis meses"},"content":{"rendered":"<p><a class=\"dt-pswp-item\" href=\"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/2021-campanha-pachamama.jpeg\" data-dt-img-description=\"\" data-large_image_width=\"944\" data-large_image_height=\"649\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-25711\" src=\"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/2021-campanha-pachamama-300x206.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"206\" srcset=\"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/2021-campanha-pachamama-300x206.jpeg 300w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/2021-campanha-pachamama-768x528.jpeg 768w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/2021-campanha-pachamama-250x172.jpeg 250w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/2021-campanha-pachamama.jpeg 944w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Em qu\u00edchua, l\u00edngua ind\u00edgena ainda hoje falada na regi\u00e3o central dos Andes, Pacha Mama significa M\u00e3e Terra. A simbologia desse termo, que abarca o sentido da vida, o nascimento, a maternidade e a prote\u00e7\u00e3o do planeta, serve como guia para as a\u00e7\u00f5es da Coletiva de M\u00e3es Pachamam\u00e1, organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos que, desde 2017, atua como grupo pol\u00edtico-cultural em defesa de m\u00e3es e crian\u00e7as desamparadas em Jo\u00e3o Pessoa. A mais recente campanha do grupo, iniciada em maio deste ano, intitula-se Fartura na Casa das M\u00e3es.<\/p>\n<p>A proposta \u00e9 arrecadar e distribuir cestas aliment\u00edcias, material de higiene, kit anti-covid e material pedag\u00f3gico para essas fam\u00edlias, cuja vulnerabilidade social se aprofundou com a pandemia de covid-19. Essa mesma a\u00e7\u00e3o aconteceu entre maio de 2020 e maio de 2021, tamb\u00e9m com uma s\u00e9rie de mobiliza\u00e7\u00f5es. No entanto, com a expans\u00e3o do per\u00edodo pand\u00eamico e o agravamento da crise econ\u00f4mica no pa\u00eds, a Pachamam\u00e1, al\u00e9m de dar continuidade \u00e0 campanha, est\u00e1 buscando meios para estruturar um sistema de apoio que atenda \u00e0s demandas crescentes pelos pr\u00f3ximos seis meses.<\/p>\n<p>\u201cA campanha Fartura na casa das M\u00e3es \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o que prioriza as mulheres m\u00e3es de fam\u00edlia, que s\u00e3o as que mais est\u00e3o sofrendo nesta pandemia, com o desemprego e, consequentemente, a fome. N\u00e3o tem sofrimento maior do que ver um filho com fome e n\u00e3o ter nada para aliment\u00e1-lo\u201d, diz Karla Maria Barbosa, uma das articuladoras da Pachamam\u00e1. A meta, segundo ela, \u00e9 distribuir 500 cestas e beneficiar cerca de 1,8 mil pessoas, ao final desse semestre.<\/p>\n<p><strong>Acolhimento emocional<\/strong><\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o Coletiva de M\u00e3es Pachamam\u00e1 \u00e9 formada por 100 mulheres\/m\u00e3es que atuam n\u00e3o somente nas campanhas de arrecada\u00e7\u00e3o, mas com acolhimento emocional e engajamento pol\u00edtico, tendo a arte e a cultura como fios condutores do protagonismo materno. O objetivo \u00e9 inserir mais m\u00e3es nos espa\u00e7os culturais, debater o empoderamento feminino e a \u201cmatern\u00e2ncia\u201d (maternar ativamente, com consci\u00eancia de classe, ra\u00e7a e g\u00eanero) e incentivar a economia criativa. \u201c\u00c9 uma a\u00e7\u00e3o que atende m\u00e3es solos e tamb\u00e9m pessoas LGBTQI+, quilombolas, ribeirinhos, ind\u00edgenas e refugiados\u201d, acrescenta Karla.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da arrecada\u00e7\u00e3o, a coletiva disponibilizou, nas suas redes sociais, uma s\u00e9rie de conte\u00fados relacionados \u00e0 maternidade e aos desafios da pandemia. O destaque \u00e9 o monitoramento da vacina\u00e7\u00e3o de gestantes \u2013 com apoio e informa\u00e7\u00f5es para aquelas que, por alguma raz\u00e3o, n\u00e3o conseguiram Acolhimento emocional Campanha se vacinar. As comunidades beneficiadas est\u00e3o no Porto do Capim, no Quilombo de Paratibe, em associa\u00e7\u00f5es de moradores, na ocupa\u00e7\u00e3o do Bairro das Ind\u00fastrias e entre povos ind\u00edgenas da etnia Warao (Venezuela).<\/p>\n<p><strong>Agravamento<\/strong><\/p>\n<p>No Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), as m\u00e3es solo representam 37% de todas as fam\u00edlias. Com a crise sanit\u00e1ria, creches e escolas da rede p\u00fablica foram fechadas, o que piorou a situa\u00e7\u00e3o dessas m\u00e3es. Muitas delas, por n\u00e3o terem com quem deixar os filhos, precisaram largar os seus postos de trabalho.<\/p>\n<p>Como principais respons\u00e1veis pelo provimento de alimenta\u00e7\u00e3o, moradia e cuidados com a fam\u00edlia, e impedidas de trabalhar, elas conviveram com algum grau de inseguran\u00e7a alimentar, nesta pandemia. No per\u00edodo, mais de 11% das casas chefiadas por mulheres foram atingidas pela fome \u2013 nos domic\u00edlios onde a pessoa de refer\u00eancia \u00e9 um homem, esse \u00edndice cai para 7,7%.<\/p>\n<p><strong>Campanha<\/strong><\/p>\n<p>A ADUFPB, por meio do Comit\u00ea Mulheres em Resist\u00eancia, apoia a iniciativa da Coletiva Pachamam\u00e1 e convida os professores e professoras da UFPB a fazerem parte dessa rede solid\u00e1ria. A ajuda pode ser tanto por meio da doa\u00e7\u00e3o dos itens necess\u00e1rios quanto por transfer\u00eancia banc\u00e1ria. Quem preferir entregar os produtos pode faz\u00ea-lo na sede sociocultural da ADUFPB, na praia Cabo Branco, ao lado do antigo Jangada Clube. J\u00e1 a contribui\u00e7\u00e3o em dinheiro pode ser realizada pela CHAVE PIX coletivapachamama@gmail.com, na conta corrente em nome de Karla Maria da Silva Barbosa, do Banco do Brasil.<\/p>\n<p><strong>O QUE DOAR<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Produtos aliment\u00edcios (kit cesta b\u00e1sica);<\/li>\n<li>\u00c1lcool, m\u00e1scara e sab\u00e3o neutro (kit anti-covid);<\/li>\n<li>Fraldas, len\u00e7o umedecido, pomada para assadura (kit higiene infantil);<\/li>\n<li>Absorvente, desodorante, creme dental, shampoo (kit higiene feminina);<\/li>\n<li>Massinha de modelar, papel, tinta guache, l\u00e1pis, borracha, pincel (kit pedag\u00f3gico infantil).<\/li>\n<\/ul>\n<p><a href=\"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/ADUFINFORMA-EXPRESSO-9-17-SET-2021.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leia esta e outras not\u00edcias no jornal AdufInforma Expresso.<\/a><\/p>\n<p><em>Fonte: Ascom ADUFPB<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em qu\u00edchua, l\u00edngua ind\u00edgena ainda hoje falada na regi\u00e3o central dos Andes, Pacha Mama significa M\u00e3e Terra. 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