{"id":19545,"date":"2018-11-20T11:43:42","date_gmt":"2018-11-20T14:43:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/?p=19545"},"modified":"2018-11-20T12:17:01","modified_gmt":"2018-11-20T15:17:01","slug":"por-que-um-dia-nacional-de-luta-contra-o-racismo-a-negrosas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/por-que-um-dia-nacional-de-luta-contra-o-racismo-a-negrosas\/","title":{"rendered":"Por que um dia Nacional de luta contra o Racismo a negros\/as?"},"content":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos 20 anos, mesmo com a inflex\u00e3o de alguns setores pelos pactos dos governos de concilia\u00e7\u00e3o de classes, observamos que ainda assim avan\u00e7amos em algumas pol\u00edticas devido a press\u00e3o dos movimentos sociais negros. Atualmente se torna fundamental defendermos as pol\u00edticas de a\u00e7\u00f5es afirmativas nas universidades brasileiras. Assim, como no plano geral de lutas, pressionarmos pela amplia\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas de repara\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Considerando os ataques e os discursos de \u00f3dio contra estudantes cotistas e a docentes negro(a)s,<\/p>\n<p>neste segundo semestre, convocamos para o dia 22 de novembro um dia de luta contra o racismo nas IES!<\/p>\n<p>Este dia tem como objetivo fortalecer as lutas antirracistas e tamb\u00e9m lutar pela garantia de cumprimento de fato da Lei n\u00ba 10.639\/03, da Lei n\u00ba 12.711\/12, da Lei n\u00ba 12.990\/14 e das pol\u00edticas de repara\u00e7\u00f5es e a\u00e7\u00f5es afirmativas como instrumentos de combate e de disputa de um projeto de universidade que respeite a diversidade \u00e9tnico-racial.<\/p>\n<p>O ANDES-SN est\u00e1 ao lado dos movimentos sociais negros na luta antirracista contribuindo junto aos<\/p>\n<p>posicionamentos pol\u00edticos neste sentido. Vamos continuar fortalecendo as lutas antirracistas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Cotidiano de nossa milit\u00e2ncia!<\/b><\/span><b><span style=\"font-size: large;\">\u00a0<\/span><\/b><\/p>\n<p><b><span style=\"font-size: large;\">O que \u00e9\u00a0o racismo?<\/span><\/b><\/p>\n<p>uma pr\u00e1tica de domina\u00e7\u00e3o, que coloca negro(a)s em situa\u00e7\u00e3o de opress\u00e3o, privilegiando direta ou indiretamente o(a)s branco(a)s. Essas pr\u00e1ticas podem ser conscientes e propositais ou n\u00e3o. O racismo se manifesta de diversas formas: no plano individual, das rela\u00e7\u00f5es interpessoais; no plano institucional; no plano estrutural \u2013 que \u00e9 onde se revela de forma ainda mais complexa.<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica da escravid\u00e3o foi baseada no racismo, tendo sido fundamental para a acumula\u00e7\u00e3o de capital no per\u00edodo colonial. Estima-se que mais de 4 milh\u00f5es de africano(a)s foram sequestrado(a)s ao Brasil como escravizado(a)s, o que at\u00e9 hoje provoca enormes diferen\u00e7as nas rela\u00e7\u00f5es do trabalho entre negro(a)s e branco(a)s. Importante ressaltar que mesmo na condi\u00e7\u00e3o de escravizado(a)s e depois como livres, a experi\u00eancia social africana marcou e caracterizou a forma\u00e7\u00e3o da sociedade brasileira, legando elementos culturais e pol\u00edticos que fazem do Brasil um pa\u00eds com uma intensa ancestralidade negra. A nega\u00e7\u00e3o do racismo foi e permanece operada como constru\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica na constitui\u00e7\u00e3o do perfill das rela\u00e7\u00f5es sociais brasileiras, institucionalizando-o dentro das suas estruturas educacionais, de mem\u00f3ria e de cultura. Se n\u00e3o bastasse a caracter\u00edstica hist\u00f3rica das manifesta\u00e7\u00f5es de racismo, recentemente temos observado situa\u00e7\u00f5es nada veladas de incita\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia contra negros e negras, e comunidades quilombolas.<\/p>\n<p>Dentro das universidades e escolas, pr\u00e1ticas racistas tem atacado estudantes, funcion\u00e1rio( a)s e docentes. As facetas, velada e ofensiva do racismo, devem ser combatidas nas institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de ensino, e devemos protagonizar esta luta no cotidiano de nossa milit\u00e2ncia!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff; font-size: large;\"><b>O RACISMO INSTITUCIONAL E A LEI 12.990\/14: UM CONVITE PARA REFLEX\u00c3O!<\/b><\/span><\/p>\n<p><i><span style=\"font-size: large;\">\u00a0<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"color: #ff0000; font-size: large;\">A pr\u00e1tica racista se manifesta institucionalmente, seja na esfera p\u00fablica ou na privada.<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-size: large;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff; font-size: large;\"><b>VAMOS PENSAR JUNTOS:<\/b><\/span><\/p>\n<p><b>Quantas professoras negras voc\u00ea teve durante sua vida escolar?<\/b><\/p>\n<p><b>Por quantas m\u00e9dicas negras foi atendido\/ a em sua vida?<\/b><\/p>\n<p><b>Quantas colegas negras voc\u00ea tem na universidade?<\/b><\/p>\n<p><i><b>Talvez voc\u00ea nunca tenha feito esses questionamentos. Mas eles precisam ser feitos, e respondidos!<\/b><\/i><\/p>\n<p><i>\u00a0<\/i><\/p>\n<p><i><\/i><b><span style=\"font-size: large;\">Racismo \u00e9 crime: como combater?<\/span><\/b><\/p>\n<p>Antes de tudo, \u00e9 importante evidenciar que o capitalismo se aproveita da divis\u00e3o intraclasse provocada<\/p>\n<p>pelo racismo com vista \u00e0 superexplorar a for\u00e7a de trabalho, fomentando sua perpetua\u00e7\u00e3o. \u00c9 fundamental entender que mesmo com a supera\u00e7\u00e3o deste sistema, as hierarquias sociais baseadas nas intersec\u00e7\u00f5es de g\u00eanero e \u00e9tnico-raciais n\u00e3o desaparecer\u00e3o, e devem ser evidenciadas e combatidas com toda intensidade pelos movimentos classistas.<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica do racismo constitui crime inafian\u00e7\u00e1vel e imprescrit\u00edvel, de acordo com a Constitui\u00e7\u00e3o brasileira de1988. Desde ent\u00e3o tem sido dif\u00edcil tornar efetivo este dispositivo constitucional devido \u00e0s pr\u00e1ticas negligentes por parte do judici\u00e1rio no pa\u00eds. \u00c9 fundamental, portanto que as den\u00fancias das pr\u00e1ticas racistas sejam feitas e cobradas resolu\u00e7\u00f5es sobre elas na Justi\u00e7a. \u00c9 fundamental tamb\u00e9m que se criem estruturas para que as pessoas v\u00edtimas destes ataques busquem acolhimento pol\u00edtico e psicol\u00f3gico para que possamos combater estas pr\u00e1ticas discriminat\u00f3rias.<\/p>\n<p>Outro importante elemento \u00e9 debater as estruturas de funcionamento das universidades porque nelas constam in\u00fameras pr\u00e1ticas excludentes para negros e negras, buscando assim transforma\u00e7\u00f5es nestas pr\u00e1ticas. Por exemplo, a resist\u00eancia da inclus\u00e3o nos curr\u00edculos da hist\u00f3ria da \u00c1frica e da cultura afro-brasileira, a falta de pol\u00edticas no acompanhamento dos cotistas, os concursos p\u00fablicos que negligenciam as reservas de vagas, editais de pesquisa e extens\u00e3o que n\u00e3o constam a\u00e7\u00f5es afirmativas a educadore( a)s e estudantes negro(a)s, dentre outras pr\u00e1ticas. J\u00e1 existem diversos materiais do ANDES-SN que podem embasar atividades militantes de combate ao racismo.<\/p>\n<p>A cartilha \u201cContra todas as formas de ass\u00e9dio, em defesa dos direitos das mulheres, da(o)s ind\u00edgenas, da(o)s negra(o)s, e da(o)s LGBT\u201d traz embasamento hist\u00f3rico sobre o racismo e apresenta formas de combate a esta pr\u00e1tica. O document\u00e1rio<\/p>\n<p>&#8220;Narrativas Docentes: Mem\u00f3ria e Resist\u00eancia Negra&#8221; registrou e visibilizou as trajet\u00f3rias e os olhares na constru\u00e7\u00e3o do conhecimento de docentes negros e negras militantes do sindicato nacional.<\/p>\n<p>Ainda, neste ano de 2018, a Revista Universidade e Sociedade trouxe uma edi\u00e7\u00e3o especial \u201c130 anos da Aboli\u00e7\u00e3o da Escravid\u00e3o no Brasil: Resist\u00eancia do Povo Negro e a Luta por Repara\u00e7\u00f5es\u201d, que buscou atrav\u00e9s de textos, fotos e poesias, refletir sobre as lutas do povo negro e a necessidade de repara\u00e7\u00f5es nestes 130 anos da aboli\u00e7\u00e3o da escravatura no pa\u00eds. Estes materiais devem ser divulgados e as atividades de forma\u00e7\u00e3o realizadas por meio deles, para que possam provocar a nossa base sindical a repensar a face do racismo na estrutura institucional e nas pr\u00e1ticas cotidianas.<\/p>\n<p>\u00c9 papel das Se\u00e7\u00f5es Sindicais do ANDES-SN realizarem a luta antirracista, construindo com os movimentos sociais negros, a\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e de debates, espa\u00e7os de den\u00fancia e de acolhimento \u00e0s v\u00edtimas desse crime t\u00e3o perverso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>REPRESENTATIVIDADE NEGRA<\/b><\/p>\n<p>Em artigo da Revista Eletr\u00f4nica G\u00eanero e N\u00famero, s\u00e3o apontados dados de que as mulheres pretas com doutorado somam 0,4% do corpo docente na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em todo o pa\u00eds. Quando somadas, as mulheres pretas e pardas com doutorado, que formam o grupo das negras, esse percentual n\u00e3o chega a 3% do total de docentes.<\/p>\n<p><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p><b><span style=\"color: #ff0000; font-size: large;\">\u00c9 preciso pensar:<\/span><\/b><\/p>\n<p><b><span style=\"color: #0000ff;\">O que esses n\u00fameros significam?<\/span><\/b><\/p>\n<p><b><\/b><b><span style=\"color: #0000ff;\">Por que a grande maioria dos\/as doutores\/as s\u00e3o pessoas brancas?<\/span><\/b><\/p>\n<p><b><span style=\"color: #0000ff;\">Existe influ\u00eancia da presen\u00e7a ou n\u00e3o desses grupos nas rela\u00e7\u00f5es de poder, de hegemonia do pensamento cient\u00edfico e representatividade no ensino, pesquisa e extens\u00e3o?<\/span><\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Brasil \u00e9 formado por uma popula\u00e7\u00e3o negra que corresponde a 53,6%, de acordo com dados do Censo do IBGE de 2010 (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica). No entanto, mesmo com uma alta popula\u00e7\u00e3o \u201cn\u00e3o branca\u201d, temos pouca representatividade na m\u00eddia, pol\u00edtica, judici\u00e1rio e nas universidades.<\/p>\n<p>No Brasil ainda ouvimos discursos estruturados sobre o Mito da Democracia Racial! Mas cabe pensar que os dados sobre o genoc\u00eddio, encarceramento e desempregabilidade apontam especificamente para a popula\u00e7\u00e3o negra! Podemos falar sobre democracia racial? Estudiosas sobre o racismo no Brasil apontam uma sociedade racista: Vivemos em um pa\u00eds racista sim! E essa \u00e9 uma afirma\u00e7\u00e3o que precisa ser dita e repensada em nossas atitudes no mundo do trabalho, em nossos espa\u00e7os educacionais.<\/p>\n<p>A Lei n\u00ba 12.990\/2014, fruto da luta dos movimentos sociais negros, reserva \u00e0(o)s negro(a)s 20% das vagas oferecidas nos concursos p\u00fablicos para provimento de cargos efetivos e empregos p\u00fablicos no \u00e2mbito da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica federal, das autarquias, das funda\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, das empresas p\u00fablicas e das sociedades de economia mista controladas pela Uni\u00e3o. O desrespeito a essa lei contribui para o racismo institucional e a perman\u00eancia dos privil\u00e9gios da branquitude no Ensino Superior.<\/p>\n<p>Leia mais:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/?p=19552\" target=\"_blank\">ARTIGO &#8211; 20 de novembro em dias de acirramento de racismos<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-19547\" alt=\"PANFLETO_22denovembro_DiaDeCombateAoRacismo_A5\" src=\"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-1-212x300.jpg\" width=\"212\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-1-212x300.jpg 212w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-1-724x1024.jpg 724w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-1.jpg 1754w\" sizes=\"auto, (max-width: 212px) 100vw, 212px\" \/><\/a><a href=\"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-19548\" alt=\"PANFLETO_22denovembro_DiaDeCombateAoRacismo_A5\" src=\"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-2-220x300.jpg\" width=\"220\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-2-220x300.jpg 220w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-2-752x1024.jpg 752w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-2.jpg 1758w\" sizes=\"auto, (max-width: 220px) 100vw, 220px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-19549\" alt=\"PANFLETO_22denovembro_DiaDeCombateAoRacismo_A5\" src=\"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-3-213x300.jpg\" width=\"213\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-3-213x300.jpg 213w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-3-729x1024.jpg 729w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-3.jpg 1704w\" sizes=\"auto, (max-width: 213px) 100vw, 213px\" \/><\/a><a href=\"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-19550\" alt=\"PANFLETO_22denovembro_DiaDeCombateAoRacismo_A5\" src=\"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-4-207x300.jpg\" width=\"207\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-4-207x300.jpg 207w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-4-709x1024.jpg 709w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/RACISMO-4.jpg 1611w\" sizes=\"auto, (max-width: 207px) 100vw, 207px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/CARD-REDE-SOCIAIS-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-19546\" alt=\"CARTAZ_Campanha_22denov_Racismo.png\" src=\"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/CARD-REDE-SOCIAIS-2-212x300.jpg\" width=\"212\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/CARD-REDE-SOCIAIS-2-212x300.jpg 212w, https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/CARD-REDE-SOCIAIS-2-724x1024.jpg 724w\" sizes=\"auto, (max-width: 212px) 100vw, 212px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em><br \/>\n<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: ANDES-SN<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos 20 anos, mesmo com a inflex\u00e3o de alguns setores pelos pactos dos governos de concilia\u00e7\u00e3o de classes, observamos que ainda assim avan\u00e7amos em algumas pol\u00edticas devido a press\u00e3o dos movimentos sociais negros. Atualmente se torna fundamental defendermos as pol\u00edticas de a\u00e7\u00f5es afirmativas nas universidades brasileiras. Assim, como no plano geral de lutas, pressionarmos&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[15],"tags":[1180,1179],"class_list":["post-19545","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","tag-consciencia-negra","tag-racismo","category-15","description-off"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19545","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19545"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19545\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19554,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19545\/revisions\/19554"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19545"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19545"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19545"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}