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	<title>ADUFPB &#187; Movimento Docente Hoje</title>
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	<description>Sindicato dos Professores da Universidade Federal da Paraíba</description>
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		<title>Professores da UFPB debatem Universidade e Movimento Docente Hoje</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 14:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A conjuntura política e social brasileira, as transformações do sistema educacional e as mudanças nas regras da carreira de professor foram o centro dos debates promovidos durante o seminário “Universidade e Movimento Docente Hoje”, realizado nos dias 3 e 4 de setembro pela ADUFPB, no Hotel Imperial, em João Pessoa. Sessenta docentes participaram dos dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-323" title="07 Universidade e Movimento Docente Hoje" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2009/09/07-Universidade-e-Movimento-Docente-Hoje-.jpg" alt="07 Universidade e Movimento Docente Hoje" width="246" height="169" />A conjuntura política e social brasileira, as transformações do sistema educacional e as mudanças nas regras da carreira de professor foram o centro dos debates promovidos durante o seminário “Universidade e Movimento Docente Hoje”, realizado nos dias 3 e 4 de setembro pela ADUFPB, no Hotel Imperial, em João Pessoa. Sessenta docentes participaram dos dois dias do evento, que serviu para traçar as estratégias de atuação que irão nortear as ações da entidade nos próximos meses.</p>
<p>O seminário foi aberto pela secretária geral da ADUFPB, professora Terezinha Diniz, que deu as boas vindas aos participantes e conclamou a todos para os debates, lembrando que os temas do evento serão essenciais para as discussões sobre as mudanças nas regras da carreira docente. “Finalizo deixando a mensagem de Paulo Freire: ‘Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si mediatizados pelo mundo’”, declarou.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-324" title="02 Universidade e Movimento Docente Hoje" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2009/09/02-Universidade-e-Movimento-Docente-Hoje-.jpg" alt="02 Universidade e Movimento Docente Hoje" width="231" height="174" />“A Universidade Brasileira Hoje” foi o tema da palestra da noite com o reitor da UFPB, Rômulo Polari, e a diretora do CCHLA, Aparecida Ramos. Participaram da mesa, ainda, o presidente da ADUFPB, Jaldes Meneses, e o representante da Regional II do ANDES-SN, Marcos Montenegro.</p>
<p>Também estiveram presentes ao primeiro dia do evento o professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco e representante da Regional Nordeste II do ANDES, Levy Paes Barros; o presidente da ADUFERPE, Cícero Monteiro de Souza; o vice-presidente da ADUFERPE, Juvenal Teodoro Lopes Fonseca; o secretário geral da ADUFERPE, Sérgio Wlademir de Siqueira, e o tesoureiro da ADUFRPE, Arthur Roberto Lopes de Carvalho.</p>
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		<title>Seminário debate desafios do sistema das Universidades Federais</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 14:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A palestra do reitor da UFPB, professor Rômulo Polari, na abertura do seminário “Universidade e Movimento Docente Hoje”, dia 3 de setembro apresentou vários dados estatísticos e procurou formular uma estratégia coerente de relações e mediações de fenômenos complexos, que vão desde a crise econômica internacional até a expansão recente do sistema de Universidades Federais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-317" title="05 Universidade e Movimento Docente Hoje" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2009/09/05-Universidade-e-Movimento-Docente-Hoje-1.jpg" alt="05 Universidade e Movimento Docente Hoje" width="258" height="194" />A palestra do reitor da UFPB, professor Rômulo Polari, na abertura do seminário “Universidade e Movimento Docente Hoje”, dia 3 de setembro apresentou vários dados estatísticos e procurou formular uma estratégia coerente de relações e mediações de fenômenos complexos, que vão desde a crise econômica internacional até a expansão recente do sistema de Universidades Federais no Brasil, com o Projeto Reuni. Otimista, Polari vê a crise internacional como um momento de oportunidades para o Brasil.</p>
<p>Ele conjecturou a possibilidade de o Brasil, já em 2020 vir a ser “a sexta economia mundial”. Para que esta aspiração seja efetivada, na opinião do Reitor, são necessários investimentos maciços em educação, elevando a participação dos investimentos em educação, ciência e tecnologia no PIB, ainda muito baixa no Brasil, na ordem de 3%, incluindo aí União, Estados e Municípios.</p>
<p>Em seguida, a professora Aparecida Ramos, Diretora do CCHLA, logo no começo de sua fala, disse concordar com a referência de Polari em relação ao fator Investimento/PIB como critério universal de preocupação com a educação, ciências e tecnologia, afirmando que os chamados países desenvolvidos investem em média 5,5% do PIB, e alguns até 8%, “lembrando que em termos absolutos – a ordem de grandeza numérica do PIB – esses países suplantam o Brasil”.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-318" title="01 Universidade e Movimento Docente Hoje" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2009/09/01-Universidade-e-Movimento-Docente-Hoje-.jpg" alt="01 Universidade e Movimento Docente Hoje" width="212" height="148" />Para a professora Aparecida, há dois grandes desafios hoje, no tocante ao sistema Universidade-Ciência e Tecnologia, “garantir uma expansão do sistema com qualidade e garantir uma desconcentração regional dos investimentos em ciência e tecnologia, ainda concentrados no sudeste, em que pese as políticas, ainda tímidas de desconcentração.”</p>
<p>Tanto Rômulo Polari como Aparecida Ramos concordaram que houve um aumento do investimento nas Universidades Federais no Governo Lula. No entender de Aparecida, tais recursos ainda são insuficientes, tanto porque são comparados com um patamar muito baixo de investimentos – o governo FHC – como também por que é preciso garantir a qualidade da expansão e aproximar mais ainda o Brasil dos índices internacionais de investimento.</p>
<p>Assim, na palestra, foram apresentados pelos expositores, com conclusões diferentes, os números do governo Lula sobre o financiamento das Universidades Federais que corroboram com as análises anteriores.</p>
<p>* Segundo dados da Diretoria do Andes, Em 1995, o Governo gastava cerca de R$ 4 bilhões com todo o sistema federal de ensino superior. Em 2003, no primeiro ano do governo Lula, subiu para R$ 7 bilhões. Hoje, são R$ 12 bi. Os R$ 4 bilhões de 2003, corrigidos com a taxa de inflação correspondem a R$ 9 bilhões. E hoje estamos em R$ 12 bilhões. Se observarmos o quanto o PIB cresceu e o quanto aumentou a população, conclui-se que hoje seriam necessários mais de R$ 20 bilhões. Os R$ 4 bilhões, em 1995, equivalia a 0,4% do PIB. O percentual hoje é 0.6% do PIB. Qualquer país desenvolvido investe 1,5% a 2,5 % do PIB no ensino superior, ou seja, cinco vezes o que o Brasil investe.</p>
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		<title>Conjuntura pós-Plano Real está próxima do fim</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 14:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Estamos começando, no plano da política econômica, social e em diversos setores, a entrar no limiar de um novo momento”. A análise é do presidente da ADUFPB, Jaldes Reis de Meneses, durante o debate “Movimento Docente Hoje”, realizado sexta-feira (4), no segundo dia do seminário “Universidade e Movimento Docente Hoje, no Hotel Imperial, em João [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-312" title="06 Universidade e Movimento Docente Hoje" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2009/09/06-Universidade-e-Movimento-Docente-Hoje-.jpg" alt="06 Universidade e Movimento Docente Hoje" width="280" height="210" />“Estamos começando, no plano da política econômica, social e em diversos setores, a entrar no limiar de um novo momento”. A análise é do presidente da ADUFPB, Jaldes Reis de Meneses, durante o debate “Movimento Docente Hoje”, realizado sexta-feira (4), no segundo dia do seminário “Universidade e Movimento Docente Hoje, no Hotel Imperial, em João Pessoa.</p>
<p>De acordo com ele, o Brasil possui um período histórico relativamente compacto dos anos 30 aos anos 80, interrompido na década de 90 pelo que o professor considera “um marco fundamental para entender a política contemporânea”: a implantação do Plano Real. Segundo o presidente da ADUFPB, está se esgotando o complexo de questões colocado a partir da política de controle da inflação do governo Itamar Franco. “A série de processos que o Plano Real levantou vai cobrar a fatura agora”, afirma.</p>
<p>Um dos debates que deve voltar ao cenário político nacional, na opinião de Jaldes, é a questão regional, que será colocada de maneira diferente daquela observada no período de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), entre os anos de 1959 e 2001. “Não haverá mais espaço para o modelo do velho debate desenvolvimentista. Agora, a questão regional e federativa tende a esboçar certas fissuras no Brasil daqui pra frente”, afirma o presidente da ADUFPB.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-313" title="05 Universidade e Movimento Docente Hoje" src="http://www.adufpb.org.br/wp-content/uploads/2009/09/05-Universidade-e-Movimento-Docente-Hoje-.jpg" alt="05 Universidade e Movimento Docente Hoje" width="280" height="210" />Para exemplificar, ele lembrou o embate entre os estados brasileiros por conta da mudança no marco regulatório da exploração petrolífera na região do pré-sal. Enquanto as áreas produtoras não abrem mão dos royalties, os demais exigem uma fatia dos recursos.</p>
<p>Outra questão que deve dominar o cenário desse novo momento histórico que se desenha é o embate entre a agricultura familiar e agronegócio. “E o terceiro ponto é o problema da questão política, que já está sendo observando, agora, com a ‘crise Sarney’. A institucionalidade que foi montada no Brasil gerou uma circunstância de crise que vai fica mais clara”, afirma.</p>
<p>Na análise do professor Jaldes, esse contexto de crise vai ter seu desfecho em 2010, na eleição para a Presidência da República. “Será a primeira eleição desde 1989 que não terá Lula como candidato. E isso pode abrir um leque de alternativas que não foram colocadas entre 1989 e 2010. E, em função da questão do bloco do Plano Real estar se esgotando, a sucessão de 2010 pode render uma crise política relativamente grave”, avalia.</p>
<p>Ele lembra que, em face da crise das instituições políticas, a figura pessoal do presidente Lula terminou fortalecida. “A figura pessoal de Lula é um pouco ‘fiadora’ da crise. E o próximo presidente não vai ter esse papel, esse desempenho”, analisa.</p>
<p>Aproximadamente 60 docentes participaram dos dois dias do seminário “Universidade e Movimento Docente Hoje”, que serviu para traçar as estratégias de atuação sindical que irão nortear as ações da entidade nos próximos meses. O debate do segundo dia contou ainda com a participação do presidente da ADUFCG, Josevaldo Cunha. À tarde foram realizadas discussões para definição do plano de trabalho da ADUFPB para o próximo semestre.</p>
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