{"id":23311,"date":"2020-09-29T09:45:29","date_gmt":"2020-09-29T12:45:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/?p=23311"},"modified":"2020-10-07T21:31:27","modified_gmt":"2020-10-08T00:31:27","slug":"ufpb-mantem-lideranca-em-depositos-de-patentes-no-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/ufpb-mantem-lideranca-em-depositos-de-patentes-no-pais\/","title":{"rendered":"UFPB mant\u00e9m lideran\u00e7a em dep\u00f3sitos de patentes no pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p>A Universidade Federal da Para\u00edba (UFPB) manteve a lideran\u00e7a em dep\u00f3sitos de patentes no pa\u00eds, referente ao ano de 2019, segundo ranking divulgado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), na tarde desta segunda-feira (28).<\/p>\n<p>Pelo segundo ano consecutivo, a federal paraibana foi destaque na lista da autarquia federal brasileira, criada em 1970 e vinculada ao Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior, com 100 pedidos de patentes, seis a mais do que em 2018.<\/p>\n<p>Do mesmo modo, mais uma vez, o estado da Para\u00edba permaneceu no topo da classifica\u00e7\u00e3o, com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), no Agreste paraibano, na segunda posi\u00e7\u00e3o, com 90 pedidos de patentes, oito a mais do que no ano anterior.<\/p>\n<p>No ranking, de acordo com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a Universidade Estadual Paulista J\u00falio de Mesquita Filho (Unesp) subiu do s\u00e9timo lugar, em 2018, para a terceira posi\u00e7\u00e3o em 2019, passando de 38 para 88 dep\u00f3sitos, um crescimento de 132%.<\/p>\n<p>J\u00e1 a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) caiu da terceira para a quarta posi\u00e7\u00e3o, seguida da Petrobras, que desceu do quarto para o quinto lugar, na compara\u00e7\u00e3o com o ano de 2018.<\/p>\n<p>Dos 20 maiores depositantes residentes, 17 s\u00e3o universidades p\u00fablicas, al\u00e9m da Petrobras (5\u00b0 lugar), CNH Industrial Brasil (7\u00b0) e Robert Bosch (12\u00b0). Dentre os depositantes de patentes n\u00e3o residentes, a Qualcomm manteve, em 2019, a lideran\u00e7a, mas registrou queda de 27% no n\u00famero de dep\u00f3sitos. Em contrapartida, a Huawei foi para o 2\u00b0 lugar, com crescimento de 95%, em rela\u00e7\u00e3o a 2018.<\/p>\n<p>O INPI tamb\u00e9m disponibilizou o ranking dos demais pedidos de registros em 2019, entre eles os principais depositantes residentes e n\u00e3o residentes de marca, desenho industrial e programa de computador.<\/p>\n<p>Para o presidente da Ag\u00eancia de Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica (Inova) e professor do Departamento de Qu\u00edmica da UFPB, Petr\u00f4nio Athayde Filho, este resultado da UFPB \u00e9 reflexo de um trabalho s\u00e9rio, cujo objetivo final \u00e9 a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica das pesquisas da federal paraibana.<\/p>\n<p>\u201cEstes estudos contribuir\u00e3o para o desenvolvimento local, regional e nacional, ou seja, trar\u00e3o benef\u00edcios socioecon\u00f4micos e bem estar para a popula\u00e7\u00e3o e impulsionar\u00e3o avan\u00e7os para a ci\u00eancia\u201d, afirma o gestor de inova\u00e7\u00e3o da UFPB.<\/p>\n<p>Petr\u00f4nio Athayde Filho avalia que, devido \u00e0 pandemia do novo coronav\u00edrus em 2020, muitos centros de pesquisas est\u00e3o com atividades quase paradas ou totalmente paradas, o que pode provocar preju\u00edzo imensur\u00e1vel para as pesquisas cient\u00edficas em todo territ\u00f3rio nacional. Por outro lado, com a retomada das atividades nos laborat\u00f3rios de pesquisas e programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, a expectativa \u00e9 de que, em 2021, tudo esteja normalizado.<\/p>\n<p>Em 2018, a UFPB assumiu o topo do ranking de maiores depositantes nacionais de patentes de inven\u00e7\u00e3o, com 94 pedidos, seguida pela Universidade Federal de Campina Grande (82 pedidos) e pela Universidade Federal de Minas Gerais (62 pedidos).<\/p>\n<p>Em 2017, a lideran\u00e7a estava com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que, em 2018, passou para quinta colocada, com 50 pedidos de patentes. J\u00e1 a Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), que ocupava a quinta posi\u00e7\u00e3o em 2017, caiu para o sexto lugar no ranking (47 pedidos). Foi em 2018 que a UFPB subiu da 4\u00b0 para a 1\u00b0 posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Acesse os rankings completos de 2019 e 2018 na p\u00e1gina do INPI. Os portf\u00f3lios das tecnologias protegidas pela UFPB est\u00e3o dispon\u00edveis no site da Ag\u00eancia de Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica (Inova) da federal paraibana. Os 100 dep\u00f3sitos de patentes da UFPB em 2019 ser\u00e3o laureados, em breve, em cerim\u00f4nia da Premia\u00e7\u00e3o de Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica Professor Delby Fernandes de Medeiros, realizada pela UFPB.<\/p>\n<p><em>Fonte:\u00a0Ascom\/UFPB |\u00a0Reportagem e Edi\u00e7\u00e3o: Pedro Paz<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Universidade Federal da Para\u00edba (UFPB) manteve a lideran\u00e7a em dep\u00f3sitos de patentes no pa\u00eds, referente ao ano de 2019, segundo ranking divulgado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), na tarde desta segunda-feira (28). 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