{"id":17145,"date":"2017-09-26T10:41:06","date_gmt":"2017-09-26T13:41:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/?p=17145"},"modified":"2017-09-26T10:41:06","modified_gmt":"2017-09-26T13:41:06","slug":"ebserh-propoe-reajuste-zero-e-corte-de-beneficios-dos-trabalhadores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adufpb.org.br\/site\/ebserh-propoe-reajuste-zero-e-corte-de-beneficios-dos-trabalhadores\/","title":{"rendered":"Ebserh prop\u00f5e reajuste zero e corte de benef\u00edcios dos trabalhadores"},"content":{"rendered":"<div id=\"conteudo\">\n<p>A Empresa Brasileira de Servi\u00e7os Hospitalares (Ebserh), empresa de direito privado criada pelo presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva para gerir os Hospitais Universit\u00e1rios Federais (HUs), est\u00e1 se negando, desde o final de 2016, a negociar um novo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com seus trabalhadores.<\/p>\n<p>A Ebserh prop\u00f5e reajuste zero e o fim de benef\u00edcios como aux\u00edlio alimenta\u00e7\u00e3o. Mobilizados, os trabalhadores da Ebserh decretaram estado de greve e chegaram a deflagrar greve em alguns hospitais universit\u00e1rios. Na quarta-feira (20), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) interviu, abrindo negocia\u00e7\u00e3o e os trabalhadores da Ebserh decidiram suspender a greve.<\/p>\n<p>A data-base da categoria \u00e9 1\u00ba de mar\u00e7o, e j\u00e1 em dezembro de 2016 os trabalhadores da Ebserh apresentaram suas reivindica\u00e7\u00f5es aos patr\u00f5es: reajuste inflacion\u00e1rio mais ganho real de 5%, al\u00e9m de reajuste em aux\u00edlios (alimenta\u00e7\u00e3o, creche, transporte), melhorias na quest\u00e3o da jornada de trabalho e a\u00e7\u00f5es preventivas para situa\u00e7\u00f5es de ass\u00e9dio moral e sexual. A Ebserh, entretanto, apenas \u201coferece\u201d reajuste zero e o corte de benef\u00edcios. Os trabalhadores j\u00e1 sofreram recentemente a redu\u00e7\u00e3o do valor de insalubridade nos vencimentos, de 40% para 20%.<\/p>\n<p>Diante da intransig\u00eancia da Ebserh em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 proposta do ACT, protocolada em dezembro de 2016, trabalhadoras e trabalhadores recorreram ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), reivindicando uma intermedia\u00e7\u00e3o para a negocia\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s press\u00e3o da categoria, que j\u00e1 havia iniciado greve em diversos estados, o TST, no dia 19 de setembro, acatou a solicita\u00e7\u00e3o, o que fez com que greve fosse suspensa.<\/p>\n<p>A rodada de negocia\u00e7\u00f5es tem um prazo de at\u00e9 60 dias para resolu\u00e7\u00e3o e, enquanto isso, o ACT anterior segue vigente. Com a suspens\u00e3o do movimento de greve, o TST garante ainda que n\u00e3o ser\u00e3o feitos descontos salariais de quem participou da paralisa\u00e7\u00e3o de atividades at\u00e9 \u00e0s 12h de quarta, 20. Ser\u00e3o suspensos tamb\u00e9m descontos de greve ocorridos ao longo desse ano, exceto os j\u00e1 realizados que ser\u00e3o objeto de negocia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Estavam em greve, ou j\u00e1 haviam aprovado greve, os hospitais das Universidades Federais do Cear\u00e1 (UFC), da Grande Dourados (UFGD), de Juiz de Fora (UFJF), de Minas Gerais (UFMG), do Tri\u00e2ngulo Mineiro (UFTM), do Mato Grosso do Sul (UFMS), da Bahia (UFBA), de Pernambuco (UFPE), do Piau\u00ed (UFPI), de Pelotas (UFPEL) e de Santa Maria (UFSM).<\/p>\n<p><em>Com informa\u00e7\u00f5es de Adufpel-SSind e Condsef.<\/em><\/p>\n<p><em>Fonte:\u00a0ANDES-SN<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Empresa Brasileira de Servi\u00e7os Hospitalares (Ebserh), empresa de direito privado criada pelo presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva para gerir os Hospitais Universit\u00e1rios Federais (HUs), est\u00e1 se negando, desde o final de 2016, a negociar um novo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com seus trabalhadores. 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