{"id":2491,"date":"2012-01-25T15:25:16","date_gmt":"2012-01-25T19:25:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/romualdo-lanca-livro-no-cafe-do-sebo-cultural\/"},"modified":"2012-01-25T15:25:16","modified_gmt":"2012-01-25T19:25:16","slug":"romualdo-lanca-livro-no-cafe-do-sebo-cultural","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/romualdo-lanca-livro-no-cafe-do-sebo-cultural\/","title":{"rendered":"Romualdo lan\u00e7a livro no Caf\u00e9 do Sebo Cultural"},"content":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria do menino pobre que veio do Rio Grande do Norte para viver sua inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia em Itabaiana. Editado e premeditado pelo ator e professor Romualdo Palhano, o livro \u201cEu e a Rainha do Vale \u2013 de menino a rapazinho\u201d, ter\u00e1 seu lan\u00e7amento no dia 27 de janeiro no Caf\u00e9 de O Sebo Cultural, em Jo\u00e3o Pessoa, a partir das 19h. Romualdo Palhano autografar\u00e1 seu livro ao som da seresta de Chico Bezerra, artista genuinamente itabaianense que reside na capital paraibana.<br \/>\nNo dia 28, s\u00e1bado, Chico Bezerra e Romualdo Palhano estar\u00e3o em Itabaiana, na \u00e1rea externa do Ponto de Cultura Cantiga de Ninar, para lan\u00e7amento do livro. F\u00e1bio Mozart aproveita a oportunidade para lan\u00e7ar a 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o do \u201cBiu Pacatuba, um her\u00f3i do povo paraibano\u201d. O livro de Romualdo custa R$ 15,00. Quem comprar, leva como brinde o livro de F\u00e1bio.<\/p>\n<p>Sobre o Livro:<br \/>\nA obra\u00a0 \u201cEu e a Rainha do Vale \u2013 De Menino a Rapazinho\u201d que enfoca suas aventuras de adolescente onde vivenciou na cidade de Itabaiana, durante a d\u00e9cada de 1970, sob o regime militar. S\u00e3o doze anos resumidos em 168 p\u00e1ginas, diz o autor. Este livro complementar\u00e1 \u201cO Teatro na Terra de Z\u00e9 da Luz \u2013 Da Uni\u00e3o Dram\u00e1tica ao GETI\u201d que foi lan\u00e7ado em 2011.<br \/>\nEm \u201cEu e a Rainha do Vale\u201d o autor revela aspectos de sua juventude, suas viv\u00eancias na escola, como frequentador da famosa feira de Itabaiana, o lazer e outros aspectos cotidianos de uma cidade do interior nordestino. S\u00e3o fatos de um adolescente que viva num mundo sem drogas e entre dois grupos sociais: Grupo de Jovens da Igreja Cat\u00f3lica e o Grupo Experimental de Teatro de Itabaiana, onde revela que sua concep\u00e7\u00e3o de mundo e suas decis\u00f5es para o futuro se deram nesse per\u00edodo.<br \/>\nNo Grupo Experimental de Teatro de Itabaiana montou v\u00e1rios espet\u00e1culos entre eles: A Paix\u00e3o de Cristo; A Peleja de Lampi\u00e3o com o Capeta; O ABC de Z\u00e9 da Luz, o Poeta do Pov\u00e3o; Tr\u00eas Momentos do Teatro Paraibano; O Batalh\u00e3o das Sombras; 10 Anos do GETI; Cantiga de Ninar na Rua; O Banquete Final entre outros. S\u00e2nzia Fernandes que prefaciou o livro faz um breve resumo:<br \/>\n\u201cO que voc\u00ea guarda de sua inf\u00e2ncia? O que voc\u00ea revela de sua adolesc\u00eancia? Um misto de reminisc\u00eancias narrativas de perip\u00e9cia do pensamento juvenil recheado de cultura do cotidiano. Um misto de causos e de reminisc\u00eancias cuja classifica\u00e7\u00e3o permeia uma literatura produzida com a \u00e1urea da inoc\u00eancia, com o estilo firme de registrar lembran\u00e7as, um estilo simples como a vida nordestina, popular, aberta, livre, cuja linguagem coloca o homem nesta imensa cadeia de leituras profundas entre as rela\u00e7\u00f5es humanas das pessoas mais simples. Caso do Zezinho do Cachorro Quente, ou na narrativa sobre as Festas Religiosas, a Pol\u00edtica, o Prefeito Josu\u00e9 Dias. Todas refletem o ar tranquilo da vida cotidiana interiorana e feliz.<br \/>\nEsta observa\u00e7\u00e3o \u00e9 sustentada pela afirma\u00e7\u00e3o em uma das narrativas de causos. \u201cA Fam\u00edlia Bendito\u201d: &#8211; Meu pai, por ter sido uma pessoa comunicativa e religiosa, n\u00e3o tinha inimigos. Como? Nos dias de hoje, com toda a agita\u00e7\u00e3o da vida urbana, quem teria a coragem de dizer uma coisa destas!!! Quem se sente assim sem inimigos? Como \u00e9 se sentir sem inimigos? Como se pode viver assim nos dias de hoje, assim t\u00e3o livre&#8230; Assim t\u00e3o seguro&#8230; Assim t\u00e3o sem medo da viol\u00eancia ou dos espertalh\u00f5es que passam todo o tempo tramando\u00a0 como levar vantagem sobre o outro? Vida urbana, cotidiana, popular, feliz e tranquila a vida que nos narra Romualdo. Espontaneamente livre dos traumas e estresse da modernidade dos grandes centros. Isso foi uma reflex\u00e3o da nossa leitura.<br \/>\nO lan\u00e7amento da obra \u201cEu e a Rainha do Vale \u2013 De Menino a Rapazinho\u201d acontecer\u00e1 na pr\u00f3xima sexta feira, dia 27 de janeiro no Sebo Cultural \u2013 Jo\u00e3o Pessoa,\u00a0 e no dia 28 no Ponto de Cultura Cantiga de Ninar em Itabaiana. Na ocasi\u00e3o tamb\u00e9m haver\u00e1 o lan\u00e7amento da obra \u201cBiu Pacatuba\u201d de F\u00e1bio Mozart.<\/p>\n<p>Sobre o autor<br \/>\nRomualdo Rodrigues Palhano \u00e9 graduado em Licenciatura Plena em Educa\u00e7\u00e3o Art\u00edstica com habilita\u00e7\u00e3o em Artes C\u00eanicas, pela Universidade Federal da Para\u00edba. Institui\u00e7\u00e3o onde tamb\u00e9m concluiu Mestrado em Servi\u00e7o Social, sendo seu objeto de investiga\u00e7\u00e3o o Teatro Comunit\u00e1rio. Residiu por dois anos em Havana \u2013 Cuba, onde iniciou seu doutorado. \u00c9 Doutor em Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro \u2013 UNIRIO. \u00c9 P\u00f3s-Doutor em Teatro pela Universidade Federal da Para\u00edba. Reside atualmente em Macap\u00e1 onde \u00e9 Professor Associado da UNIFAP &#8211; Universidade Federal do Amap\u00e1.<br \/>\nEntre 1974 e 1994 atuou diretamente no teatro paraibano onde participou de v\u00e1rias montagens entre as quais: \u201cA Peleja de Lampi\u00e3o com o Capeta\u201d, pelo GETI \u2013 Grupo Experimental de Teatro de Itabaiana e \u201cO Palha\u00e7o e o Rei\u201d pelo Grupo de Teatro Suspens\u00f3rio Produ\u00e7\u00f5es Art\u00edsticas em Jo\u00e3o Pessoa.<br \/>\nEm Itabaiana-PB, durante a d\u00e9cada de 1970 concluiu o ensino fundamental e m\u00e9dio em escola p\u00fablica. Foi na terra do m\u00fasico Sivuca e do poeta Z\u00e9 da Luz, onde Romualdo Palhano aos 16 anos de idade escreveu suas primeiras poesias com forte influ\u00eancia da poesia matuta e da literatura de cordel.<br \/>\nO autor j\u00e1 publicou as seguintes obras: \u201cGrito Incontido\u201d poesias, 1988; \u201cA Estrela e a R\u00e3\u201d (infantil) 1998; \u201cBrincando com Linhas\u201d (infantl), 2001; \u201cTeatro de Bonecos: uma alternativa para o ensino fundamental na Amaz\u00f4nia, 2001; \u201cEntre Terra e Mar: sociog\u00eanese e caminhos do teatro na Para\u00edba \u2013 1822 \u2013 1905\u201d, 2009; \u201cA Saga de Altimar Pimentel e o Teatro Experimental da Cabedelo\u201d, 2009; \u201cFronteiras Entre o Palco e a Tela \u2013 Teatro na Para\u00edba \u2013 1900 \u2013 1916\u201d, 2010;\u00a0 \u201cEntre Par\u00e9nthesis \u2013 poesias\u201d tamb\u00e9m em 2010. Em 2011 o autor publicou as seguintes obras: \u201cO Teatro na Terra de Z\u00e9 da Luz \u2013 Da Uni\u00e3o Dram\u00e1tica ao GETI\u201d, \u201cA Ovellha malhada (infantil) e Artes C\u00eanicas no Amap\u00e1.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria do menino pobre que veio do Rio Grande do Norte para viver sua inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia em Itabaiana. Editado e premeditado pelo ator e professor Romualdo Palhano, o livro \u201cEu e a Rainha do Vale \u2013 de menino a rapazinho\u201d, ter\u00e1 seu lan\u00e7amento no dia 27 de janeiro no Caf\u00e9 de O Sebo&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[15],"tags":[],"class_list":["post-2491","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","category-15","description-off"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2491","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2491"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2491\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2491"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2491"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2491"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}