{"id":18976,"date":"2018-09-04T11:44:56","date_gmt":"2018-09-04T14:44:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/?p=18976"},"modified":"2018-09-04T11:44:56","modified_gmt":"2018-09-04T14:44:56","slug":"tres-paineis-encerram-seminario-de-fonasefe-e-fonacate-em-brasilia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/tres-paineis-encerram-seminario-de-fonasefe-e-fonacate-em-brasilia\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas pain\u00e9is encerram semin\u00e1rio de Fonasefe e Fonacate em Bras\u00edlia"},"content":{"rendered":"<div data-message-id=\"#msg-f:1610626495755918697\" data-legacy-message-id=\"165a1843b15d1d69\">\n<div lang=\"PT-BR\">\n<p>Na sexta-feira (31) e no s\u00e1bado (1\u00ba\/9) tiveram lugar mais dois pain\u00e9is do Semin\u00e1rio \u201cO Servi\u00e7o P\u00fablico que Queremos\u201d. O evento foi organizado pelo F\u00f3rum das Entidades Nacionais do Servi\u00e7o P\u00fablico Federal (Fonasefe) e pelo F\u00f3rum Nacional Permanente de Carreiras T\u00edpicas do Estado (Fonacate) e ocorreu em Bras\u00edlia (DF).<\/p>\n<p>O terceiro painel do evento, intitulado &#8220;As Reformas Trabalhista, Previdenci\u00e1ria e Administrativa e seus impactos sociais&#8221;, teve como palestrantes Rog\u00e9rio Silva Ara\u00fajo (auditor fiscal), \u00c9rika Andreassy (Ilaese), Roberto Gonzales (Afipea) e Floriano de S\u00e1 Neto (presidente da Anfip), sendo mediado por Paulo Garrido (Asfoc-SN) e Cleide Viana (Assibge-SN).<\/p>\n<p>O primeiro palestrante, Rog\u00e9rio Ara\u00fajo, tratou da Reforma Trabalhista. Munido de dados, ele destacou que em nove meses da nova legisla\u00e7\u00e3o em vigor s\u00f3 tivemos piora, degrada\u00e7\u00e3o dos contratos de trabalho e aumento do desemprego. A popula\u00e7\u00e3o empobreceu, com redu\u00e7\u00e3o de 9,1% na massa salarial. Em comparativo, Rog\u00e9rio citou o M\u00e9xico, que reduziu em quase 50% a massa salarial com uma reforma semelhante da nossa.<\/p>\n<p>&#8220;Essa Reforma n\u00e3o veio para criar emprego, veio para retirar o trabalhador da Previd\u00eancia Social e criar uma massa precarizada; ela vai gerar problemas sociais muito mais graves do que os que j\u00e1 temos experimentado&#8221;, frisou Rog\u00e9rio. Ele tamb\u00e9m destrinchou as mudan\u00e7as na lei ponto a ponto, citando a cria\u00e7\u00e3o da figura do &#8220;trabalhador hipersuficiente&#8221;, a inseguran\u00e7a jur\u00eddica para o trabalhador e o &#8220;negociado sobre o legislado&#8221; apenas no sentido de retirada de direitos.<\/p>\n<p>\u00c9rika Andreassy deu continuidade ao painel falando sobre a nova lei das terceiriza\u00e7\u00f5es, que permite a terceiriza\u00e7\u00e3o das atividades-fim das empresas. Em sua vis\u00e3o, o Estado tem interesse em extinguir a Justi\u00e7a do Trabalho. Ela tamb\u00e9m afirmou que a aprova\u00e7\u00e3o da nova lei pelo STF na quinta (30) era previs\u00edvel, visto que se tratava de uma contrapartida para a aprova\u00e7\u00e3o do reajuste do Poder Judici\u00e1rio.<\/p>\n<p>&#8220;A terceiriza\u00e7\u00e3o no Brasil \u00e9 anterior \u00e0 d\u00e9cada de 1990 e vem se ampliando cada vez mais ap\u00f3s a reestrutura\u00e7\u00e3o produtiva; ela j\u00e1 existia e o que o Supremo validou n\u00e3o foi a terceiriza\u00e7\u00e3o pura e simples, mas a terceiriza\u00e7\u00e3o da atividade-fim&#8221;, afirmou \u00c9rika.<\/p>\n<p>Em seu entendimento, o processo de terceiriza\u00e7\u00e3o da finalidade das empresas vai ter impactos nos servi\u00e7os p\u00fablicos futuramente, por isso h\u00e1 uma generaliza\u00e7\u00e3o sobre a realidade dos servidores do Estado, como se todos eles estivessem recebendo aumentos, escondendo a verdade da popula\u00e7\u00e3o: que os sal\u00e1rios do funcionalismo tamb\u00e9m est\u00e3o arrochados e que os governos (federais, estaduais e municipais) n\u00e3o v\u00eam cumprindo os compromissos firmados com as categorias.<\/p>\n<p>Roberto Gonzales interviu para tratar da Reforma Administrativa, que tanto tem atacado os servidores p\u00fablicos, mas protege 1\/3 do efetivo federal: as For\u00e7as Armadas. Com quadros e tabelas, demonstrou o d\u00e9ficit de pessoal que o Brasil tem em rela\u00e7\u00e3o a outros pa\u00edses: Estados Unidos e Inglaterra, por exemplo, possuem, respectivamente, 16,5% e 16,2% da for\u00e7a de trabalho no servi\u00e7o p\u00fablico, enquanto no Brasil esse percentual \u00e9 de 11,9%.<\/p>\n<p>&#8220;O incha\u00e7o da m\u00e1quina administrativa \u00e9 um mito, \u00e9 criminoso apontar o dedo para os servidores p\u00fablicos e culp\u00e1-los pela crise fiscal&#8221;, afirmou Gonzales. Ele ainda lembrou que o Brasil est\u00e1 passando por uma transi\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica, com o envelhecimento de sua popula\u00e7\u00e3o. E que uma popula\u00e7\u00e3o envelhecida precisar\u00e1 de mais servi\u00e7os do Estado. E registrou que por terem um n\u00edvel maior de sindicaliza\u00e7\u00e3o, os servidores p\u00fablicos conseguem negociar melhores sal\u00e1rios em detrimento aos trabalhadores da iniciativa privada, refor\u00e7ando a import\u00e2ncia das entidades de classe.<\/p>\n<p>E, por fim, Floriano Neto abordou a Reforma da Previd\u00eancia de Michel Temer, proposta pela PEC 287\/2016. Ele foi enf\u00e1tico ao afirmar que o interesse da previd\u00eancia privada (bancos) pelas aposentadorias dos brasileiros foi determinante para a constru\u00e7\u00e3o desta PEC. Falou da import\u00e2ncia de unidade da classe trabalhadora para derrotar o projeto, que &#8220;p\u00f5e todos no mesmo barco, servidores p\u00fablicos e trabalhadores da iniciativa privada&#8221;.<\/p>\n<p>Demonstrou, tamb\u00e9m com gr\u00e1ficos e dados oficiais, a inexist\u00eancia de d\u00e9ficit na Previd\u00eancia, deixando clara a diferen\u00e7a entre o que \u00e9 divulgado pela imprensa, a forma como se divulga e as contas p\u00fablicas como de fato elas s\u00e3o. &#8220;A Anfip faz as contas tendo por metodologia o texto da Constitui\u00e7\u00e3o Federal (&#8230;) isso d\u00e1 trabalho, pois a maioria dos n\u00fameros que precisamos est\u00e3o &#8216;escondidos&#8217; pelo governo&#8221;, registrou Floriano.<\/p>\n<p>Ele terminou sua palestra de maneira taxativa: &#8220;as pessoas est\u00e3o perdendo renda, est\u00e3o perdendo os empregos e saindo do mercado formal, o que inviabiliza o crescimento econ\u00f4mico; n\u00e3o tem como isso dar certo&#8221;.<\/p>\n<p><b>Painel 4: organiza\u00e7\u00e3o sindical<\/b><\/p>\n<p>O segundo painel de sexta-feira foi dedicado ao debate de &#8220;Organiza\u00e7\u00e3o Sindical, negocia\u00e7\u00e3o coletiva e data-base&#8221;. Coordenadas por Adilson Rodrigues (Fenajufe) e Naara Arag\u00e3o (Fasubra), as palestras foram feitas por Patr\u00edcia Pelatieri (Dieese), Rodrigo Camargo (Cezar Britto Assessoria Jur\u00eddica) e Cacau Pereira (Ibeps).<\/p>\n<p>Patr\u00edcia iniciou sua apresenta\u00e7\u00e3o tra\u00e7ando um panorama das mudan\u00e7as no mundo do trabalho e citou algumas das consequ\u00eancias da chamada revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, como a velocidade da comunica\u00e7\u00e3o e os trens completamente autom\u00e1ticos que j\u00e1 circulam em S\u00e3o Paulo. Ela chamou aten\u00e7\u00e3o para o fato de que as condi\u00e7\u00f5es de trabalho, e as respectivas reformas que as modificam afetam as condi\u00e7\u00f5es objetivas das lutas dos trabalhadores e nas negocia\u00e7\u00f5es coletivas. Patr\u00edcia tamb\u00e9m apresentou diversos dados recentes do Sistema de Acompanhamento de Greves do Dieese (SAG).<\/p>\n<p>&#8220;Os trabalhadores fizeram muitas greves no primeiro semestre de 2018, no servi\u00e7o p\u00fablico j\u00e1 chegam a 520 greves, sendo 13 delas no \u00e2mbito federal&#8221;, explicou. Confira todos os dados mostrados pela palestrante (em PDF). Ela ainda mostrou dados do IBGE e do Cadastro Nacional de Entidades Sindicais (CNES), e comentou os desafios dos dirigentes sindicais do servi\u00e7o p\u00fablico nos dias atuais. &#8220;As negocia\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o peri\u00f3dicas, a terceiriza\u00e7\u00e3o avan\u00e7a cada vez mais, as pol\u00edticas de austeridade se agravam e ainda \u00e9 preciso enfrentar a oposi\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o&#8221;, enumerou.<\/p>\n<p>Destacando a import\u00e2ncia da unidade na atua\u00e7\u00e3o das entidades sindicais, Rodrigo comentou o panorama das transforma\u00e7\u00f5es no mundo do trabalho, quando citou o te\u00f3rico Ricardo Antunes. Ele pautou a crise dos sindicatos, ainda muito amarrados ao Estado, localizando-a no contexto do capitalismo, &#8220;que privilegia o capital ao ser social&#8221;.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o dos sindicatos com os movimentos sociais foi colocada por Rodrigo como fundamental e determinante no combate \u00e0 pulveriza\u00e7\u00e3o e fragmenta\u00e7\u00e3o do movimento sindical. Comentando a Revis\u00e3o Geral Anual (data-base) dos servidores, ele defendeu que o enfrentamento n\u00e3o deve se dar apenas no \u00e2mbito judicial, se estendendo tamb\u00e9m ao executivo, ao legislativo. &#8220;N\u00e3o h\u00e1 outro caminho que n\u00e3o passe pela interse\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas poderes, e pela luta, porque a luta \u00e9 nosso melhor rem\u00e9dio&#8221;, destacou Rodrigo.<\/p>\n<p>Cacau Pereira fez uma retomada hist\u00f3rica do papel dos sindicatos de servidores p\u00fablicos no pa\u00eds, destacando a retomada, em 2011, de numerosos movimentos grevistas &#8220;a quantidade de greves se aproximou ao per\u00edodo de 1986 a 1989&#8221;, destacou. Ele pautou tamb\u00e9m as conquistas da constitui\u00e7\u00e3o de 1988, pela CLT para o conjunto dos trabalhadores, destacando que &#8220;\u00e9 preciso reconhecer para o trabalhador p\u00fablico os direitos que j\u00e1 existem para o trabalhador privado&#8221;.<\/p>\n<p>Abordando a negocia\u00e7\u00e3o coletiva no servi\u00e7o p\u00fablico, Cacau relembrou o PL 3831\/2015, vetado por Temer, e tamb\u00e9m mostrou posicionamentos de ministros do STF contra as greves em geral. Ele defendeu ainda a import\u00e2ncia de romper com a l\u00f3gica de coopta\u00e7\u00e3o e incorpora\u00e7\u00e3o dos sindicatos imposta pelo capitalismo. &#8220;A classe trabalhadora tem sim a capacidade de se mobilizar, a greve geral de abril de 2017 nos mostrou isso, mas ainda temos dificuldades de articular as dire\u00e7\u00f5es&#8221;, comentou.<\/p>\n<p><b>Painel 5: ataques e desafios<\/b><\/p>\n<p>Com o tema &#8220;O desmonte dos servi\u00e7os p\u00fablicos e os desafios para os servidores das tr\u00eas esferas de governo&#8221;, o quinto e \u00faltimo painel do evento foi realizado. Al\u00e9m de Ant\u00f4nio Queiroz, do Diap, compuseram a mesa: Laurizete Gusm\u00e3o (Fenasps), S\u00e9rgio Ronaldo (Condsef), Rudnei Marques (Fonacate) e Rog\u00e9rio Expedito (Fonasefe).<\/p>\n<p>Defendendo a posi\u00e7\u00e3o de que a suposta crise entre os tr\u00eas poderes (Executivo, Legislativo e Judici\u00e1rio) \u00e9 apenas mais uma cortina de fuma\u00e7a para disfar\u00e7ar os ataques do capital, Ant\u00f4nio Queiroz (do Diap) enumerou diversos elementos de articula\u00e7\u00e3o entre eles. &#8220;Os tr\u00eas poderes se uniram, de maneira harmoniosamente coordenada, para retirar direitos dos trabalhadores&#8221;, denunciou. Refor\u00e7ando as afirma\u00e7\u00f5es feitas ao longo do evento sobre os efeitos da Emenda Constitucional n\u00ba 95\/2016 (EC 95), ele enumerou diversas perdas que a medida imp\u00f5e tanto para o trabalhador quanto para a classe. &#8220;O pa\u00eds entrar\u00e1 em colapso se a EC 95 n\u00e3o for revogada em no m\u00e1ximo dois anos, especialmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 seguridade social&#8221;, afirmou. Pautando o processo de golpe de 2016, ele destacou que \u00e9 um acerto, sem d\u00favidas, acusar os parlamentares de golpistas, no entanto, o mesmo n\u00e3o cabe \u00e0 parcela da popula\u00e7\u00e3o que estava mal informada.<\/p>\n<p>Rog\u00e9rio Expedito tra\u00e7ou um hist\u00f3rico do Fonasefe, comentando as greves e mobiliza\u00e7\u00f5es que envolveram as dezenas de entidades que o comp\u00f5em. Informou tamb\u00e9m sobre a campanha de den\u00fancia da EC 95 que o f\u00f3rum prepara para informar e instrumentalizar os trabalhadores, aos moldes do que aconteceu no debate da reforma da previd\u00eancia. &#8220;Tamb\u00e9m precisamos reorganizar os comit\u00eas regionais e locais, compreendendo que os servidores federais, estaduais e municipais integram um mesmo conjunto, debatendo a forma como prestamos servi\u00e7os p\u00fablicos \u00e0 sociedade&#8221; destacou Rog\u00e9rio.<\/p>\n<p>Comentando a conjuntura nacional e destacando a import\u00e2ncia de localiz\u00e1-la no contexto mundial, Rudnei Marques defendeu a unidade entre os trabalhadores. &#8220;A possibilidade de retrocesso est\u00e1 sempre ali adiante de n\u00f3s e isso acontece no mundo inteiro&#8221;, lamentou. Em sua interven\u00e7\u00e3o ele elencou diversos argumentos filos\u00f3ficos e mitol\u00f3gicos, relacionando-os aos desafios colocados ao conjunto dos servidores p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Completando o \u00faltimo painel do evento, Cezar Britto (advogado, ativista e ex-presidente da OAB) tamb\u00e9m se posicionou. Ele defendeu as cotas sociais e raciais no judici\u00e1rio para frear seu distanciamento da sociedade e a sua transforma\u00e7\u00e3o num agente do capital. &#8220;O judici\u00e1rio se transforma diariamente num grande inimigo da classe trabalhadora, a aprova\u00e7\u00e3o da terceiriza\u00e7\u00e3o irrestrita foi mais um exemplo disso&#8221;, defendeu. Ele tamb\u00e9m denunciou que diariamente a EC 95 est\u00e1 sendo &#8220;revogada&#8221; para atender aos interesses da classe dominante. &#8220;Quando os ju\u00edzes reajustam seus sal\u00e1rios, por exemplo, a emenda n\u00e3o \u00e9 considerada&#8221;, destacou.<\/p>\n<p><i>Com edi\u00e7\u00e3o e inclus\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es de ANDES-SN. Imagem de Sinasefe.<\/i><\/p>\n<p><em>Fonte:\u00a0Sinasefe<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na sexta-feira (31) e no s\u00e1bado (1\u00ba\/9) tiveram lugar mais dois pain\u00e9is do Semin\u00e1rio \u201cO Servi\u00e7o P\u00fablico que Queremos\u201d. O evento foi organizado pelo F\u00f3rum das Entidades Nacionais do Servi\u00e7o P\u00fablico Federal (Fonasefe) e pelo F\u00f3rum Nacional Permanente de Carreiras T\u00edpicas do Estado (Fonacate) e ocorreu em Bras\u00edlia (DF). 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